Os Sete Anões Do Mais Branco Que A Neve

É difícil encontrar central de comunicação mais alinhadinha quando se trata de malhar nos do costume e nos seus alegados “privilégios”, nem que seja malta de charuto e uísque velho a lamentar os desempregados e sem-abrigo ou em sofá de boa pele e brandy aquecido a perorar sobre os precários privados como se de “indignados” se tratassem. E parece que ainda há quem ressuscite aquela dos “retroactivos”

 

14 thoughts on “Os Sete Anões Do Mais Branco Que A Neve

  1. Jornalistas da treta que acham que são gente.
    Se não fosse o encosto que tiveram na vida, nunca por mérito próprio, nunca estariam nessas poltronas.
    Observem bem as origens e os padrinhos de cada um. Depois conversamos.

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  2. 7 anões… com o síndrome de Peter Pan.

    O mais difícil na galeria fotográfica pouco fotogénica é dizer quem é que é cada um dos anões…

    O Zangado(-mor) e o Soneca é fácil (e são vários), mas para o Mudo (Dunga), o Mestre, o Dengoso, o Feliz e o Atchim não encontro paralelo direto.

    A Branca de Neve não aparece e percebe-se porquê. 😊

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  3. Nem os irmãos Grimm se lembrariam de criar estas personagens. 🤔
    Talvez porque a história em que entrassem seria um fracasso garantido e as crianças nunca mais seriam as mesmas.

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  4. Ó pá!
    Ele há ladrões de bicicletas, de bancos , de carros , de castanhas, de azeitona … eu sei lá!
    Mas de tempo… Ladrões de tempo? Essa só num partido de governantes dum país “que é uma pastagem” como dizia Eça…
    Ladrões de tempo!?

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  5. É verdadeiramente lamentável que sempre que os professores são o alvo a abater, deste ou de outro governo, venham estes oleiros da opinião pública levantar as suas peças não com o barro puro da verdade, mas com a bosta da mentira e da meia verdade, ajudando assim a melhor consolidar o roubo e os maus tratos que sobre nós se vêm perpetrando.
    Por seu intermédio todos nós ficamos a saber que aquilo que é contratualmente devido aos professores é um atentado ao equilíbrio das contas públicas do estado, mas quando se trata das rendas estratosféricas das parcerias, dos ditames de uma banca insaciável e dos políticos que têm por missão alimentar esse status este painel de sacanas entra em coma, não se lhes ouve uma palavra.
    Estes artesãos da mentira passeiam-se vaidosamente nas redacções dos média nacionais, pensando que são o supra-sumo do jornalismo, mas não passam de um bando de cangaceiros a soldo de interesses instalados, deixando atrás de si um cheiro insuportável da matéria prima com que trabalham.
    Deixei de comprar jornais e assinar revistas desde os tempos da bruxa rodrigues precisamente por causa do jornalismo tendencioso tão bem ilustrado por este painel de figurantes.

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