Há uns meses que um grupo de professores dinamizado, entre outros, pelo Maurício Brito, tem o projecto de submeter os dados “vendidos” pelo Governo sobre o custo da recuperação integral do tempo de serviço docente a um exame especializado. O próprio Maurício fez os seus cálculos, que funcionam como uma boa base de trabalho (e foram entregues no Parlamento quando da audição da Comissão Representativa da ILC), mas é algo que merecia um aprofundamento maior, por quem tem mais conhecimento deste tipo de meandros.
E então começaram a fazer-se contactos a vários níveis, de empresas reconhecidas na área da auditoria a investigadores universitários na área da Educação, ficando claro que o estudo seria pago e não se estava a pedir uma “borla” fosse a quem fosse. De um modo que não posso dizer inesperado, houve contactos que ficaram sem qualquer resposta e outros que, por esta ou aquela razão, optaram por recusar de forma mais ou menos cortês realizar tal estudo. Claro que se continuará a insistir… até porque os sindicatos neste particular são tão rigorosos na forma de apresentar as contas como o ME (não chega apresentar um número final, sem especificar contas, critérios, metodologias), mas percebe-se que estamos neste momento bem pior do que nos tempos de Sócrates. Porque em 2009, por exemplo, percebia-se um aroma de fim de regime e o Governo de então era uma ilha cercada. Agora, em 2019, com a geringonça a blindar de um lado, um PSD inócuo e um CDS-não-me-comprometam a fazer de muro disfarçado do outro, a fortaleza é quase inatacável.
Mas ainda há gauleses irredutíveis…


Atrofia democrática, sem dúvida!!
O estudo vai ser feito. Por mais portas a que tenhamos de bater. Aliás, já há corajosos interessados em avançar. Mas eu preferia que o trabalho fosse feito por entidades, digamos, independentes aos olhos da opinião pública, optando mesmo por pagar mais para ter a garantia de que amanhã ninguém poderá por em causa os resultados encontrados.
Nem que seja com os nossos recursos… já fiz contas mais complicadas… andei a contar (literalmente) navios durante meses a fio. Só que os 9-4-2 não são um número redondo e não está toda a gente estática, pelo que os dados do próprio ME são essenciais.
No que puder ajudar, contem comigo … nem que seja para ajudar financeiramente…
Ainda há intrépidos gauleses! Maurício Brito, conta comigo na hora de pagar essa conta! Será um enorme prazer!
Quanto a recuos, desculpas,…, É o POLVO.
É vergonhoso o que se passa neste país! O controlo, a usurpação, a insídia, a manipulação… andam, muitos portugueses, distraídos… Um dia, chegar-lhes-á!
Obrigado pela disponibilidade, J.F. e Anabela.
A ideia inicial era fazer crowdfunding para avançar com a coisa, aproveitando ainda os recursos para pareceres sobre a constitucionalidade do decreto e para iniciar ações em tribunal. Não está descartada.
Ficar à espera de que greves fofas, gritos e bandeirinhas resolvam a situação é que deixou, há muito, de ser opção para mim.
Concordo plenamente. Eu alinho.
Eu tb alinho, obviamente.
Contem comigo!
Obrigado por todo o trabalho até agora.
Vamos a isso! Uma plataforma crowdfunding sff.
Está na hora de tirar as contas a limpo. Antes das eleições para os chamar de mentirosos com todas as letras.
Absolutamente de acordo!
Pronto! Quero só pedir que contem também comigo. O que está em causa é demasiado valioso para se perder às mãos de sindicatos incompetentes e, se calhar, feitinhos com o poder (pelo menos, não faltam evidências disso)…
Medo. Muito medo. Medo até da própria sombra.
Voltamos a tristes tempos. Só não vê quem não quer.
Quero contribuir.
Vamos a isso, temos que reagir!
Maurício Brito conte comigo!