Lembram-se De Dizerem Que A Discussão da ILC no Parlamento Poderia Levar À “Perda” do Tempo De Serviço Que Ninguém Ainda Recuperou?

Parece que, afinal, o argumento só é válido para os outros. Curiosamente, o veto pedido a Marcelo do decreto-lei é que pode levar a novas negociações, sem qualquer garantia de que as coisas não fiquem exactamente como estão. Mas dizem que não há esse risco, mesmo se a verdade é que o governo pode decretar o que entender e depois do primeiro veto… pouco ou nada resta. Nada como apanhar mentiras logo à primeira esquina.

Exp27Out18Expresso, 27 de Outubro de 2018

 

17 thoughts on “Lembram-se De Dizerem Que A Discussão da ILC no Parlamento Poderia Levar À “Perda” do Tempo De Serviço Que Ninguém Ainda Recuperou?

  1. Dos do norte nada espero porque os conheço bem. Mas no centro e sul do país não haverá um conjunto de diretores “esclarecidos” que criem um movimento de demissão em bloco? E não apenas pelos respeitáveis 9A4M2D como também pela loucura dos diplomas de flexibilização, inclusão e outros…

    1. Isto é como naquelas formações em que todos têm medo de dar o primeiro passo. E mesmo quando combinam alguma coisa, a maioria dá logo dois passos atrás ou manda dizer que não teve nada a ver com nada.
      Há gente séria, sim, mas andam com muito medo das inspeções às vírgulas e aos documentos todos do 54, 55 e etc.

      E, sou obrigado a reconhecer, há compensações que custa perder.

    2. Não acredite nisso, colega Maria Silva. Os diretores são, na sua larga maioria, professores que nunca gostaram de dar aulas e a quem saiu a sorte grande por ocuparem um cargo que lhes dá um poderzinho que eles consideram muito importante… Correrem o risco de terem de voltar a entrar numa sala de aula? Não estou a ver… Foi uma peça muito bem jogada pela dona Lurdes Rodrigues. Os governos ficaram com uns capangas no terreno para o serviço sujo. Para se manterem no cargo, são capazes de tudo.
      Haverá exceções. Mas esas, infelizmente e uma vez mais, só confirmam a regra.

  2. Se funcionarem em bloco e escolherem bem o momento, serão venerados e não correm riscos porque serão seguidos pelos “comedidos”. No fim serão uns bravos. Meia dúzia deles vale mais que 60.000 professores. Também será importante que os cabecilhas sejam homens por razões que não precisarei de explicar.
    Vá lá coragem.

    1. Maria, na prática o que sugere é de difícil concretização, grosso modo pelos motivos já apresentados noutros comentários, mas, em teoria, concordo consigo.

      Uma centena de diretores teria muito mais impacto e força do que têm 100 mil professores. O problema é que muitos já estão colados à cadeira, desculpe, ao poder, outros são meras extensões do ME nas escolas…, outros perderam a coragem e o sentido de classe no dia em que foram ‘eleitos’ pela primeira vez.

      1. Cenário ilusório? São estas as palavras de um constitucionalista? Como podem os tribunais justificar alguma decisão a favor dos professores?

  3. Onde é que esta gente vive?
    Os diretores, TODOS, recusam-se a voltar a trabalhar (dar aulas), querem lá saber dos zecos. Têm a proteção do dono, para manter o tacho ( são mais 750€!!!) e perseguir os ex-colegas.
    Nunca se demitirão, só quem não sabe o que se passa nas reuniões com a tutela pode pensar o contrário, são sessões de “lambe-botismo” , subserviência e mediocridade inqualificável.
    O ME paga, além do suplemento, com um regime de gestão e “eleição “ absolutamente salazarento. Este regime permitir-lhes-á 48 anos de poder e quem se opõe tem o destino traçado…
    A única preocupação desses senhores seria a possibilidade de voltar a haver eleições nas escolas.
    Neste contexto deixo uma questão :
    Que noção/conceito de “democracia” estamos a passar aos jovens (alguns deles já vítimas, por ora, de manipulação nos CGs).
    Estes jovens serão os governantes de amanhã, o futuro vai trazer desagradáveis surpresas…

  4. Paleio a mais por parte dos sindicatos. Peguem nos 100mil €€ que recebem mensalmente das quotas e paguem a um escritório de advogados famoso.
    ESPETEM o M.E. em tribunal em tempo util.
    Greves e Bandeirinhas é conversa para boi dormir.

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