Lá Consegui Achar Um JLetras

E acho que talvez tenha descoberto a razão para ele ter desaparecido tão depressa das bancas. Traz duas páginas dedicadas ao que o SE Costa teve a partilhar com a tertúlia das Inquietações Pedagógicas da ESE de Lisboa e é provável que hordas de adeptos do MEM (versão século XXI) os tenham comprado todos para emoldurar a síntese perfeita do pensamento de quem quer “indisciplinar o currículo” e outras coisas assim giras de dizer e que parecem imensamente bem.

Logo a seguir, para destoar, aqui o Velho do Restelo aparece a comentar como o actual discurso (político, educacional) esvaziou por completo de conteúdo certas palavras e conceitos que são usados fora do seu contexto e como mera membrana exterior para o vazio ou a quase completa inversão do sentido original.

8 thoughts on “Lá Consegui Achar Um JLetras

  1. 1. A BE do meu agrupamento assinou o JL.

    2. Aquilo que o SEE disse é a porta escancarada para a ignorância quase total: o conhecimento pessoal é desnecessário porque está tudo na Internet.

    3. É preciso muita calma para não esvaziar o dicionário de calão.

    1. Eu por acaso li o JL.
      Diga lá em que linha é que está a dizer que o conhecimento pessoal é desnecessário, que está tudo na internet?
      O que é dito é exatamente o contrário.

  2. Este tipo de discurso/artigo empobrece o JL. Mas, pronto, cumpre-se a democracia…

    Parece impossível como o SE ainda tem quem lhe empole o ego. Também me surpreende, assumo, que ainda tenha uma espécie de energia que lhe permite continuar a evangelizar e a “perpetuar” a “ideologia da treta”.

  3. Não se desmereça, Guinote! Por que não pensa que há muita gente que o compra para o ler a si? No meu caso, posso dizer que a assinatura do J. L. tem muito a ver com os seus textos. Seguramente, não lhe interessa muito o que eu possa dizer, mas ainda assim digo que a sua escrita, a sua qualidade intelectual, a sua voz livre e descomprometida é indispensável no espaço público. Pena que não haja ninguém à altura de uma boa polêmica consigo. É que para isso era preciso mais do que chavões e, principalmente, estatura.

  4. Onde se lê polêmica, deve ler-se polémica… E isto não tem nada a ver com o acordo, que com nada concorda, apenas com o dicionário automático e a desatenção de quem o usa. Ainda por cima num Nokia jurássico!

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