Eu Vi O Futuro da Educação E Assustei-me (Um Pouquinho)

Está aqui, tem uma ficha técnica que merece exploração, quase tanta quanto a lista de constructs no final ou o plano de implementação (a apresentação por uma das colaboradoras nacionais é mais fofinha) É que em 2030 eu ainda nem cheguei à idade da reforma…

The list is not exhaustive but constructs are selected that are closely related to the key concepts underpinning the framework.

‒ Adaptability/ Flexibility/ Adjustment/ Agility
‒ Compassion
‒ Conflict resolution
‒ Creativity/ Creative thinking/ Inventive thinking
‒ Critical-thinking skills
‒ Curiosity
‒ Empathy
‒ Engagement/Communication skills/Collaboration skills
‒ Equality/ Equity
‒ Global mind-set
‒ Goal orientation and completion (e.g. grit, persistence)
‒ Gratitude
‒ Growth mind-set
‒ Hope
‒ Human dignity
‒ Identity/Spiritual identity
‒ Integrity
‒ Justice
‒ Manual skills for information and communication technology (related to learning strategies)
‒ Manual skills related to the arts and crafts, music, physical education skills needed for the future
‒ Meta-learning skills (including learning to learn skills)
‒ Mindfulness
‒ Motivation (e.g. to learn, to contribute to society)
‒ Open mind-set (to others, new ideas, new experiences)
‒ Perspective-taking and cognitive flexibility
‒ Pro-activeness
‒ Problem solving skills
‒ Purposefulness
‒ Reflective thinking/Evaluating/Monitoring
‒ Resilience/Stress resistance
‒ Respect (for self, others, including cultural diversity)
‒ Responsibility (including locus of control)
‒ Risk management
‒ Self-awareness/Self-regulation/Self-control
‒ Self-efficacy/Positive self-orientation
‒ Trust (in self, others, institutions)

Já perceberam que o tal Perfil de Competências para o século XXI ainda poderia ser pior?

Orgasm

17 thoughts on “Eu Vi O Futuro da Educação E Assustei-me (Um Pouquinho)

  1. E os (des)governantes também deveriam ter essas competências para exercer, nomeadamente:
    ‒ Compassion
    ‒ Empathy
    ‒ Equality/ Equity
    ‒ Gratitude
    ‒ Human dignity
    ‒ Integrity
    ‒ Justice
    mas curiosamente, são caracterizados pelas competências opostas…

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  2. Alguns desses “constructs” são jibber-jabber puro e duro(alguns acima já referidos juntaria o grupo das qualidades pessoais que se desenvolvem em casa, sociedade e na escola fora aulas mas numa sala de aula…are u kidding me?????). Mas uma parte são competências or whateveryoumightcallit importantes para o mercado de trabalho et al que vos garanto faltarem a muitos estudantes do uniburgo e recém-mestres.

    No entanto. são importantes serem de alguma maneira desenvolvidos APÒS APRENDEREM OS CONTEUDOS DAS DISCIPLINAS das CIÈNCIAS, MATEMATICA, HISTORIA, , LINGUAS, EXPRESSÕES, ETC). Não estão a começar a escola pelo telhado mas sim pelo painel fotovoltaico e pelo colector e já possuem em carteira (uns amigos e tal) umas empresas “expertas” capaz de fazer aquilo estilo chave na mão.Beware

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  3. Todo o DN de hoje é um caminho unívoco para a suposta escola muito moderna cheia de inteligência emocional… Depois é um ”malhar” a torto e a direito na maldade do actual modelo escolar, que tortura meninos e pais pós-modernos. Há sempre o testemunho do professor arrependido por dar aulas muito secas e os velhos/novos gurus que farão engolir aos mais conservadores as luzes destes especialistas , ao fim de semana… O que nós temos de aturar depois de velhos!

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    1. É isso mesmo, depois de velhos… substituam-me por malta de 20 aninhos, formatada à medida, num “bom” curso superior para acreditar nisto, que eu não consigo. Já me esquecia, não há malta dessa, hoje em dia já ninguém quer ser professor em Portugal.

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  4. Significado: OECD (em inglês) – Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico (em português)

    Pelo que vamos observando e lendo, são “constructs” e “skills” que estão a ser procurados no mercado de trabalho. Parecem consensuais num presente e num futuro próximo. Empresas médias e de topo de gama procuram colaboradores com estes “perfis”.

    Mas como a gente fez-se desconfiada, a gente olha para a sigla e lê cooperação e desenvolvimento económico e a gente pergunta: Que cooperação e Que desenvolvimento económico, para Quê e para Quem?

    Outra questão é que, como se pode antever, a pressão para se ser um “colaborador/monitor” da educação para o futuro pode descambar numa entropia de “soft skills” e de aprendizagens em “banda larga”, o que se me afigura algo pernicioso.

    Ainda esta semana, o reitor da fac de Letras de Lx referia o seu contentamento pelo facto de todos os cursos estarem praticamente cheios. Optaram pelos tais cursos de “banda larga”.

    Talvez esta desconfiança plantada em nós por experiências passadas vividas não nos deixe ver um Futuro radioso e este Futuro radioso já esteja a ser ensombrado por referências a possíveis novas crises económicas, de desenvolvimento e de cooperação.

    Nota: Pelo sim, pelo não, vou imprimir estes constructs e skills. E as primeiras aulas da semana vão começar pela sua leitura. É que já tinha pensado em investir em força nesta via de Adaptability/ Flexibility/, sendo que o problema era os alunos pensarem que a professora estava a ficar senil e não queria era trabalhar, confundindo a atitude com este abraço e implementação pessoal ao “Stress resistance”.

    Já viram o debate que pode surgir ? Em 3 tempos lectivos abrange-se quase a lista toda!

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  5. Como querem alunos para os tempos modernos com escolas velhas, sem condições, sem computadores, sem salas suficientes?! Aí é que deveria começar a flexibilização! Turmas mais pequenas, salas com condições, com quadros decentes, projectores decentes,aquecimento e com possibilidade de outros arranjos de secretárias, mesas etc.

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  6. Vcs estão a ver mal a coisa.
    A única coisa que interessa para esta gente são os gráficos que se irão produzir no final onde existirá sucesso 100% .
    O resto são apenas desculpas.
    Alias os seus filhos e netos irão frequentar uma escola privada onde ca***g*** pra isto tudo.

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  7. Fiquei com dor de cabeça só de ler a introdução do Paulo. Como alguém escreveu, onde está o ” saber ler, escrever e contar”? Mas o problema deve ser meu (nosso), a idade, a resistência à mudança…

    Não virá a propósito, mas ouvi dizer que o principal motivo do descalabro nos resultados dos exames do CEJ terá sido a dificuldade dos candidatos na redação de textos. 😏

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