6ª Feira

Depois de ouvir o senhor presidente legitimamente indignado com a mais ligeira ilegalidade na conduta dos enfermeiros em relação ao seu cumprimento de todas as leis e regulamentações, fiquei com a absoluta certeza que o fará em relação ao Governo e ao seu desrespeito pelo quadro legal relativo aos professores.

marcelo-rebelo-de-sousa-borat

20 thoughts on “6ª Feira

  1. Fico perplexo.
    Saúde e Educação tão importantes e a correspondência salarial não é equivalente à sua importância.

    O Sr presidente irá certamente obrigar o governo a respeitar a ilc.

  2. Questão prévia à greve dos srs. drs. enfermeiros, simples técnicos de saúde:

    1) a razoabiiidade de exigirem 1600 euros (!) no início da “carreira” (compare-se, por exemplo, com profissões universitárias) ;

    2) a reforma aos 57 ( compare-se com outras de idêntico ou maior “desgaste” )

      1. Não, só pessoas com um QI formidável (e a mais o divino Baldaia) é que podem ter a clarividência necessária para chegar à brilhante conclusão de que se deve atribuir o desanimo dos enfermeiros a umas dicas manhosas enviadas por alguém do Grupo Mello. Inspirados, estas invejáveis luminárias podem até perceber sem qualquer dúvida o destino do Universo e o segredo da Arca da Santa Aliança.
        Some-se que mais modestamente, os pobres e desapoderados rapazes e raparigas da p’litka e até mesmo da SIC é que podem chamar à atenção para a alarvidade exagerada das fortunas que os enfermeiros -esses lorpas- levam para casa.
        Cada um faz, dentro das suas possibilidades, o que pode!
        Querido amigo ‘Dr’, ainda bem que tu e os teus companheiros do nosso rico partidinho levantam bem alto essa verdade no intuito claro, cá está! de salvar o SNS e até mesmo a Pátria.
        Obrigado dôtoré. Muito obrigado.

    1. A profissão de enfermeiro e de professor é muito mais desgastante do que a de muitos militares, polícias e forças de segurança. Sobre isso não tenho qualquer dúvida. No entanto, estes últimos têm o direito em ir para casa com o ordenado por inteiro aos 50 e poucos anos ao abrigo de uma “reserva” que já não faz sentido. Por acaso, enquanto estão na reserva treinam, estão em forma para defender a pátria? Não. É cá com cada barrigudo!
      Se há alguns agentes que arriscam a vida todos os dias, muitos há que só fazem trabalho administrativo ou lides domésticas como sejam os cozinheiros das messes, etc. Têm direito a ir para a reserva com vencimento por inteiro porquê? A reserva é uma reforma encapotada.

  3. Sobre o sr. MACSELFIE também não tenho quaisquer dúvidas. Do que depender dele, os professores podem continuar sentados à espera. .. É tudo fogo de vista. Como diz o povo: muita parra, mas pouca uva.

  4. Com a devida vénia,da Maria

    “Questão prévia à greve dos srs. drs. enfermeiros, simples técnicos de saúde:

    1) a razoabiiidade de exigirem 1600 euros (!) no início da “carreira” (compare-se, por exemplo, com profissões universitárias) ;

    2) a reforma aos 57 ( compare-se com outras de idêntico ou maior “desgaste” )”

    1. Caro “Dr” Malvesco/Eu/Manuel,

      Questão prévia: compreendo o uso de nicks e pseudónimos, já me escapa que mudem conforme as situações, por forma a inviabilizar coerências na argumentação.

      1) Não percebo as aspas em “carreira”.
      1a) É negociar o tempo e o modo. Qualquer funcionário de apoio administrativo da Ministra da Saúde aufere acima de 1700 euros, independentemente da posição na carreira. As secretárias pessoais auferem mais de 2200 euros. Não sei se será “ravoável”.

      2) Não percebo as aspas em “desgaste”.
      2a) É negociar o tempo e o modo. Numa profissão de risco para a vida humana, aceito uma idade em torno dos 60 anos como adequada à reforma.

      Questão posterior: o argumento de nivelar pela mediocridade é sempre sedutor para alguns.

      1. Técnicas especialistas a mais de 3500 euros.
        https://www.portugal.gov.pt/pt/gc21/governo/nomeacoes/gc21/nomeacoes/ministro-da-saude.aspx

        Podem encontrar-se motoristas com o 1º ciclo ou o 6º ano com mais de 1700 euros mensais. Com o devido respeito pelas pessoas e competências, um deles exerce funções apenas desde 2011.
        https://dre.pt/application/file/a/117147091

        https://dre.pt/application/file/a/117147097

        Quanto ao desconhecimento acerca dos salários no Ensino Superior, é simples resolver:
        https://www.snesup.pt/htmls/_dlds/Vencimentos_e_quotas_irs_2018.pdf

  5. A ser verdade , os valores auferidos por técnicas especialistas e motoristas causam-me alguma (muita) perplexidade. Desconheço em que carreira se integram.

    Bom, assim sendo, e caso o Orçamento resista e os contribuintes do sector privado consintam, “bora” a nivelar os salários do funcionalismo público pelo vencimento – vá lá – do … motorista.

    1. Ora bem… é que aquela do salário igual para todos, independentemente das habilitações e funções é demasiado soviética para mim.

      Ter carta de condução é mais importante do que um curso de Enfermagem ou de Professor?
      Lá por isso, tenho carta há 30 anos, sem acidentes.

  6. Os doutores precisam dos enfermeiros, e estes dos primeiros.
    Por isso, não percebi bem os “arrufos” do “médico”…

    Alguém socorra a saúde, por favor! 🙁

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