50 thoughts on “Aconselho Audição Atenta aos 0′ 45”

  1. Reformulo, depois de ouvir melhor:“A Fenprof disse à RTP que essa luta já não é deles”

    De uma maneira ou doutra, não ouvi isto em discurso directo.

    Não digo que não o tenham dito, mas que não se ouviu nada em directo, não se ouviu.

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  2. Atitude cobarde, desleal para com todos os professores e a “tresandar” a agenda política…

    Reitero a pergunta: Para que serve um Sindicato que não representa adequadamente os seus associados???

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    1. Rio Dão,

      Foi, por certo, um “mal entendido” daqueles que só acontecem a quem diz coisas que afinal não disse. Um segunda linha, porque o grande líder estará a banhos.
      Porque nem dão a cara para o dizer e depois fazem um desmentido.

      Passei por coisas deste género há anos quando em off diziam coisas sobre mim, acusando-me de malfeitorias diversas, quando eu tinha os documentos que o provavam.

      Aliás, se existir por aí um hacker russo disponível, eu ainda tenho os mails reencaminhados a pedir a opinião sobre umas coisas e tal. Nunca de forma directa, mas como o remetente lá em cima.

      Mas depois negavam tudo.

      🙂

      A falta de vergonha é um padrão antigo que só engana quem quer ser enganad@.

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      1. Que tal enviar um mail à frenprof
        Eu tomei pedir a opinião de um dirigente sindical aguardo uma resposta. Se a tiver??

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  3. JULHO 21, 2018 ÀS 10:29 PM
    Que tal enviar um mail à frenprof
    Eu tomei a liberdade pedir a opinião de um dirigente sindical aguardo uma resposta. Se a tiver colocarei aqui se me for permitido

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    1. Claro que é permitido, mas consigo adivinhá-la.
      Claro que negarão.
      Como já no passado negaram coisas que disseram na cara de pessoas, a quem depois chamavam mentirosas.

      Não envio mails à Fenprof, porque não sou sindicalizado e não me devem contas, excepto quando se armam em representantes de todos os professores.

      Mas tenho por aí uns mails de 2008 e 2009 muito giros, se um dia me chatearem mesmo muito.

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      1. Também se podia pedir à RTP que divulgasse o que lhes foi dito em off.

        Se tiver tempo e paciência, até que irei fazê-lo.

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  4. Fui ver. Aconselho leitura atenta do 2ºPeríodo e, já agora, do 3º.

    21 jul 2018 / 20:14

    As reuniões de avaliação dos alunos só podem realizar-se com a presença de todos os professores
    A FENPROF, em convergência com outras nove organizações sindicais, respeitando a posição manifestada pela esmagadora maioria dos professores, tanto em reuniões realizadas nas escolas, como participando numa consulta que envolveu mais de 50.000 docentes, decidiu não prolongar a greve às avaliações para além de 13 de julho, transferindo a continuação da luta para setembro, mês em que prosseguirá a negociação que foi retomada no passado dia 11. Para a FENPROF, esse será o momento adequado de retomar a luta, articulando-a com a negociação que decorrerá, com vista a estabelecer o prazo e o modo de recuperar os 9 anos, 4 meses e 2 dias de tempo de serviço cumprido durante o período de congelamento das carreiras.

    Alguns professores, contudo, mantiveram-se em greve, levando a que ainda não tenha sido atribuída avaliação, segundo o ME, a 7% dos alunos dos anos em que não há exames. Por esse motivo, o ME, através da DGEstE, enviou uma nota aos diretores das escolas em que informa que às reuniões de conselho de turma se aplica, para efeitos de quórum, o disposto no Código de Procedimento Administrativo (CPA). Como a FENPROF já afirmou anteriormente, na sequência da nota informativa da DGEstE, datada de 11 de junho, de acordo com os normativos que vigoram, só há quórum nas reuniões de conselho de turma dos 2.º e 3.º ciclos do ensino básico e do ensino secundário quando estão presentes todos os seus membros. Assim, não se aplica o disposto no CPA, pois estas não são reuniões administrativas, mas de natureza pedagógica, sujeitas a normativos legais próprios.

    Na próxima segunda-feira, a FENPROF contestará, junto do Ministério da Educação, a informação ilegal sobre o quórum das reuniões de conselho de turma, que, reiteradamente, a DGEstE enviou para as escolas.

    O Secretariado Nacional

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  5. Quem gosta mesmo de História e de como ela se constrói, sabe distinguir a versão oficial dos “factos” e aquilo que realmente se passou para além da documentação pública ou publicada.

    Mas a Heurística não é para toda a gente. Há quem necessite de engolir tudo o que as maquinarias produzem. Por exemplo, quem quer engolir o que se publica numa página de “prestígio” do Expresso, com nome e tudo do escriba, engole.

    Quem quer engolir uma sucessão de comunicados e notas dos dois últimos dias, a acusar os outros de maledicências diversas (gosto em especial de se queixarem de perfis falsos em redes sociais 🙂 ), engole e multiplica até, qual barriga de aluguer.

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    1. Quase me apetecia escrever a resposta num papel, fotografá-la e comparar com a “verdadeira”.

      Como é óbvio, será dito que a jornalista deturpou o sentido das declarações e será feito reencaminhamento para a nota/comunicado oficial sobre o assunto.

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  6. Eu percebo a indignação, mas o momento é de união. O STOP apelou à participação de todos. Se disse ou de dizer é menos importante do que a ilegalidade grosseira prestes a ter forma segunda feira.

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  7. Vou ser direto consigo Fátima. Sinceramente devem ter dito uma dirigente sindical da minha zona disse-me ” Agora o problema está na mão do S.T.O.P..em setembro voltamos lá precisamos ir de férias

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  8. Como é possível duvidar ?
    Nunca iremos ouvir a voz do Nogas . Não,até por estar ausente “a banhos “.
    Mas há dúvidas ??? Que argumentação. Foi desmentido ??? Quando ???
    Resta alguma dúvida ? Só a quem quiser tapar o sol com a peneira.
    Basta fazer o balanço … este desaparecimento,este intervalo para férias no meio da luta ,este em Outº há mais,este sair de cena…etc. Já está tudo acordado … Simulação de reunião em plano inclinado ? Dia 25 ? Uhummmm !
    Vamos ver o bronze do Nogas…
    Uma vergonha !
    Nova traição !

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    1. De facto, o mais importante, a meu ver, nem sequer é saber o que a Fenprof disse ou não disse (em direto ou em off ou em qualquer outra modalidade). O importante é o que tem feito e não o que tem dito. Afinal, “actions speak louder than words”.
      A frase (“esta luta já não é nossa”) resume muito bem o que os “profissionais da luta” fazem há já bastante tempo: a “luta” deles não é a “luta” pelos interesses dos professores (os quais, supostamente, deviam representar). A “luta” deles é para “tratarem da vidinha” (sem terem que passar pela “maçada” de “aturar alunos”) e serem meros agentes partidários, sobretudo interessados em coreografias e taticismos.
      Sinceramente, o que mais me aborrece é que tentem fazer de mim parvo. Obviamente, quem quiser continuar a acreditar na “cartilha oficial”, tem todo o direito de o fazer, mas já não há pachorra para aturar tentativas de “evangelização” de quem tem opiniões diferentes.

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      1. Ninguém pretende “evangelizar” ninguém.
        O que se pretende é que se discorde com argumentos e factos.
        Caso contrário, não vamos a lado nenhum.

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  9. Gostava de saber quantos professores que leram esta afirmação ou acompanharam esta negociação – já nem falo das anteriores… continuam sindicalizados….
    Dessindicalizei-me, há muitos anos, com um texto onde referia que estava farta de andar “de vitória em vitória até à derrota final”- Já não sei qual dos dirigentes ainda me telefonou para me tentar fazer mudar de ideias….

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  10. “A luta já não é deles”? Nunca foi. Já não são professores há muito. Graças ao Stop a máscara caiu, finalmente! Alguém tinha dúvidas? Só quem andava muito distraído.

    Nogueira foi a banhos. Desapareceu. Disse que ia surpreender os governantes em férias… E se fosse consigo? E se o supreendessemos a ele? Vai desmentir as notícias? Apareça. Dê a cara.

    Se eu fosse sindicalizado, exigia um esclarecimento cabal. Sem resposta, entregava o cartão.
    ‘When the going gets tough and the shit hits the fan, the tough get going’.

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    1. Mesmo não sendo sindicalizado, poderia ter respondido a este questionário.

      Vamos, então, aos factos:

      “Professores ratificam e apoiam a estratégia dos seus sindicatos
      Em apenas 4 dias, responderam 50.738 professores. Superou a meta estabelecida mas corresponde às expectativas de que os professores estão na luta apoiando a estratégia dos seus sindicatos e as ações em curso ou a realizar.

      Conclusões

      – Esta consulta confirma que os professores estão com os seus sindicatos, com as posições dos seus sindicatos, com as medidas de luta tomadas. Ainda ontem 95,4% das reuniões de conselho de turma e de docentes ficaram por se realizar.

      – É ratificada a estratégia negocial e de luta das 10 organizações sindicais.”

      (….)

      https://www.fenprof.pt/?aba=27&mid=115&cat=95&doc=11570

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      1. Até podem dizer que responderam 500 000. Entre tantas mentiras, por que razão estes números da fenprof haveriam de ser verdadeiros?
        Provavelmente também lá estará a minha “resposta”….

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      2. O link refere-se a um texto datado do dia 5 de julho! Se os professores tivessem seguido a “cartilha” da fenprof, todas as reuniões de conselho de turma já há muito teriam sido realizadas, pois a greve, segundo a plataforma sindical, terminou a 13 de julho, data em que “outros valores mais altos se levantatam” (ir a banhos, por exemplo) e a “luta passou a ser dos outros”.
        MN e os seus acólitos “desapareceram em combate”, mas não temam, pois voltarão a emergir, bronzeados e rejuvenescidos, para mais uma ronda negocial, devidamente coreografada, como convém, no âmbito da “comichão parideira”, perdão, comissão paritária!!!

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      1. Se é essa a resposta, então dialogar , concordar e /ou discordar para quê?

        Não vale a pena, embora ache que vale sempre a pena…..

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  11. Um homem só não é toda a instituição que representa e ainda assim nem sequer temos um discurso directo que o possa incriminar nas supostas declarações que se lhe atribuem.
    https://www.fenprof.pt/?aba=27&mid=115&cat=95&doc=11624
    Vejo que por estas bandas – onde também se respira por vezes salutares pontos de vista críticos – há uma assumida vontade de linchamento do líder da Fenprof e de quem o poderá acompanhar na plataforma sindical.
    Apesar do processo negocial não estar concluído e da continuação da luta estar prometida para Setembro – também com muitos professores a terem desejado que assim fosse (pois na minha escola o cansaço e o esgotamento eram visíveis, principalmente por parte dos colegas que todos os dias tinham de fazer grandes deslocações para estarem presentes sempre que o seu nome não figurava na escala de greve) – os juízos de valor fazem-se aqui levianamente apenas suportados por uma bola de cristal, por declarações que não na 1ª pessoa, e por um passado que admito tem sido marcado mais por derrotas do que por vitórias.
    Para todos os efeitos e apesar de respeitar a estratégia do STOP e dos professores que continuam a estar em greve a coberto do seu pré-aviso, penso que só uma estratégia unitária bem definida, com todas as organizações envolvidas, nos poderá levar a bom porto, partindo do princípio que a ampla maioria dos professores está disposta a fazer sacrifícios a sério para alcançar os seus objectivos. Por exemplo, uma greve por tempo indeterminado, em que cada dia representa um dia de perda de vencimento, quantos apoiantes poderá vir a ter? Os professores estão dispostos a isso, a estarem um mês a sopa – se assim for necessário – para se fazerem respeitar? Era uma sondagem deste género que era preciso fazer à classe.
    E depois é preciso desmontar o discurso tendencioso e intelectualmente desonesto dos comentadores de serviço, como há momentos ouvi da parte de Paulo Baldaia na Sic Notícias, fazendo crer que os professores são uns egoístas, que não estão preocupados com a necessidade do esforço na contenção das contas públicas, omitindo deliberadamente
    – que o governo é o único responsável pela agitação que se vive nas escolas quando tem um critério para as carreiras gerais da função pública com reconhecimento do seu tempo a 100% e de só querer reconhecer aos professores quase três anos dos nove, quatro meses e dois dias em que estes estiveram congelados;
    – que o governo ignora olimpicamente uma resolução da Assembleia da República que os socialistas ajudaram a aprovar, em Dezembro, e que recomenda ao executivo que contabilize, para efeitos de progressão dos professores, “todo” o tempo de serviço prestado em que as carreiras estiveram congeladas, e que seja feita a “correspondente valorização remuneratória”;
    – que as dificuldades financeiras do país só se invocam para os professores mas não se invocam para as mordomias dos ex-gestores do BPN, para as subvenções vitalícias dos políticos, os custos na mudança do Infarmed de Lisboa para o Porto, que se venham a gastar 2% do PIB em gastos militares na Defesa que poderão evoluir para 4% (Trump dixit), etc., etc., etc., aí é tudo estrada… para quantos quilómetros de renovação de IP,s isso tudo somado não daria?

    Para bem de todos enquanto classe, afine-se a pontaria, procure-se construir consensos, porque isto não vai lá com actos isolados.

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    1. “Por exemplo, uma greve por tempo indeterminado, em que cada dia representa um dia de perda de vencimento, quantos apoiantes poderá vir a ter? Os professores estão dispostos a isso, a estarem um mês a sopa – se assim for necessário – para se fazerem respeitar? Era uma sondagem deste género que era preciso fazer à classe.”

      Subscrevo.

      Aí não havia serviços mínimos, quóruns, CPAs, avaliações, exames.

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    2. “Procure-se construir consensos (…)”.
      Concordaria se isso não fosse, em regra, impor a opinião dos mesmos..

      Quanto a “linchamentos”, aqui devolvem-se – em menor escala – aqueles que me tentaram fazer. Não dou a outra face. E é em nome próprio, não mando “vargas” fazer o trabalho sujo.

      Por fim… após contactos com gente em muitas escolas, cheguei à conclusão que não conheço nenhuma com uma taxa de adesão a um certo inquérito compatível com um total de mais de 50.000 respostas.

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    3. Será que a fenprof tinha em mente estabecer consensos, quando mandou os seus representantes apelarem nas escolas a que os professores retirassem as suas assinaturas da ILC ou que não aderissem à greve promovida pelo STOP logo no final das atividades letivas, greve essa que seria incómoda, pois iria incluir os conselhos de turma dos anos com exames???!!!
      E olhem que esses apelos foram feitos de viva voz (não em off) e ninguém me contou, ouvi-os de forma bem clara da boca de um representante sindical. É fácil apelar a consensos, desde que vão de encontro aos nossos interesses e aos nossos pontos de vista!!!

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    4. Ruas, “levianas” são as supostas declarações de algum responsável sindical afirmando que “esta luta já não é deles”. E digo levianas porque já houve muito tempo para serem desmentidas e não o foram. Mas também defendo que devemos ter um claro cuidado com o modo como exprimimos as nossas críticas.

      A estratégia unitária de que fala não pode ser cobrada ao STOP, pelo contrário. A (força da) luta dos últimos dois meses deve unicamente aos professores que manifestaram vontade de fazer grave às avaliações e, nessas circunstâncias, apenas o STOP interpretou essa vontade e convocou a greve. As plataformas apenas foram atrás para não perder o barco e saíram no primeiro “porto”, ao primeiro sinal de agitação marítima, não fosse alguém ficar enjoado.

      Duvida que se o sindicato que todos simulam que não existe criasse agora uma estratégia que pudesse paralisar em absoluto as escolas, os outros não interromperiam as suas férias para vir (unitariamente) segurar no balão agora cheio?

      Para essa estratégia unitária haveria em primeiro lugar que reconhecer a existência (já nem falo da importância) de um sindicato que ninguém nomeia, mas que todos aproveitam. E até aqui ninguém reconheceu!

      A maior estratégia unitária era, agora mesmo, reconhecermos o esforço e AGRADECERMOS a todos os professores que continuam em greve. Não era ignorá-los, ou não os nomear ou dizer que não é a nossa luta.

      Propõe uma greve por tempo indeterminado. Proposta absurda (pois não creio que seja envenenada). Explico-me…

      O sucesso desta greve deveu-se a um baixo custo que maximizou as consequências. E esse baixo custo foi só para alguns, pois muitos assobiaram para o lado e nem os fundos de greve integraram. E com o valor de um dia de greve foi possível causar perturbações por mais de 2 meses.

      Uma greve indeterminada seria incomportável para muitos professores, com baixos salários, deslocados da família e a suportar custos de duas habitações.

      Uma greve indeterminada só seria viável se houvesse garantia que todos ou a grande maioria aderiam. Ninguém prescinde de bom grado de um mês de salário quando o vizinho (podendo aderir), sem qualquer custo, está à espera dos resultados (e sobram exemplos).

      Mas talvez haja formas inteligentes de fazer essa greve indeterminada… vamos pensar e discutimos isso apenas em setembro 😉 … com uma estratégia unida, um esforço de contenção de custos e uma maximização dos efeitos.

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  12. Os sites sindicais publicam o que bem entendem, na maior parte das vezes sob designações colectivas, sem qualquer espaço para comentário.
    Aqui eu publico as coisas em meu nome e há comentários, muitos dos quais perfeitamente obcecados, sendo que a mim acusam desta ou aquela obsessão.

    A balança está demasiado desnivelada e ainda se queixam, como as guarnições romanas, que estão cercadas quando o Obélix aparece?
    É estranho, porque eu não caí em pequenino no caldeirão da poção mágica.

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  13. Rio Dão,

    Pode saber, sim. Não sou. Nunca fui. Sou sindicalizada desde que comecei a leccionar, já precisei do apoio jurídico, usei e continuo a usar os serviços médicos do sindicato, voto em eleições, faço as greves que entendo fazer e vou a manifestações/protestos em que entendo dever estar presente.

    Mas a sua pergunta revela algo que importa realçar: se alguém sai fora do mainstream dos comentários, se alguém remete para links que são úteis, se alguém discorda, então é porque esse alguém é nojento, traidor, formatado, cheio de ódio, segue cartilhas, deve ir dar banho ao cão, deve ir f****, tomar 1 calmante, é ovelha, é carneiro, tem palas, deve ir tratar da comida, roupa, etc,

    Pá, eu só quero participar e dar a minha opinião.
    Tão simples quanto isto.

    E, mais importante do que tudo, recuso debater com base nas adjectivações acima listadas porque gosto de trocar umas palavras sobre o assunto porque sou professora e ensino aos meus alunos a questionar o que nos rodeia e a questionarem-se sobre estereótipos, xenofobias e preconceitos diversos.

    (até lhes levo ou os aconselho a pesquisar os argumentos dos que afirmam que, por exemplo, a teoria do aquecimento global é errada).

    cumps

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