E O Que Fez Vocelência Para “Meter A Mão Na Consciência” E Reformar O Sistema, Começando Pelo Seu Próprio Partido Ou Mesmo Pelas Pessoas Que Escolheu (?) Para A Sua Direcção?

Porque há limites para a paciência com esta prosápia do “são sempre eles, nunca sou eu”.

Rui Rio considera que a “maior parte” dos valores fundamentais pelos quais se fez o 25 de Abril estão a ser “abastardados com o desgaste que o regime tem tido”.

Questionado sobre se considerava necessário rever os procedimentos técnicos de registo de presenças no Parlamento, na sequência do o caso José Silvano, Rui Rio lembrou que “há muitos anos” defende uma reforma profunda do regime, nomeadamente do sistema político. E só lamenta que “sendo também o pensamento de muito outros” não tenha o apoio dos restantes partidos para avançar com essa reforma.

“Ou somos capazes de meter a mão na consciência e alterar verdadeiramente ou então vamos vivendo aqui de foguetes e de casos e as coisas vão-se degradando cada vez mais”, afirmou Rui Rio, aos jornalistas, à margem de uma visita ao Centro Hospitalar da Póvoa de Varzim/Vila do Conde.

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8 thoughts on “E O Que Fez Vocelência Para “Meter A Mão Na Consciência” E Reformar O Sistema, Começando Pelo Seu Próprio Partido Ou Mesmo Pelas Pessoas Que Escolheu (?) Para A Sua Direcção?

    1. Amigo Magalhães,

      E com o tipo de reacção que quase todos temos nada muda nem mudará. É uma espécie de oligofrenia bem formatada. Até nos discursos *mais *inteligentes. Este fim-de-semana li alguns manuais, do 5º ao 12º ano, de algumas disciplinas. De uma Mega Editora. Foi esclarecedor.
      Não há pachorra, de facto …
      Boa semana!

  1. “Vocelência” fez o mesmo que os outros, ou seja, NADA! Nem fez nem acredito que venha a fazer.

    Aliás, porque é que haveria de fazer
    alguma coisa se a ‘ordem estabelecida’ é a ordem que a todos eles convém?
    Ou melhor: foram eles que a definiram, por isso é esta a ordem que querem.

    Muitos (?) eleitores é que gostam (e ainda bem, pelo menos em parte…) de acreditar em discursos ‘moralistas’, de rutura com os vícios instalados, etc., etc.

    Para mim, Rui Rio é uma figura “enigmática”… Não dá para entender…

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