O Que Costa Fez Foi Meter Certos “Lutadores” Na Lapela Entre O Fim de 2015 E A Primavera De 2018

Agora percebo que se sintam que o tempo é escasso para apresentarem serviço e, mais importante, resultados. Quanto a credibilidade, julgo que ficou perdida tanto para quem os embarretou, quer para quem ajudaram a manter (na sua maioria) embarretados.

Mário Nogueira: “Costa meteu na cabeça que a guerra contra os professores lhe vai dar mais votos”

(,,,)

Para que exista alguma decisão sobre esta questão ainda nesta legislatura, como o Governo se comprometeu a fazer, tem de ser até ao final de Março, meados de Abril, porque depois entramos em modo de eleições. Mesmo que pudéssemos fazer grandes guerras no final do ano lectivo, e não estou a dizer que não as vamos fazer, isso teria mais um sentido de intervenção no acto eleitoral do que de resolução do problema, porque o Governo, entretanto, entrará em gestão.

Dupla TiagoMário2

(e acho mal culpar o ministro Tiago e querer que o demitam apenas por ter feito, e muito bem, o papel de adormecedor que lhe foi destinado)

10 thoughts on “O Que Costa Fez Foi Meter Certos “Lutadores” Na Lapela Entre O Fim de 2015 E A Primavera De 2018

  1. “Mário Nogueira, considera que o Governo está a fazer o que sempre quis desde o início: adiar a questão da recuperação do tempo de serviço para a próxima legislatura para, no caminho, conseguir mexer na estrutura da carreira docente.”
    Tendo consciência disso, então o que é que tem/têm andado a fazer desde então? Alinhou na estratégia porquê? Dava-lhe jeito? Só pode…
    Repugnante, no mínimo (repugnante é aqui eufemismo de uma palavra que não vou escrever porque não sou igual a este tipo de gente.)

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  2. “Mesmo que pudéssemos fazer grandes guerras no final do ano lectivo, e não estou a dizer que não as vamos fazer, isso teria mais um sentido de intervenção no acto eleitoral do que de resolução do problema, porque o Governo, entretanto, entrará em gestão.”
    Como classificar uma afirmação destas? Têm ideias?
    Por mim, que façam as guerras sozinhos.
    Isto de fazer guerras unilaterais, sem armas, com uma estratégia definida para perder, sem “generais” convictos do que é uma “guerra” e, mais importante ainda, penso eu, sem a quererem ganhar, é uma palhaçada e uma total falta de respeito pela classe que deveriam representar e defender.

    Depois da comédia de julho, pus as armas à venda no olx, embora não tenham dado para o prejuízo…

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  3. “Com papas e bolos se enganam os tolos!”
    Mas… mas houve qualquer coisa extra neste filme … troca de anos de serviço ( pela antecipação da data de aposentação )… No interesse de alguns no imediato. Não acredito que o M.N. ainda acredite no Pai Natal .

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  4. “A entrevista de Mário Nogueira, dada ontem ao Público, faz uma análise acertada e um ponto da situação realista relativamente às lutas e às expectativas dos professores.” um blogue escreve isto… outro diz “56 Mil Professores Ultrapassados
    Cada vez mais me convenço que esta medida é destinada a alguém muito próximo de quem decide…
    Cada vez mais voz do Paulo se torna a mais lúcida…

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