Um Génio Nunca Faz Pausas

Entre a previsibilidade dos votos, pelas posições já assumidas pelos deputados, houve espaço para surpresas — ainda que temporárias. Foi o caso do eurodeputado socialista Francisco Assis, que pretendendo votar contra a aprovação da directiva, acabou por votar a favor: enganou-se no botão.

Assis

25 thoughts on “Um Génio Nunca Faz Pausas

  1. Paulo, desculpa!!! Estou a ficar chateada…só arranjas gente feia para as tuas publicações… A Milú em estatueta «doiro», agora este sinhor… estou a começar a discordar contigo 🤣🤣🤣🤣

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    1. A má consciência trouxe-me aqui. Lembrei-me que vi muita coragem física, -ou muita ingenuidade- a este colega. Recordei-me que o homem (repito: nosso colega) sujeitou-se a levar umas lamparinas e uma quantas arrochadas daquele pessoal chunguita de Felgueiras. Também temos que ser solidários, caramba!…

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      1. Nossos colegas são aqueles que estão, todos os dias, a dar aulas nas salas ao lado da nossa.
        Este bandalho não é nosso colega. Tal como não são nossos colegas aqueles que têm medo de dar aulas e se dedicam profissionalmente ao sindicalismo. Há décadas.

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      2. Eh, pá, mas eu, mesmo assim, prefiro 1000 vezes dar aulas a sujeitar-me a um ambiente altamente chunguita e violento como o da política autárquica socialista…
        (Agora lembrei-me dos apertos do Sousa Franco em Matosinhos… ui! aquela rapaziada mata gente…)

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  2. Se tivermos um aluno que erra as respostas por trocar o lado direito com o lado esquerdo, provavelmente será proposto pata ficar sujeito, no mínimo, a medidas universais. Será que o sr. deputado também está a precisar? Ou as medidas terão que ser mais profundas?

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  3. “Coragem física” é jogar contra o Canelas ou levar com aquele Catão em cima. Ser seguido por dois ou três arruaceiros em Felgueiras é uma coragem relativa.

    Quanto a “colega”, cruzes credo, já se percebo que quem andou pela carreira nos anos 90 diga o que diz da qualidade da mesma.

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    1. Posso estar de acordo quanto à segurança de quem se oponha ao Canelas FC, discordo do número de arruaceiros que queriam malhar no Assis: eram, na realidade, mais do que as mães.
      Se quiserem confirmar façam o favor de ir ao Youtube e pesquisar ‘Assis Felgueiras’. Uma coisa mesmo, mesmo, a doer, fónix! Mesmo para quem seja badocha e tenha mais tecidos adiposos entre os órgão vitais, os músculos e o ossinhos e o arrocho dos chungas lá do sítio.
      Nos anos 90, de facto, dizia-se muito que colegas eram as p—-s. Mas olha que essas pobres têm que ter alguma coragem, pá! Olha se lhes calha uma excursão de adeptos de Felgueiras, ou pior: a equipa do Canelas.
      AAAhhhh, pois.

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  4. Mas quem é que iria perder uma oportunidade de malhar no Assis? Eu acho que qualquer pessoa, dotada de discernimento e provida de bom gosto, adoraria malhar no Assis.
    Esse é, mesmo, um dos sonhos que alimento. E ainda não perdi a esperança de o concretizar. Quem nunca sonhou com tal que atire a primeira pedra.

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    1. João, isso assim já não vale! Não vamos misturar as questões… O meu ponto era: o Assis tinha coragem física e é professor (é como está na Wiki…).
      Quanto ao desejo de espetar com umas arrochadas no lombo fofo e amplo do Assis, lutando para conseguir espaço para a concretização do movimento por entre uma maré chunga de Felgueiras, isso aí já é outra coisa.
      Pessoalmente, gosto mais de paz e de um bom copo.

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      1. E o meu ponto é: este gajo NÃO É Professor! Ponto!
        Porque se ele é Professor, então a Lili Caneças é uma adolescente apenas porque já o foi há largos anos (mas parece-me que deixou de ser…). E o Castelo Branco era um homem. capice?

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      2. Argumento falacioso! Não é a mesma coisa.
        Quem se reforma de uma carreira de Professor continua a ser Professor (reformado, claro). Agora quem foi Professor e deixou de ser porque optou por outra carreira diferente (política, neste caso), deixou de ser Professor. Acho que isto é óbvio.

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      3. José, pontuar cada frase com ‘pontos’; ‘capices’; e ‘isto é óbvios’ é que não é muito pedagógico. Será professoral, talvez.
        Quanto a mim, as coisas não são tão a preto e branco como me parece que as pensa.
        Penso que há uma representação social agregada ao nosso trabalho.
        As minhas e as suas atitudes para com os outros devem coadunar-se com aquilo que representamos para o nosso meio envolvente. Para a comunidade educativa em que nos movimentamos.

        Pessoalmente, é com gosto e com convicção que ajo dentro das regras de cidadania e de civilidade que se exige a quem tem responsabilidades educativas. Nisto não me distingo da maioria dos meus colegas. (Lamento que muitos de nós não assumam as suas responsabilidades a este nível.)
        Devo dizer que quanto a mim, e quanto aos mestres da retórica, ´é este ‘ethos’ que facilita a aceitação das nossas opiniões e dos nossos pontos de vista. Trata-se de obter credibilidade junto dos outros…
        Sei que falar de retórica e de Aristóteles e de tudo o que possa inscrever mais do que dois neurónios num raciocínio está fora de moda. É da vida… Mas lembre-se, peço-lhe, da retórica aristotélica e da importância do ‘ethos’, do’ logos’ e do ‘pathos’ e extrapole estes vectores para o nosso trabalho.
        Quem vive da transmissão de conhecimentos (deveria dizer ‘quem encara o ensino como a transmissão de conhecimentos e como um aprofundamento da capacidade de pensar e de refletir dos seus alunos, deve ter sempre presente que a boa comunicação assenta nestes três vectores: a)
        (ethos) a ética de quem transmite conhecimentos e valores, a sua autoridade, b) o equilíbrio patológico (pathos) e emocional de quem deve interessar-se pelos problemas e receios de quem deve estar próximo: dos alunos e pares e c) o conhecimento bem estruturado (logos) do que pretende transmitir.
        Caro amigo, faço o meu trabalho há mais de trinta anos e gosto que este seja reconhecido na pequena vilória em que vivo e trabalho. E, neste sentido, fazer o meu trabalho implica não descurar o chamado ‘currículo oculto’, o exemplo que pretendo que a minha ação possa constituir para os meus alunos. Como diz o povo: uma ação vale mais de mil palavras.
        Agora pergunto-lhe: ‘se ao fim de trinta e tal anos o Ministério dispensar os meus serviços eu deixarei de ser professor se tiver que vender seguros para pagar as minhas contas?’
        E respondo-lhe: ‘Francamente, acho que não…’ Pelo menos gostaria que assim não fosse.

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      4. Meu caro: penso que está a extravasar, provavelmente devido ao adiantado da hora.
        Essa sua tentativa de ensinar ética aristotélica a um Professor de Filosofia foi bastante interessante, agradeço os seus esclarecimentos.
        Mas acho que vou manter a minha opinião e vou deixá-lo ficar com a sua. Você não me parece pessoa capaz de aceitar diferentes perspectivas e,igualmente, incapaz de entender piadas subtis.
        Desejo-lhe um bom final de período lectivo. Cumprimentos.

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      5. #raposo…
        Já reparou que a argumentação e retórica saíram da informação-prova…!
        Ensinar aos jovens as técnicas daqueles que os pretendem manipular é perigosíssimo!
        Quanto mais indefesos mais fáceis de manipular, claro!

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      1. Fez caixinha e da grande. Foi líder parlamentar no 2º mandato.
        Lamento, acho que o “caso felgueiras” foi o ponto alto da carreira.
        A partir daí foi só acumular as prebendas que isso lhe permitiu.
        E quando não lhe dão, faz birra até “cair” qualquer coisa.
        Carreira profissional, desconheço-lhe.
        Sei que leu uns livros.
        Já não é mau.
        Que não seja pior do que os outros, não é grande argumento 🙂

        A wikipedia resume bem quase 30 anos de “serviço público”

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      2. Mesmo assim… acho que devíamos dar algum mérito ao rapaz. Tal como o seu homónimo italiano do século xiii, o miúdo dá-se bem com animais e com pobres de espírito e tudo.

        Não está neste governo, não esteve no governo do Sócrates e ao fim e ao cabo ainda levou umas galhetas, uns golpaços manhosos, uns safanões e uns apalpões, partiram-lhe os óculos, saiu de Felgueiras escoltado pela GNR e não fez queixinhas. Sublinhe-se que em circunstancias idênticas, o márinho atirava-se ao chão, chiava e gania um poucochinho, gritava ‘portugueses’ duas ou três vezes ao pé das camaras de tv e ganhava duas ou três presidenciais…

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  5. O que faz falta é mesmo a equipa do Canelas FP cair em cima de muitos outros que tais… tinham trabalho a tempo inteiro até 2030 ( se contarmos com as segundas e terceiras gerações será um trabalho sustentável)!

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