A Velha Guarda Nunca Desapareceu

Se bem percebo, mais do que um post, foi bloqueada a minha ligação ao Fbook, impedindo a publicação de qualquer link do meu blogue, como se fosse pestífero ou fonte de fake news, quando sempre me bati pelo inverso.

Vou tentar esclarecer o que se passa, mas parece que fui inserido no caixote de spam da “rede social” com base em denúncias de utilizadores (basta digitar o endereço do blogue para me impedir a publicação de qualquer texto ou ligação), mas, não é nada que me espante numa aliança de bufos que tudo o que escape à formatação irrita. E como eu sou arraia-miúda, zeco do básico, acham que é assim que se mete “este fdp na ordem”, como eu sei que é dito em certos ambientes. Lembrem-se que mesmo entre vós há quem se desgoste do que coisa. De tudo isto, obviamente, o Zuckerberg é mais do que inocente. A existir “conspiração” até será de quem é “amig@”. Já pensaram se eu fosse reagir ao vosso nível e denunciar o nojo que muit@s publicam, incitando ao ódio pessoal e profissional?

Nem nos tempos complicados do engenheiro as coisas chegaram a este ponto. Mas é verdade que a geringonça tem três pés e não apenas um.

Censura

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Que Comunidade? Que Padrões?

Parece que irritei demasiado alguns democratas da velha guarda, modelo coreano, venezuelano ou costista. Pelo que denunciaram todas as minhas publicações… coitad@s, ainda acham que é assim que me calam ou que se conseguem apagar vozes discordantes.

FaCensura

Censura Póstuma

Parece que alguém no FBook denunciou este post sobre a escalada no conflito dos enfermeiros com o governo de forma a que fosse censurado. A quem puder voltar a partilhá-lo por lá, muito agradeço, pois não tenho neste momento acesso à dita “rede social”, pelo que escrevo com base num aviso que me chegou por sms. Claro que tenho uma ideia da origem dos denunciantes (é a primeira vez que me acontece, que me lembre), pelo que me diverte o medo que revelam em relação às palavras que, no essencial, encontrarão em breve em outras paragens.

Ora Bem…

A greve dos enfermeiros não está enquadrada nas organizações que detêm a tutela quase exclusiva da prática do sindicalismo. E isso incomoda os incumbentes. Ninguém gosta de perder o seu monopólio.

(…)

As estatísticas dizem que em Portugal se realizaram 106 greves em 2017, uma média de duas por semana. No ano passado, só entre Janeiro e Outubro houve pré-aviso para mais de 500 greves. A maior parte não terá acontecido – ainda não há dados oficiais fechados – mas o número final não deverá ser inferior ao do ano anterior. Nenhuma destas greves foi tão discutida e levantou tanta polémica como a que está em curso feita pelos enfermeiros. Porquê?

Porque põe em causa um dos direitos mais importantes dos cidadãos, o dos cuidados de saúde? Não, não será por isso. Se fosse, as greves feitas pelos médicos em Maio de 2017 e Maio de 2018 teriam gerado a mesma discussão, porque também elas levaram ao adiamento de muitas centenas de cirurgias e de consultas em cada um desses protestos. E dessa vez não se discutiu o tremendo impacto ou eventual falta de ética no adiamento de tratamentos em milhares de doentes.

Também não será pelo envolvimento da Ordem nestas matérias sindicais porque as greves dos médicos e de outras classes profissionais costumam ter, por regra, o apoio dessas estruturas, quando elas existem.

lampadinha21

(greves dos médicos quando a actual ministra exercia? claro que não colocavam ninguém em risco!)