Acima Do Topo Da Carreira Docente Com Apenas Quatro Anos De “Serviços” (Fora O Resto)

Filho de blogger de José Sócrates contratado para a Câmara de Lisboa

Assessor de Fernando Medina vai receber uma avença mensal de 3752,50 euros durante quase três anos.

Os três contratos, desde 2015 estão aqui. Os favores são pagos de muitas formas. por quem pode.

Atente-se nas funções:

Prestação de serviços de assessoria nas áreas politicas publicas e comunicação politica, nomeadamente na promoção de ferramentas e articulação com os media, no apoio à relação com os cidadãos, no âmbito da estratégia comunicacional definidas pelo agrupamento politico do partido socialista e os seus vereadores eleitos, bem como, análise de conteúdos, recolha de informação, aconselhamento e elaboração de documentos.

Ou seja, contratado pela câmara para servir os vereadores e interesses de um único partido.

Mas, verdade se diga, há partes do seu currículo que demonstram a sua imensa utilidade em matéria de “comunicação política”:

Mas se o interrogatório de António Peixoto, pai, decorreu num registo de amnésia, o de António Mega Peixoto, filho, não foi muito diferente. O procurador Rosário Teixeira e o inspector tributário Paulo Silva quiseram saber por que tipo de trabalhos é que Mega Peixoto fez para a empresa de Rui Mão de Ferro, que justificassem, numa primeira fase a emissão e recibos em seu nome e, posteriormente, em nome do pai pelo valor dos tais 3500 euros/mês. O filho começou por admitir que fazia tais relatórios para o Grupo Lena. “Então diga-me um exemplo de um… projecto de negócios que indicou ao Grupo Lena”, atirou o inspector tributário. “Pois, já não me recordo, assim…”, respondeu a testemunha.

Mais à frente, António Mega Peixoto referiu que analisava os indicadores económicos e índices de confiança em alguns países, nomeando a Argélia, Angola e Cabo Verde como alguns dos que tinha analisado. Depois o diálogo foi assim:

Paulo Silva: Sabe quem é o presidente, o primeiro ministro da Argélia?

António Mega Peixoto: Não, neste momento já não me recordo

Paulo Silva: Não faz a mínima ideia?

António Mega Peixoto: Não.

Rosário Teixeira: E quem era o presidente da Argélia no seu tempo [quando fazia os tais relatórios]?

António Mega Peixoto: Também já não me recordo

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2ª Feira

Relembro o que escrevi ao final de 5ª feira:

Há ainda diversas “variáveis” a ter em conta, desde o contra-ataque de um PS acossado e isolado, perante uma derrota na luta contínua com os professores, seus inimigos de estimação há mais de uma década, até ao tipo de selfie que o “professor” Marcelo quererá tirar nesta questão (segurar um Costa em plano inclinado até ao limite ou lavar daí as mãos?), não esquecendo a “operacionalização” da recuperação do tempo que não pode ser feita de um modo que leve a ultrapassagens em série. E seria muito bom que algumas figuras não aparecessem já a reclamar a 372ª vitória desde a viragem do milénio, porque, assim a uma primeira vista é capaz de serem menos umas 370.

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