Mais Uma Sessão Dupla

Com A Viagem das Borboletas, uma estreia… a continuar o roteiro das leituras pelo agrupamento… desta vez só ficou o 2º ano de fora…

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Pelo Educare

Em devido tempo, publicarei a versão extensa que serviu de base à comunicação no CNE, na passada 2ª feira.

Uma Mistura Explosiva – Parte II

A “Sociedade do Conhecimento” torna-se, mesmo em países desenvolvidos, uma Sociedade da Ignorância que promove a exclusão do que é encarado como ameaçador. A Crença (irracional) supera a Ciência (racional). As soluções autoritárias baseiam-se nos medos irracionais e promovem discursos activamente anti-científicos. Apaga-se a Memória e faz-se acreditar que é possível recomeçar, todos os dias, em cada aula.

Educare

A Descarada Mentira Na Casa da Democracia

Demasiado mau… mesmo demasiado mau… na declaração de voto de um deputado que se gosta de apresentar como “técnico” e deve saber o que quer dizer exactamente “retroactivos” para a generalidade da população. “Desalinhado”?

Caro Paulo Trigo Pereira, shame on you.

“Importa sublinhar que os sindicatos reivindicam retroativos relativamente a todos os anos que as carreiras estiveram congeladas. Em nosso entender, o descongelamento já é um progresso, sendo que a verdade é que a questão dos retroativos não consta do programa do PS ou do programa do Governo, sendo algo injusto relativamente a outras carreiras atendendo, designadamente, ao facto de a progressão dos professores ser mais rápida que a existente no plano das carreiras gerais”, nota o deputado, na sua declaração de voto.

Pinoquio

(se PTP alegar, com o natural descaramento do situacionismo costista, que está a usar o termo no sentido de “acção sobre o passado” isso é tão válido para os 9 anos, 4 meses e 2 dias como para os 2 anos, 9 meses e 18 dias)

Fosse Eu Associado E Já Saberia Há Muito Que O Orçamento Seria Aprovado

Mão amiga (com sorriso malandreco) fez-me chegar ontem o Escola-Informação do SPGL do mês de Outubro que traz o artigo que reproduzo em baixo. Ou seja, muita gente andou a pensar que poderia acontecer o impossível. Para além isso, o autor (Miguel André?) explica-nos como a visão sindical compreende que o “bem maior” nacional se faça sobre o sacrifício dos interesses “particulares”. Confesso que é coerente com a matriz ideológica subjacente de que a Nação está acima dos indivíduos e que há quem saiba definir o “interesse geral” que, pelos vistos é incompatível com as reivindicações dos professores ou com o sector da Educação.

O que me deixa com uma dúvida… se os interesses “particulares” dos professores contrariam o “interesse geral”, por que raio de “causa” andamos a “lutar”? Uma que será contrário ao bem comum da Nação?

Sim, camaradas, ensinem-me o caminho e esperem que vos siga. 

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