6 thoughts on “Funciona, Quando Se Deseja Uma Sociedade Apática

  1. Apreciei o primeiro comentário:
    «Thank you for your article. The problem could be with the research. Mindfulness without being driven by an underlying passion/interest is pointless. When highly motivated by an interest/passion, then mindfulness serves to enable a person to accomplish their goal with efficiency, calmness, focus, wisdom, insight, compassion and creativity at her fingertips. Mindfulness is the natural state of an awakened mind. »

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  2. Ainda sairá uma “research” a defender o tabaco, a lactose, o glúten, o açúcar, as gorduras, as pipocas, os torresmos ou qualquer coisa do género.

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    1. Quero lá saber de mais tretas de mindfulness e o raio que o parta.

      Eu sinto-me muito motivada é com o glúten, o açúcar, gorduras, pipocas ou torresmos.
      Quando é que vão começar a distribuir disso na escola, em vez da comida enfadonha com que nos presenteiam?

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  3. Ninguém, claro, coloca a possibilidade de esses exercícios potenciarem a consciencialização de que as pessoas possam ter um trabalho ou um atividade tão inócua, absurda, estupidificante e irrelevante que passem a ter muito menos vontade de ir ou colaborar com essas tarefas, sejam elas quais foram (chamem-lhe motivação, ou outro desses termos anedóticos da novilínguia empresarial)…
    Associar métodos e rituais de uma filosofia ancestral (excluo os protovendedores new age das modas) à apatia parece-me de uma presunção sem limites. E não lhe chamo outra coisa porque, por regra, aprecio muito as opiniões do autor deste blogue. As minhas desculpas.
    Para as empresas, será sempre preferível os seus funcionários levarem doses de lavagens cerebrais com sessões dirigidas por gurus empreendedores e motivacionais, cheios de chavões inspiradores e dopantes. Aí, sim, terão gente muito mais ativa, empreendedora e competitiva. A fazer exatamente o que todos querem que façam.
    Apatia?
    Lucidez e empatia não produzem bons agentes de gritaria em redes sociais e afins.

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    1. Associar métodos e rituais de uma filosofia ancestral (…)à apatia parece-me de uma presunção sem limites.

      Subscrevo.

      2- “Para as empresas, será sempre preferível os seus funcionários levarem doses de lavagens cerebrais com sessões dirigidas por gurus empreendedores e motivacionais, cheios de chavões inspiradores e dopantes.(…)”

      Talvez os “gurus empreendedores e motivacionais” andem por aqui:

      “Nos perfis técnicos nem só o know-how é importante. Recrutadores dão cada vez mais importância às soft skills.”

      https://www.dinheirovivo.pt/carreiras/galeria/soft-skills-sao-cada-vez-mais-valorizadas-em-perfis-de-engenharia/

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