Zero, Senhor Presidente!

Porque a métrica da dignidade só se mede em fracções quando já foi perdida. Lamento que o não entenda. Solução criativa ou imbecil, o tempo de serviço prestado deve ser devolvido a quem o trabalhou por completo. “Populismo”, por exemplo, é branquear o amesquinhamento, com dados falsos, feito pelo governo e os seus delegados na comunicação social, alegando que os professores querem ser “privilegiados” ou são “egoístas”.

Marcelo questiona professores: “É preferível zero ou alguma recuperação?”

Pessoalmente, expliquei isso há quase 5 meses, não me apetece repetir tudo.

Zero

(e desta vez abri uma excepção e escrevi mesmo ao senhor PR, enviando-lhe este post)

 

Esta Semana, No JL/Educação

Um texto com alguns argumentos chatos de um tipo chato que insiste em não saltar para as trincheiras do momento, não porque goste das outras, mas porque antes com convicção no meio de fogo cruzado do que mansinho no meio de um dos rebanhos.

PG JL Fev19

(talvez nos próximos dias consiga ter tempo para criar uma página específica para os textos publicados no JL, pelo menos até final de 2018; sendo os únicos que me pagam, por respeito, não gosto de os incluir por inteiro no blogue enquanto a edição está nas bancas)

 

Mas A (Uma Outra) Questão Não Será… Onde Está O Dinheiro?

Que ninguém entre nós é responsabilizado quando a coisa chega aos milhões – as excepções são meros cordeiros sacrificiais para dar uma aparência de normalidade – já todos sabemos. A accountability pára quando se chega a qualquer quadro superior com cartão partidário.

Dirigentes da Segurança Social recusam multa por terem pago milhões a mortos

Segurança Social e Centro Nacional de Pensões pagaram 3,7 milhões em pensões a beneficiários que já tinham morrido, segundo o Tribunal de Contas. Dirigentes da Segurança Social recusam responsabilidades financeiras.

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