6ª Feira

A conversa dos “afectos” substitui a democracia? A conversa mole, a palmadinha nas costas do “podia ser pior”, modelo “português suave”, beijinho-beijinho, transforma as ditaduras formais ou informais em outra coisa?

Marcelo Familia

2 thoughts on “6ª Feira

  1. Conseguir expressar afectos (positivos ou negativos) é, no geral, um sintoma de boa saúde mental.

    O facto do actual Presidente da República expressar publicamente os seus afectos não é necessariamente mau, goste-se ou não do seu estilo “Pop Star”…

    O problema coloca-se no uso (e, por vezes, abuso) da expressão dos afectos, como forma de escamotear, mitigar ou mascarar os “podres” da Democracia e os desvarios cometidos por Democratas legitimamente eleitos.

    A objectividade e o rigor tendem a perder-se e a Razão é substituída pela aparência e pela subjectividade. Os Democratas legitimamente eleitos agradecem, como se tem visto…

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