E O Que Pensa O Líder Parlamentar Do PS Nos Tempos do Segundo Governo de Sócrates E No Início Do Segundo Congelamento Da Carreira Docente?

“O Governo não pode ceder” aos professores, diz Assis

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(há poucas criaturas políticas que me causem mais repulsa… nem é por esta opinião, mas por tudo o que tem de sinuoso, dissimulado, carreirista mesmo quando parece que está contra, sempre pronto para uma nova nomeação… )

Quando A Municipalização Da Educação Ou Saúde Correr Mal…

… a desculpa já está ensaiada e aposto que não haverá indemnizações como agora (que nem são muitas e por isso o Centeno deixa). O governo quer ficar bem na fotografia mediática, mas o aviso é bem claro…

Tratando-se de uma infraestrutura municipal há mais de treze anos, não competia ao Estado fiscalizar, manter, conservar, reparar ou gerir a EM 255, sendo estas competências exclusivas do Município de Borba, pelo que inexistiam indícios que ao Estado coubesse uma responsabilidade objetiva ou subjetiva emergente da derrocada da referida estrada municipal.

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E Nos Açores?

Ao ignorar questões como estas, o PR prestou um péssimo serviço à sua credibilidade como constitucionalista, mas brilhou como equilibrador de pratos em movimento.

Todos os professores do continente que tenham dado aulas na Madeira, durante o período de congelamento, podem ver contabilizados esses anos de serviço para efeitos de progressão na carreira. Este tempo de serviço prestado na Madeira será contabilizado além dos anos que o governo de António Costa irá reconhecer aos professores.

O problema não está no formalismo da negociação, mas na substância do problema e das soluções apresentadas.

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Pelo Público

Aquilo que acho sobre o assunto, sem ver o que lá não está e percebendo que há um PR que tentou agradar a todos, dando a uns algo que não tira a ninguém.

Um veto inócuo e uma pós-verdade

O Presidente da República optou por fundamentar o veto numa questão formal e fácil de contornar pelo Governo.

PG PB