Não sei se todos repararam como, no fim de semana, o “aparelho” comunicacional do ME reagiu contra declarações do próprio ministro a reagir às disputas curriculares em decurso. Será que o próprio percebeu que a máquina do secretário decidiu entalá-lo em público?

(será que afinal quer mesmo ser califa em vez do califa, contra tudo o que faz acreditar, ou foi só para “marcar território” e manter o Tiago no seu lugar?)

Não reparei. O que aconteceu ao certo?
Sem qualquer ironia: o moço que acredita ser mesmo Ministro da Educação parece-me um bocado limitado. Uma matraca falante, sem significado, só sabe repetir lugares comuns e nunca o ouvi dizer rigorosamente nada que valesse a pena ter ouvido.
A questão é: porque razão se coloca uma pessoa assim, claramente limitada, como Ministro de uma área tão importante? Para fazer de marionete?
“Fazer de” ou “ser o que é”?
Ele é o que é!