Os Amigos São Para As Ocasiões

Publico e comento por estar em divulgação pública numa rede social. O SE Costa feliz com a reportagem feita à medida da propaganda governamental e o debate sem contraditório ou em plano de igualdade de condições, como ele aprecia, para que ninguém lhe pergunte coisas aborrecidas e seja obrigado a dizer algo mais do que “em alguns países”.

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Reparem agora em parte dos comentários e no nosso amigo César Israel Paulo – que me escapa agora em que escola está a desenvolver este tipo de excelentes práticas inovadoras – a chegar-se à frente por duas vezes, sendo que na segunda se percebe bem no que consiste o “plano” comunicacional do ME. Leiam e aprendam como se trata da vidinha em pouco mais de um par de anos, às cavalitas das situações.

Só lamento que ao fim de horas tão dedicado cortesão ainda não tenha laikes.

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43 thoughts on “Os Amigos São Para As Ocasiões

  1. Os funcionários públicos com aumento entre os 28 e os 55 euros em Janeiro de 2019 perdem os pontos que acumularam na avaliação e não poderão progredir na carreira. Proposta do Governo desagrada aos sindicatos.

    A César o que é de César e a Israel o que é de Israel.

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  2. Ainda dizem que as FAKE NEWS abundam nas redes sociais. Na TV é muito pior. Propaganda sem contraditório. Isto lembra-me o tempo de Sócrates+Valter Lemos+ Lurdinhas.

    NOJO

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  3. Dr. Guinote, você é tão patético.
    Insinua e não acusa, faz campanha como se fôssemos todos tontos e não nos lembrássemos do seu eclipse na era Crato.
    Fala de pessoas com carreira académica consolidada, como os Professores Joaquim Azevedo ou Professor José Verdasca, do SE ou de outros do alto da sua arrogância. Mas de si não se conhece carreira académica e a sua fama é de para-sindicalista, sem a coragem de assumir o seu sindicalismo. Acusa as escolas PPIP de serem totós e refere-se à colega que esteve na televisão em termos inaceitáveis entre colegas.
    Saiba que o seu palco são os anónimos que vêm comentar e os jornalistas que vem aqui procurar notícia e escândalos insinuados por si.
    É patético, Dr. Guinote.
    Não lhe conhecemos obra. Não lhe conhecemos capacidade que não seja a de falar mal de tudo. Patético. Se não acredita em como outros trabalham, não se mace e deixe-nos trabalhar.
    Insinua que se compram reportagens, mas não apresenta provas. Põe em causa uma jornalista e não prova nada.
    Experimente mostrar como dá aulas e compare o que faz na liderança da sua escola, que julgo que é da direção ou de qualquer órgão, com o que se faz aqui em Rio Maior.
    Dê-nos trabalho seu cientificamente validado para podermos perceber o que pensa afinal sobre educação.

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    1. O Doutor Paulo Guinote não precisa de defesa, nem eu a estou a fazer. Mas não posso deixar de perguntar-me: Paulo Guinote não tem obra? Só sabe “dizer mal”? Paulo Guinote escreve sobre educação, e não só, como poucos. PG tem obra, sim. É procurar os seus livros, os seus artigos e as suas tomadas de posição em programas e congressos para os quais é convidado. Mais, o Doutor Paulo Guinote escreve informadamente, com lógica e gramática. Nem todos se podem gabar disso. Só não sabe o que é que o Paulo Guinote pensa sobre educação, quem não quer. Não é por falta de divulgação pública e publicada.

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    2. 1. Eclipse na era Crato? Enlouqueceu?
      2. O anónimo aqui chama-se António.
      3. Quem não tem carreira académica é um nada. Muito bem para quem acusa os outros de arrogância. Que momento para trabalhar em Cidadania e Desenvolvimento! Talvez não sejam os alunos a precisar, mas os supostos adultos que os educam.
      4. A colega foi vergonhosa! Quem não é capaz de um discurso articulado não se expõe.
      5. Dar aulas? Não sabia que isso é retro? Que são os alunos quem comstroi o seu próprio saber, o seu próprio conhecimento?
      6. Se não tem obra publicada nem carreira académica, por que motivo o trata por doutor? Um momento cooperiano?

      Eu compreendo: quando a ferida nos doi, temos de nos queixar.

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    3. Glória Bastos,
      Obsceno o seu comentário.
      Vergonhoso,falso, inqualificável, lamentável !!!!
      Que postura… não tem vergonha ?
      O Paulo não precisa que o defendam. Não necessita ,nem nunca necessitou de cenários pré-montados e feitos “por medida “.
      Limita-se a dizer o que sente e pensa. Pelos vistos incomoda e muito esta gente sem capacidade ,perfil, carácter e sem um mínimo de postura como julgo ser o seu caso. Há quem lhe chame “dor de corno “…
      Segue um abraço para o Paulo… ( estar sujeito a gentalha deste calibre ) a minha total solidariedade e o pedido para nunca desistir de dizer as verdades.
      Por muito que custem a engolir às glórias cá do burgo.

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    4. Cara colega Glória Bastos,

      A sua fúria é causa de cegueira, mas certamente por dificuldades de compreensão do discurso escrito ou de pesquisa.

      Vamos lá, devagarinho, para que entenda:

      1) Em nenhum momento do post (ou ontem) me referi sequer ao Agrupamento de Escolas de Rio Maior. Se reparou, nem cheguei a perceber bem qual era e não qualifiquei o trabalho lá desenvolvido.

      2) Ontem escrevi: “Entendo todos os argumentos, partilho a maioria das ideias.” e acrescentei “Discordo da forma como se apresenta tudo como inquestionável, na modalidade “todos sabemos que…”, “todos os estudos indicam que…”. Sim, todos ambicionamos uma escola de sucesso total, em que todos possam sorrir, alunos, professores, funcionários, famílias. Só tenho pena que este tipo de ideologia não se estenda a todo o país.”

      2a) Parece-me estranho que quem afirma que entende os argumentos e partilha a maioria das ideias vos tenha acusado de ser “totós”. Releia lá o que foi escrito por mim e interrompa o chorrilho de disparates. O que escrevi sobre uma colega que apareceu na televisão a falar é, como se percebe, muito mais simpático do que o escreve sobre mim. “Entre colegas”.

      2b) Isso não significa que eu não ache que em torno do SE Costa se formou um grupo de cortesã(o)s que abana muito a cabeça a tudo o que lhes dê um cheirinho de proximidade ao poder. Não sei se é o seu caso, desconheço-a em absoluto. Não sei quem é, Apenas que deve ser devota da Nova Fé Flexível e Inovadora.

      3) Pode dirigir-me os epítetos que bem entender, está no seu direito, é a sua opinião. Deveria era dar-lhes alguma substância. Por exemplo… quando fala em “eclipse” deve, por certo, estar a falar em artigos como este: https://www.publico.pt/2012/01/09/jornal/ano-um-de-crato-ou-ano-sete-de-socrates-23745365. Em que, certamente antes de si, assumi publicamente que Nuno Crato nada trazia de substancialmente novo. E continuei a afirmar isso… mas certamente não terá dado por isso, porque só deve ler o que lhe interessa e faz muito bem.

      4) A parte da “obra”, seja ela “académica” das personalidades em apreço pode ser verificada com uma pesquisa não muito demorada, na Porbase. Não me fica bem demonstrar que parte das pessoas que apresenta como sumidades – excepção feita ao Professor Joaquim Azevedo a quem prezo mesmo quando discordo – estão muito longe de o ser e não teria qualquer receio de as enfrentar nesse terreno pois tenho “obra” publicada na minha área disciplinar há quase 30 anos. Quanto à minha “obra” como docente, sempre são três décadas de alunos, com horário completo, muitas centenas de aulas por ano,,, sendo que nunca recearei qualquer avaliação feita por eles… nem tod@s podem afirmar isso. São muitos os que fogem a correr da sala de aula logo que podem.

      5) Sobre “insinuações”… ora bem… a reportagem e o debate foram feitos sem qualquer contraditório. Ninguém que apresentasse outro tipo de abordagem. Estando quatro em “palco”. Repare que não ´´e lamento pessoal que me move. Percebi pela única vez que estive num “debate” com o SE Costa que ele “dita as regras”… e fica com a última palavra, para parecer que é mesmo assim-

      6) No seu comentário não negou qualquer das minhas afirmações, que não são insinuações. São todas afirmações muito claras. A reportagem foi muito elogiada pela Corte do SE Costa, sugerem-se mais peças do género, ninguém teve direito a contraditar seja o que for ou a pedir ao governante que especifique os tais países que terão proibido as retenções. Ou seja,,, o seu comentário é um exemplo claro do que me acusa, só que nesse caso sem fundamento algum.

      7) Não percebo porque escreve no plural. Sois Majestade? Ou andais a mando de alguma? 🙂 Isto, sim, é uma insinuação… percebe a diferença?

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      1. Deve ser plural majestático. Dá sempre um outro ar, outra seriedade, outra ‘força’ ao discurso. 😊
        Para além do mais, é muito mais académico. 😊

        (Desculpe brincar com isto, mas eu sou assim.
        Como não tenho obra – nem feita nem encomendada – não interesso à colega Glória e mesmo assim existo, mesmo sendo ‘anónima’. Um absurdo…)

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    5. Proponho que a senhora Glória de Matos mande calar o Dr. Paulo Guinote.
      E, já agora, conheço poucos professores que alinhem com o que vi na escola de Rio Maior… Mas engolem porque é o prato que lhes é servido!
      Quanto ao programa foi pura propaganda porque não pode ser outra coisa num programa onde não há contraditório!

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    6. Então glorinha, perdeu o pio, ou anda atarefada a ler tudo o que o Paulo Guinote tem escrito e feito? Acho muito bem que tenha começado já, estes dias não vão ser suficientes… e penso que para compreender mesmo tudo como deve ser irá precisar de muuuuito tempo mesmo!

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  4. No mínimo, o seu comentário não é condizente com esta quadra de paz, doce e católica.
    Tanta precipitação…

    Porquê um discurso/coração tão amargo?

    O Paulo não tem obra feita?? ‘Distração’ sua, com certeza.

    Muitos dos ‘anónimos’ que aqui vêm têm nome, conhecem o Paulo assim como o Paulo os conhece e sabe quem são.

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  5. Eu sou uma dessas anónimas, que conhece e aprecia a obra publicada do Paulo Guinot. Seria menos humilhante, para si, se se informasse melhor, antes de publicar o comentário, que, repito, só a pode envergonhar, por mostrar ignorância, inaceitável, em alguém que se intitula “professora”.

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  6. Obrigado a quem me defendeu… até porque a comentadora Glória Bastos ofendeu a maior parte de vós de uma forma absolutamente incoerente com os “princípios” que deveriam nortear a sua intervenção que foi maliciosa (no sentido mais literal do termo) e, em algumas partes, apenas mentirosa.

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  7. A arrogância desta gentalha! Não têm noção o seu lugar na ordem das coisas….Permitem-se dirigir-se ao Paulo Guinote como se estivessem a lidar com simples secretários de estado ou ministros da treta!!! Sinceramente! Já não há respeito!

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  8. Muito bom, Paulo! Estamos a acertar no alvo. O dedo na precisa ferida. Na mouche. Se os comentários no blog são de soldados rasos (ralé, portanto), por que razão a Sra Bastos tanto se melindra? Não gosta de ler as verdades é?
    Quando não se gosta da mensagem ataca- se o mensageiro, é? Essa é tão velha….
    Estou mas é estupefacto com o descaramento em usarem as imagens das crianças! Onde está a proteção de dados???!!! Isto é ilegal e criminoso. O próprio ME já instruiu as escolas nesse sentido! Mas quando é propaganda vale tudo, é??????!!!!!

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  9. A anónima Anabela Magalhães também vem aqui deixar o seu comentário de quando em vez. Mesmo quando não deixa qualquer comentário, aprecia, e de que maneira!, esta leitura diária de uma escrita que é realizada com inteira independência e honestidade intelectual, coisa tão mas tão rara nos dias que correm. Força aí, Paulo Guinote! Nós agradecemos… plural literal… 😉

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  10. “O discurso, mais elaborado do que é habitual na actual geração de políticos medíocres, tende a tornar-se convincente e sedutor até, pelo encadeamento lógico das ideias e pela mensagem de fundo que consegue passar aos mais incautos: tudo isto é feito em nome da felicidade, do sucesso e do superior interesse dos alunos. Postas as coisas nestes termos, quem se atreve a discordar?…” António Duarte in Escola Portuguesa
    Tenho a acrescentar que pessoalmente fui beneficiado por este ME. No tempo de Crato, com uma avaliação externa baixa estava quase só como professor de apoio. Agora são 3 e com projeto “Sucesso” +1 professor. Para 20 turmas é muito melhor que antes. Sim são alocados mais professores às escolas colaborantes.

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  11. Exma. Sra. Dra. Glória Bastos:

    O Dr. Paulo Guinote, com quem não tenho o prazer de privar e que apenas conheço deste blogue e do anterior (“A educação do meu umbigo”), tem, seguramente, feito mais pela Educação neste país do que o actual Ministro e todo o seu séquito.
    E digo Educação, nem sequer me refiro apenas aos professores em concreto…

    E apesar de concordar com ele na maior parte das vezes, isso não significa que concorde sempre com todas as opiniões do Dr. Guinote. Mas reconheço-lhe uma tenacidade e capacidade de análise e de trabalho que, sinceramente, gostaria de ver por parte dos illuminati que compõem ou que gravitam à volta do Ministério da Educação.

    E, sim, bem sabemos quão incómodas podem ser as vozes discordantes e como a actual conjectura política lida com as mesmas. Não nos esquecemos daquela frase lapidar: “Quem se mete com o PS leva”. É esta a Ética Socialista.

    Bajular, bajular é preciso! Sim, porque os cargos e os “cargozinhos” não se alcançam por mérito, alcançam-se por outras vias…

    Espero que o Dr. Guinote continue por muitos e bons anos a exercer o seu direito de opinião e que isso não seja qualificado como um delito. Se, por absurdo, o fôr, cá estaremos…

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  12. ‘Saiba que o seu palco são os anónimos que vêm comentar e os jornalistas que vem aqui procurar notícia e escândalos insinuados por si.’

    Saiba a doutora Guidinha que, naquilo que me toca, reclamo o meu direito ao anonimato. e não o discuto com quaisquer guidinhas que surjam como paladinas da verdade, desde que a verdade seja adstrita ao que diz quem manda.

    Saiba a Guidinha que o nosso colega Paulo não é patético. Já a Guidinha me parece menos que patética… a Guidinha será – alvitro – pateta?

    Saiba a menina Guidinha que em público e de cara descoberta,digo em voz alta e perceptível o que aqui escrevo.

    Saiba ainda que, caso me seja solicitado pelo autor deste blogue, lhe darei a minha identificação pessoal sem qualquer problema.

    Umas rosas para si, menina Guidinha.

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  13. Curiosamente, encontrei hoje um colega que trabalha naquele agrupamento e perguntei-lhe se aquilo era mesmo assim como na reportagem… Resposta: claro que não! Muito fogo de vista e em termos de autonomia a coisa é muito relativa. Contámos, aliás, que na minha escola há mais momentos de encontro e articulação nos horários dos colegas de um mesmo ano/projeto, do que lá em Rio Maior, onde a coisa se resume a 45m semanais… Mas, claro, por lá há uma sala de aula do futuro, toda “sharánnn” e, como dizia o outro, “é disto que o meu povo (leia-se comunicação social) gosta”…

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  14. Calma, depois do Ano Novo ficarão a saber isso e muito mais. 😉
    Parece que o ‘filme’ vai ter pelo menos uma terceira parte. Quem sabe com “happy end”. 😊

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