Amanhã É A 2ª Feira Dos “Próximos Vindouros Dias”…

… anunciados por um ministro irrelevante para o efeito, sendo que o destino de parte muito importante do tempo da vida profissional de dezenas de milhar de docentes será de novo alegadamente negociada por gente a quem não reconheço honestidade ou competência para o fazer, antes achando que são uma espécie de bailarinos de terceira categoria, mais para o habilidoso nas justificações depois do baile do que em tudo o mais. Como o meu dia será daqueles para o cheio, não sabendo desde já se terei tempo para um prognóstico mais próximo do meio do jogo, faço-o desde já, não vá, como em tempos, o próprio wordpress ser-me filtrado ao amanhecer e só poder publicar alguma coisa ao pôr do sol.

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A Ideia É Lerem E Ficarem Assustad@s

Se não ficarem, ou pelo menos sem uma ponta de indignação e menor fascínio pelo zingarelho de que tanto se orgulham de ter nas mãos…

Mas eu continuo a dizer… temei mais o controlo de proximidade… porque é mais mesquinho. O Big Data é, tantas vezes, um monstro perigoso mas pouco perspicaz.

5 Eyes, 9 Eyes, 14 Eyes – Explained

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O Ministro A Quem Custava A Deferência A Que Outros Poderiam Chamar Apenas Boa Educação

Temei mais aqueles que acham que sabem do assunto, porque conhecem alguém que. Ou acham que sabem muito ou trazem ressentimentos. Ou as duas coisas.

Entrar naquela escola implicou fortes e duros sacrifícios, que pareciam montanhas difíceis de transpor: manter-me sentado na sala de aula, falar maioritariamente quando me diziam que podia falar, e tratar as professoras por professora, quando eram para mim, com apenas 6 anos e desde sempre, as colegas e amigas da minha mãe. Agora tinha que dizer: a dona Milú, a dona Maria da Luz, a dona Ester, a dona Fernanda, a dona Guida e a dona Gracinda. A minha prima Gracinda, que depois ainda foi minha professora do 4.º ano, e a quem também me dirigia, estranhamente, com toda aquela deferência.

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Domingo

Quando leio títulos sobre a violação de dados pessoais (Público de hoje) não posso deixar de pensar na massa enorme de dados de alunos, famílias, funcionários e professores que as escolas decidiram deixar ao cuidado de empresas privadas, ainda pagando para isso. Já alguém pensou o quanto a vossa vida profissional e muitos dados da vida pessoal está à distância de uns cliques de qualquer funcionário de uma empresa que, pessoalmente, não autorizaram a ter essa massa de informação? Mas que assim é porque estamos no século XXI e é mais eficiente e tal?

Big brother? Assustam-me mais os pequenos primos ou minúsculos enteados.

Claro que também me choca que a “protecção” seja muito assimétrica, porque a uns serve para reforçar a opacidade de decisões, enquanto outros a ignoram de forma perfeitamente abusiva. Quantas vezes mesmo perto de si.

Bigorna