A Velha Guarda Nunca Desapareceu

Se bem percebo, mais do que um post, foi bloqueada a minha ligação ao Fbook, impedindo a publicação de qualquer link do meu blogue, como se fosse pestífero ou fonte de fake news, quando sempre me bati pelo inverso.

Vou tentar esclarecer o que se passa, mas parece que fui inserido no caixote de spam da “rede social” com base em denúncias de utilizadores (basta digitar o endereço do blogue para me impedir a publicação de qualquer texto ou ligação), mas, não é nada que me espante numa aliança de bufos que tudo o que escape à formatação irrita. E como eu sou arraia-miúda, zeco do básico, acham que é assim que se mete “este fdp na ordem”, como eu sei que é dito em certos ambientes. Lembrem-se que mesmo entre vós há quem se desgoste do que coisa. De tudo isto, obviamente, o Zuckerberg é mais do que inocente. A existir “conspiração” até será de quem é “amig@”. Já pensaram se eu fosse reagir ao vosso nível e denunciar o nojo que muit@s publicam, incitando ao ódio pessoal e profissional?

Nem nos tempos complicados do engenheiro as coisas chegaram a este ponto. Mas é verdade que a geringonça tem três pés e não apenas um.

Censura

16 thoughts on “A Velha Guarda Nunca Desapareceu

  1. Desde há um par de anos, as tentativas de censura e de bloqueio da expressão na Internet, sob os mais diversos pretextos, tem vindo a crescer, perante uma indiferença e apatia gerais.

    E estarei enganado, ou é o PS que mais tem atacado nessa área internamente?

  2. Paulo é mesmo triste… só me ocorre…
    “Mesmo na noite mais escura
    Em tempos de servidão
    há sempre alguém que resiste
    há sempre alguém que diz não”
    Obrigada por ser uma voz resistente!

    1. Os “revolucionários” (de me#da) que encheram a boca (e era chique para compor a imagem…) com as cantigas do Zeca Afonso, nos anos sessenta e setenta, são agora os príncipes do regímen da corrupção e da injustiça…
      São uns nojentos e acantonam em conhecidos partidos…
      Apoiado Maria!

  3. Os velhos hábitos continuam, andam dissimulados, mas vivem entre os que os criticavam nos outros. Há uma censura que, ainda, só ensurdece, quando começar a cegar e a calar já vai ser tarde demais para voltar atrás.

  4. Já, estou farto, pá, estou ‘muita’ farto!

    Farto das rapaziadas dos silícios e do aventalzinho,
    dos antifascistas de café,
    e dos sindicalistas com alergia ao trabalhinho.
    Já, estou farto, pá estou muita farto!

    Mais me fartam os pedagogos,
    que não gostando de dar aulas,
    falam do ensino a rodos.
    Já, estou farto, pá, estou ‘muita’ farto!

    Fartam-me os frequentadores de coquetéis
    os comentadores pagos a metro,
    e todos os comedores de croquetes.
    Já, estou farto, pá, estou ‘muita’ farto!

    E farto dos empresários do subsídios,
    e dos banqueiros de bancada,
    e dos amigos dos primos dos conhecidos.
    Já, estou farto, pá, estou ‘muita’ farto!

    E fartam-me os sabujos e os lambe-botas profissionais…
    e os rapazitos da p’lítka que não imaginam como lhe chega o bife ao prato,
    E os incapazes dependentes que se julgam liberais.
    Já, estou farto, pá estou ‘muita’ farto!

    Farto, pá! Fartíssimo!

  5. Paulo, tantas vezes te agradecemos a tua coragem e capacidade de resistência. Escreves com honestidade, com conhecimento e com sentido de justiça. A tua voz é a voz de todos aqueles que, em cada escola, vão tentando remar contra este ataque à Escola Pública. Acredito que nem sempre te seja fácil digerir estas situações, mas a verdade, como diz quem sabe, «vem sempre ao de cima». Admiro-te muito, mesmo não te conhecendo pessoalmente. E quando me sinto mais chateada com tudo isto, penso na tua capacidade e coragem de denunciar o péssimo trabalho que fazem com a Escola e o desrespeito para connosco (professores). Se incomodas? Claro que incomodas! Mas só aqueles que deveriam ter vergonha do seu profissionalismo rasca e da sua falta de valores. Usam mal a palavra para provar o que não têm como provar. Tristes devem estar os professores que os tiveram como alunos. Nada aprenderam, nem com a Escola, nem com quem lhes deveria ter ensinado os maiores valores da vida. Força e só te peço que não te canses de continuar a denunciar o que está mal, pois sabes fazê-lo de forma honesta, como ninguém. Obrigada pela tua dedicação e coragem.

  6. Sandra,
    subscrevo na íntegra o seu comentário!

    Aproveito e junto-me a todos aqueles – e são muitos! – que admiram e respeitam a dedicação, a persistência, a coragem e tudo aquilo que o Paulo faz há anos pela escola pública e pelos professores!
    Se lhe for possível, não esmoreceça nem desista!
    Bem haja!!

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