A Aposta De Alguns Operacionais Revisionistas Da Carreira

É apostar na divisão e seduzir alguns com uma proposta de revisão que os beneficie (como aquele que anda aqui pelos comentários a clamar contra a carreira única), para depois aplicar uma revisão que introduza ainda mais mecanismos de estrangulamento na progressão e reduza o número de escalões, aumentando o período de cada um. É uma proposta com anos, que acolhe apoios em mais “quadrantes do que parece”. Do tipo 6 escalões com 7 anos, havendo limites à passagem do 3º para o 4º e do 5º para o 6º.

Ora… isso mantém uma (espécie) de carreira única, apenas torna a sua escalada praticamente impossível, excepto para quem tiver regimes de avaliação “especiais”. Agora há dois desses regimes que são óbvios.

A estratégia é mesmo apostar em ressentimentos para obter apoios à revisão e depois lixar a todos com força. Um pouco como se tem passado em quase tudo o que se relaciona com os professores que estão na carreira há 15-25 ou mais anos.

Há anos que defendo uma carreira plural, mas com diferenciação funcional, com uma progressão paralela – sem quotas artificiais – para quem opte por especializações em gestão escolar, bibliotecas, apoios educativos (num modelo diferente do actual) ou mesmo em apoio jurídico. Ah… mas sempre com a obrigação de dar aulas nem que seja a uma turma.

piramide

8 thoughts on “A Aposta De Alguns Operacionais Revisionistas Da Carreira

  1. .Continue a defender a “carreira única” que os seus colegas docentes do Ensino Secundário “agradecem”.

    Será que a esposa é “professora primária” ou “educadora”?

    hummmmmmmmmmmm

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    1. Foi só chamá-los… vieram ao mel.~
      Basta ver a união Silva/Karamba.

      Por acaso, a “esposa” é “professora do Secundário” (e de vez em quando do 3º ciclo, pois o grupo de recrutamento é único).

      Ripa na rapaqueca e vai dar banho ao cão.

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  2. Silva/Karamba, a dupla de pró-secundários com pose de dromedários, por causa dos horários dos primários.

    Phosga-se… está quase tão bom como aquela do pinotes/guinotes.

    Acho que deveria ter cátedra secundária.

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  3. Uma coisa eu tenho a certeza, por mais atraente que possa parecer a nova proposta de revisão da carreira, ela irá ser fabricada por “contabilistas” espetaculares que provocarão uma brutal poupança em €€€€ nos cofres públicos.

    Com o nível de competências dos nossos sindicatos, onde continuam a ser comidos todos os dias não há como errar.

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  4. quando a última revisão foi aprovada, ficou definida de forma subrepticia a categorização dos profs que tanto se contestou: tirou-se o nome de ‘titulares’ mas apenas uma minoria está acima do 6º escalão, o que na prática ‘dá no mesmo’. Portanto, qualquer outra revisão será para manter ou piorar o que já existe, e o ‘resto são tretas’…

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