A Ler

DA AVALIAÇÃO DAS ESCOLAS

(…)

A indicação da inclusão como “indicador-chave” e a definição das métricas qualitativas parece-me interessante mas importa ter uma ideia muito clara do que estamos a falar e a avaliar. Em nome da inclusão conhecem-se abordagens que atropelam direitos e promovem exclusão e, obviamente, muito boas experiências. Retomo o entendimento de que os critérios essenciais em matéria de educação inclusiva assentam na participação, na pertença e na aprendizagem, repito, na aprendizagem. Não contemplam a “entregação” numa sala de aula e a acomodação numa qualquer medida prevista no quadro legislativo num processo burocratizado.

exclama

9 thoughts on “A Ler

      1. Olá Paulo. De facto escrevi à Pressa e saíram algumas gralhas. Não escapam aos professores competentes e agradeço. No entanto, escrevi intencionalmente “entregação” em vez de “integração” pois, na verdade, muitos alunos são “entregados” nas salas de aula e quem lá está que resolva oe que, evidentemente não tem rigorsamente a ver com inclusão ou intergração. abraço

    1. E o que é um conselho geral? Para que serve? O que fazem os professores lá? Defendem-se a si e aos seus colegas? Ou têm de única e abnegadamente representar a escola e o interesse maior dos alunos e não a si próprios, sem receberem nada em troca? E os pais? Para mim só lá estão preocupados com os seus próprios filhos e pouco mais, não vêem o geral! E os representantes locais, que muitas vezes nem os pés põem nas reuniões? E como podem por exemplo os representantes dos professores e dos funcionários avaliar o director e as suas opções, se são “subalternos” deste e podem sofrer represálias? É uma fantochada…

  1. Não sei se existem critérios essenciais, insisto nos termos, para integrar o Conselho Geral de uma grupamento ou escola. No meu caso ia a passar na rua perto da escola com os meus netos e convidaram-me. Como sou velho, o que me torna inimputável, aceitei. A verdade é que confio na extrema competências dos professores que trabalham no agrupamento. Também tenho o hábito de ser prudente sobre juízos pessoais em termos públicos sobre pessoas que não conheço mas, já se vê, é coisa de velho.

    1. Não fiz a observação com má vontade, pois o que me interessava era mesmo que lessem o que pensas sobre o assunto.
      Irei corrigir para “entregação” de novo.

      Que não exista qualquer mal entendido.

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