E Se…

… existirem elementos de prova que fundamentem factualmente um desmentido ao desmentido?

Ligações polémicas do Governo à OCDE

O atual secretário de Estado da Educação, João Costa, tem um cargo com poderes de decisão na OCDE, que avalia as políticas adotadas pelo Ministério da Educação. Governante foi eleito em julho de 2017 presidente do conselho dos peritos responsáveis pelo TALIS, um dos relatórios mais importantes que avalia as condições de trabalho e os salários dos professores.

(…)

Também o deputado do PS Ascenso Simões disse na sua página do Facebook que leu «atentamente» e «duas vezes» o relatório da OCDE sobre remunerações e tempos letivos dos professores e a conclusão a que chegou é simples: «Nada do que lá está bate certo».

Para Ascenso Simões os cálculos da OCDE resultaram do «encontro de uma média entre as carreiras do básico e secundário com as do ensino superior», acrescentando ainda que há erros também no que diz respeito ao horário de trabalho dos docentes. O relatório «não analisa as obrigações burocráticas a que os professores estão obrigados», exemplifica o deputado socialista.

Por isso, Ascenso Simões alerta que o «debate político deve seguir por oposição de argumentos», mas que «não podem ser usados instrumentos que não são sustentáveis».

fog

 

6 thoughts on “E Se…

  1. O que eu me ria se se virasse o feitiço contra o feiticeiro… ahahah

    A maioria PS está decididamente cada vez mais longínqua… só espero que também não consigam nem sequer maioria coligando-se com PCP+BE.

    Lá vou mais uma vez ter de votar não em função de um determinado programa político, mas fazer voto contra determinado estado de coisas. Assim vem sendo desde o embaraçoso Santana (F)Lopes. Seja como for, PS, PCP e BE já estão excluídos do boletim de voto.

    Começo cada vez a achar melhor ideia que tudo seja governado a partir de Bruxelas e que não permitam sequer a existência de um político nacional. Por vezes, até parece que vivemos naquelas pseudo-democracias corruptas latino-americanas…

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  2. E se…
    Se for assim, é grave e verdadeiramente preocupante.
    Parece estar montado (ou consolidado, já nem sei…) um grande polvo. Um polvo azul, quiçá para confundir ainda mais…

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  3. O que terá o presidente dos afectos a dizer de tudo isto? Quando diz que pode promulgar, vetar ou pedir a constitucionalidade do decreto dos dois anos é o animal político ou o constitucionalista a falar? Alguém tem mesmo que colocar um ponto de ordem nisto tudo …

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