Domingo

Para quê rever uma estatuto de carreira se a alongaram 6,5 anos de forma permanente, ou seja, dois escalões para todos aqueles que estavam abaixo do 6º a 1 de Janeiro de 2018? Para mais, porque no novo 10º (índice 370) a que só chegarão menos de um terço desses num estrangulamento maior do que no caso dos “titulares) se ganha menos do que no antigo (índice 340) depois do esbulho fiscal?

Turd

(e no mandato do ministro defensor radical dos professores conseguiram concretizar uma situação objectivamente pior do que nos tempos da mlr e o embarretado nas duas situações ainda acha que é insubstituível? só se for a garantir vitórias ao adversário!)

 

43 thoughts on “Domingo

  1. Bom dia a todos. Nos últimos dias não tenho conseguido escrever nada, tamanha a minha revolta com toda esta palhaçada. Tudo o que possa escrever contra esta gentinha política de caca é muito pouco, comparado com o que brincam com as nossas vidas. Agradeço a persistência dos meus amigos do Quintal (desculpem a ousadia dos vos tratar assim, mas embora não vos conhecendo pessoalmente, muitos vos admiro) e, sobretudo, ao Paulo que denuncia, dia a dia, a borrada que quem nos (des)governa faz, sem o mínimo pudor, porque nesta democracia, à beira mar plantada, tudo se pode fazer sem consequências.
    Resta-nos esperar pelas eleições e tentar fazer a escolha mais acertada. A todos um ótimo domingo.

    1. Sandra:
      o problema é saber qual é a escolha certa.
      A mim parece que não há 1 único partido em que possamos confiar, enquanto Professores. Todos nos traíram, com mais ou com menos hipocrisia. No fim das contas, o resultado foi népia. Não ganhámos nada!

      E o MN recandidata-se, porque ele, de facto, ganhou. Ganhou tempo. E já pouco lhe falta para se reformar, que é a única coisa que verdadeiramente o preocupa. Dar aulas não é com ele.
      E é com tretas de sindicalistas destes que contamos?
      São todos uns hipócritas que se estão a borrifar para nós. Não merecem o nosso voto porque isso é legitimar o sistema repugnante que eles encabeçam.

      1. José Chorão: Compreendo-o. A escolha é uma miséria. Já pensei muitas vezes em tornar o meu voto nulo, como forma de protesto. O meu receio é, com isso, darmos ainda mais oportunidade a esta gentinha (de caca) ganharem mais facilmente… difícil… aceito sugestões 😉.

  2. Bom domingo !
    Embarrilado e feliz .
    Tipo ” corno manso ” que embora tenha conhecimento de estar/ser traído prefere desvalorizar pois continua ternamente apaixonado.
    Ó Nogas faz-te à vida pá !!!!!
    Só empata…não f–e nem sai de cima.
    E agora também ri . Anda feliz.
    Nogas dá corda aos sapatos e vai trabalhar,ou pelo menos fingir que trabalhas !

  3. 50 anos, 27 ou 28 de profissão (já nem sei bem), quarto escalão, mudança prevista para dezembro de 2021… qual mudança se antes de mim há 6 ou 7 na escola mais velhos e que vão ser avaliados entre Fevereiro e Julho?
    Ou seja, a minha carreira terminou em dezembro de 2010, quando tinha 40 anos.
    Estou à espera desse dezembro de 2021, para que a diretora me diga “António, já atribuímos todos os MB e Exc. Lamento!”. A partir desse dia, tornar-me-ei um chulo do sistema e talvez nem os mínimos faça. Qual a motivação? Os alunos? Os do meu agrupamento, aquele onde nos últimos 3 anos houve três agressões físicas a professores com mais uma dúzia de ameaços pelo meio?
    NÃO!
    Quero que o Nogueira, o Costa, o Centeno e essa m…a toda vão para o…
    Desculpe a linguagem, Paulo, ainda por cima num domingo.

    1. António,
      27 ou 28 de profissão.
      10 anos de total estagnação + tempo até 2021.
      A ganhar menos no presente e no passado. E no futuro ?
      O PIOR ? O PIOR ?
      Toda a carreira contributiva irá influenciar (e de que maneira ) o cálculo da futura pensão de aposentação. Isto para mim ainda é o mais grave.
      O Nogas teve uma carreira dita normal ( descontos para a CGA , x anos de descontos pelos vários índices que foi atingindo ) . Tão importante como ir progredindo na carreira ,melhor vencimento ,etc ,
      é ir descontando mais para a CGA.

    2. um comentário que certamente é subscrito por todos/as os/as professores/as cinquentões/nas.
      e acrescento mais assertivamente que toda a malta nestas condições, a partir de agora devia:
      – supender toda a despesa não essencial por tempo indeterminado (por exemplo, os donativos pedidos na escola para isto e para aquilo, mesmo que no âmbito de causas humanitárias e solidárias; nenhum consumo no bufete ou papelaria – o saco azul da escola que vá procurar noutro sitio…; no quotidiano, muitos setores da economia vão perder mais um consumidor)
      – suspender todas as atividades extracurriculares não essenciais por tempo indeterminado
      – encetar uma greve de zelo por tempo indeterminado

      …mas as pessoas de boa fé, integras, com valores éticos e morais, não conseguem arranjar coragem para fazer isto…e por isso serão sempre o ‘bombo da festa’…

      1. “Estou à espera desse dezembro de 2021, para que a diretora me diga “António, já atribuímos todos os MB e Exc. Lamento!”. Pegando neste comentário, hesitei muito em divulgar esta informação publicamente, mas ‘perdido por 100, perdido por mil’, pelo que aproveito para lançar o repto: estão nas ‘mãos’ das escolas a capacidade de mitigar o empecilho das quotas. Obtive a informação de que existem direções escolares, que inteligentemente, reservam preferencialmente as classificações de Excelente e MB para os profs que estão no 4º e 6º escalões, utilizando esse critério anualmente.

      2. É mesmo como descreve caro colega! É esse o nosso problema porque mesmo espezinhados, achincalhdos e outras coisas que tais, quando se trata os alunos parece que tudo o resto se desvanesse e lá estamos nós…

    3. António, o pior vem já seguir, veja-se o meu caso, que é semelhante a este, encontro-me no 4º escalão com 50 anos, mudando para o 5° escalão em abril de 2022. Caso opte por receber o tempo de forma faseada, mudaria para o 5° escalão em junho de 2020. Caso não obtenha nota de muito bom ou excelente, ficarei no funil a espera de vaga, como todos os que se encontram nesta situação, e serão muitos, provavelmente também irão optar por esta modalidade, todos receberão estes 11 meses e chegarão ao funil na mesma altura. A minha dúvida é, o que vai acontecer aos restantes meses que não foram ainda recuperados? Perdem-se enquanto esperamos pela vaga ou este tempo é adiado? Caso esse tempo se perca, estamos a falar de duplicação do tempo de espera! Se isto se verificar, teremos professores a receber os quase 3 anos de recuperação e os docentes que estão nos escalões 4 e 6 a receberem apenas 11 meses. O restante do tempo é queimado em duplicado enquanto espera por vaga. Isto é tremendamente injusto e talvez ilegal.
      Há algum esclarecimento sobre esta situação?
      Estamos a falar de cerca de 10 mil docentes.
      Como pode ver, a festa continua!!

  4. Eu aceito uma revisão do ECF.

    Retirada dos barramentos nos escalões tampão.

    Pode ser que seja isso que querem quando falam na revisão da carreira 😁

  5. Não querem revisão nenhuma; não querem avaliação nenhuma nova; não querem nada disso! O que eles querem é colocar os professores a ganhar menos de mil euros e despristigiar a classe para que possa ser facilmente moldável por autarcas e quejandos … O que Costa fez é de uma deslealdade e baixeza inigualável… e estava tudo preparado, inclusive, na comunicação social! O que fizeram nas televisões, nos jornais, na net, sem uma palavra de repúdio do secretário de estado, do ministro, do primeiro-ministro, mostra um ódio profundo aos professores e que para esta gente é mais importante a jogada política, e um ajuste de contas dos tempos de MLR, do que o futuro e a educação de Portugal. São estes os humanistas do decreto 54…

  6. … e o que ganharam os professores com a geringonça? Desrespeito? ?Legislação para haver mais burocracia nas escolas e para baixar a exigência do ensino? A redução de e apoucamento de disciplinas fundamentais como História e Filosofia?
    No fim está tudo pior!Foi esse o saldo !

    1. O que ganharam os professores com a geringonça? Boa pergunta!
      Temp0 de serviço, zero,
      Democracia nas escolas, zero.
      Aumento de salário, zero.
      Redução da carga horária, zero.
      DIGNIDADE, ZERO.
      Resta-nos desmascarar esta gentalha, somos 100 000, formando e informando todos os dias as novas gerações.

  7. ….sejamos claros:
    Não existe uma carreira docente, mas duas.
    Na primeira, por vias em mau estado e com armadilhas, viajam enlatados e sem destino ou esperança a MAIORIA DOS PROFESSORES!
    Na segunda, em autoestrada que teve até direito a um alongamento,viajam confortavelmente com destino à vista ,uma MINORIA DE PROFESSORES!
    ……em que carreira viajam os DIRIGENTES SINDICAIS?

  8. …..”Radical defensor dos professores”.
    O tempo o dirá….qual será o cargo internacional destinado.
    A “família”, é grata pelos serviços prestados.

  9. 10/05/2019: a data que ficará na história assinalando a morte da profissão docente. Há quem considere esta afirmação um fatalismo, um derrotismo, um exagero. Mas se fizer uma resenha histórica, fica contextualizada a afirmação porque a profissão ficou em estado comatoso com prognóstico reservado no período 2005-2008, quando o governo do PS desmantelou o ECD com sucesso, apesar da elevada conflitualidade laboral que existiu. Também nessa época, o governo não caiu e nem a sociedade civil pressionou politicamente por causa dos professores.
    Atualmente, existem dezenas de milhares de professores que trabalharam sob vários ECD, e portanto, têm uma perspetiva do que foi perdido e piorado. Compare-se o ECD antes de 2005 com o atual e verifica-se facilmente que não existiram reversões. Faça-se um exercicio mental mnemónico sobre as condições estatutárias antes de 2005 (aconselho que não revelem publicamente para o morto não ser esquartejado…) e conclui-se que não houve nenhuma reversão para a reposição dessas condições excetuando a manutenção da redução letiva para o exercicio do cargo de DT e da suspensão da mobilidade especial, embora tenha ocorrido a tentativa de eliminar a redução para DT no governo PSD/CDS, único momento em que uma luta laboral teve sucesso.
    Ainda não foi compreendido que a jogada politica do PM António Costa (mais uma vez um governo socialista…), foi a estocada final no corpo moribundo da classe docente porque foi transmitida a mensagem de que os partidos consideram dispensável o valor eleitoral desta classe, pelo que perde-se uma força de pressão importante na reivindicação de direitos. A partir de agora qualquer governo tem a força politica para intervir como entender na gestão da classe profissional porque não terá prejuizo eleitoral significativo (as condições laborais ainda podem piorar mais, abstendo-me publicamente de elencar quais são…); tem a porta aberta para ‘esfrangalhar’ o ECD sabendo que a sociedade se mantém indiferente. Esse cliché de ‘lutar até ao fim’ é para ser levado à letra: existe um fim em que a luta termina.
    Portanto, com o ECD atual, as condições de trabalho que vigoram e as condições materiais do exercicio da profissão, e comparando com as condições estatutárias que vigoraram até 2005, lamentavelmente conclui-se que foi declarado o óbito da classe docente porque não se vislumbra no futuro qualquer hipótese de repôr as condições estatutárias antes de 2005.

    1. Parabéns por este comentário, Mário Silva. Algo de que poucos falam – a comparação do que era o ECD antes de 2005 com o atual. O que se perdeu nessa altura e que nunca mais se recuperou.

      Concordo que a profissão que estava moribunda, morreu completamente no dia 10, por mais que digam que “a luta continua”. Um dia, far-se-á história deste período negro da escola pública.

      Ao Paulo, já nem tenho palavras para agradecer o trabalho que tem tido para desmontar esta teia de vigarices.

  10. Chocante.
    Vi/li no expresso um artigo chocante de uma “senhora de reputação duvidosa” , intitulado “Em nome dos professores”.
    Choca-me o título e o conteúdo.
    A essa “senhora”: quando quiser escrever em nome de alguém, faça-o em nome da “senhora de reputação duvidosa” que a deu à luz.
    Já agora, porque nem tudo é negativo, gostei do título do artigo do Costa, Ricardo, acerca do irmão, “Anatomia de um monstro “.

  11. Para a elite costista (e afins) a revisão foi feita com a amputação concretizada com os jogos florais da passada semana.
    Há poucos inocentes, do lado da política, nisto tudo, se é que acho algum.

    Quanto aos comentadores, incluindo a senhora mais preocupada em pintar unhas do que em outras matérias, começa a cansar porque, por exemplo, o abrenúnico do mst, depois de ter sido desmentido em prime time pelos convidados que escolheu do PSD e do CDS este sábado volta a cometer “imprecisões” e a mentir sem vergonha na sua coluna semanal que sabe que nunca será objecto do “Polígrafo” porque esse foi cooptado pela SIC/Expresso.

    1. Após o alerta do Zarolho, estava interessadíssimo em saber onde pára a câmara corporativa (do peixoto), actualmente…
      Os métodos são os mesmos do tempo do engenheiro que afinal não era engenheiro…
      Os livros são os mesmos…
      Os actores são os mesmos…
      Quem anda a receber as avenças?

  12. Mário Silva

    O ECD tem, futuramente, de ser revisto !! É a única carreira onde todo o “bicho careta” pode – sem mais – atingir o topo, com as injustiças que isso implica e com o os encargos orçamentais que “outros” terão de suportar. Já percebeu o que quero dizer…

    Façámos este exercício (desculpem o chorrilho de interrogações):

    É forçoso que todos os assistentes universitários cheguem a catedráticos? É forçoso que todos os “tropas” cheguem a generais ? É forçoso que todos os padres cheguem a bispos?É forçoso que , numa empresa, todos sejam encarregados? É forçoso que na secretaria da V. escola todos cheguem a chefe dos serviços administrativos? Num banco, todo o funcionário terá, obrigatoriamente, de ascender a gerente?

    No ensino – e sem desprimor para quem quer que seja – é forçoso que relaxadas “especialidades” como as manualidades, os pinotes, as canções, o a.e.i,o.u. as educações especialíssimas etc., tenham um tratamento exactamente igual às áreas do saber que exigem especial conhecimento, responsabilidade e trabalho extra- escola (incluindo os fins-de- semana ) ?

    Espero que , num futuro próximo, alguém repare “nisto”. E tal, jamais, poderá significar ” a morte da profissão docente”, com diz . Antes pelo contrário…

    1. Chegar a generais???? Porque não estuda um pouco a progressão salarial nos outros países da Europa em vez de falar de cor? Porque é isto que posso concluir do seu comentário! Quer generais , daqueles que tinham o penacho de titulares no tempo da MLR? Olhemos, por exemplo, o caso da Finlândia, tão amado por algumas figuras deste governo, quererão copiar dali a avaliação e a carreira? O resto do comentário como ” os pinotes” e por aí fora levo-o como ironia…

      1. António Alves

        Quanto à ” progressão salarial nos outros países ” :

        Nos países da OCDE – excepto em quatro, incluindo Portugal – existe uma diferenciação salarial entre os níveis de ensino ( do pré ao secundário ) .Tal como acontece, no nosso país, entre o Politécnico e a Universidade. Esse “estudo” comparativo foi divulgado no jornal Público há pouco tempo .

        Quanto aos “generais” :

        Reconhecendo as particularidades, quis apenas dizer que , naquelas carreiras e mesmo noutras não “hierarquizadas “, seja qual for a razão, nem todos chegam ao “10ºescalão” (leia-se topo). E os que chegam sujeitam-se a concursos ,aquisição de graduações académicas, avaliação séria do mérito, etc. Exactamente igual aos critérios consagrados no ECD, não é verdade?

    2. maria,

      Assistentes universitários passarem a catedráticos ?
      Já nem assistentes há ! Não existem.Só convidados e a prazo !
      Essa é que é essa. Os Doutorados fazem de Assistentes e esta palhaçada também já se verifica no Ens. Superior Universitário.
      Vê -se que nunca foi à tropa .

    3. a argumentação dos generais, bispos e outras hierarquias é demagoga e falaciosa porque simplesmente nesses casos a FUNÇÃO é diferente e por isso existe verticalidade na carreira. Nos professores, a FUNÇÃO é igual, sendo uma carreira horizontal nesse parâmetro mas vertical na remuneração (também por isso é que nem todos são diretores, já que a FUNÇÃO é diferente…).
      e fica explicado porque não é comparável a carreira docente com os militares, clero e outros similares…

      1. o penúltimo parágrafo da maria é pertinente mas um terreno minado e politicamente incorreto, não havendo ambiente para se debruçar sobre a matéria…

    4. Esqueceu-se, já agora, no seguimento do terceiro parágrafo: “…todos os professores chegarem a diretores de escola?”
      É só para ficar em pé de igualdade com os exemplos que deu. Esclarecida ou ainda mais baralhada?

  13. Estou numa espécie de licença sabática, para digerir o escândalo em que se transformou aquela reunião circense da qual saíram foguetes que não tinham pólvora (ou tinham demasiado…) e da gritaria deprimente e dissimulada na AR na passada sexta-feira… que pariu um rato sem mãe, quanto mais montanha…

    Como é que é possível que não tenha vindo ninguém a público, logo a seguir à ‘ameaça’ de demissão do governo, anunciada cinicamente pelo PM, a exigir a demissão do governo?? Sim, alguém deveria ter exigido a sua demissão, em vez de todos terem corrido cheios de medo da tal crise política.

    Como é que ninguém foi capaz de dizer publica e taxativamente que o discurso do PM, culpando e responsabilizando os professores de uma possível crise política, da ruína económica e financeira do país, foi um discurso de um ditador sem carácter, falso, irresponsável, desrespeitoso, injurioso, caluniador e destruidor da imagem dos professores?

    Onde estavam e onde estão os partidos mais ou menos radicais “defensores” dos professores??

    Onde estavam e onde estão os dirigentes sindicais??

    Onde estavam e onde estão os presidentes das diversas associações de professores??

    Onde estava e onde está o PR, garante máximo da ‘democracia’?? Já sei, vão dizer-me que estava a escalar o muro da China para chegar lá acima.

    Nem vale a pena perguntar por mais ninguém. Pois… Está aberto o período de caça.

    Como é que a Fenprof não anunciou uma greve de duas semanas a decorrer já em maio? Já que não propõem nada mais “radical”.
    Na segunda-feira a seguir ao tal anúncio, deveria ter acontecido alguma coisa séria e a doer. Era o mínimo que os professores mereciam, depois do circo partidário.

    O.K., O.K. Não sou naif. Eu sei. Não aconteceu nada porque não interessava que acontecesse.

  14. Concordo a 100% com a Ana A. Deve ser feito algo que toque na familia socialista do governo que nos tramou. Colegas, o que nos aconteceria se, até às legislativas, entrassemos todos nas nossas escolas com uma t’shirt dizendo em letras garrafais: “EU NÃO VOTO NO PARTIDO SOCIALISTA”? Seríamos impedidos de o fazer?

  15. O que ouço pelo meu agrupamento, a situação já não era boa, é que se pudessem sair para algo que lhes pagasse as contas saíam já! Eu, se pudesse não ficava nem mais um minuto!
    Há um desrespeito profundo pela escola, pelos professores… dos pais, dos alunos… e tem piorado de ano para ano… Há muita gente que já só faz os serviços mínimos por tanto enxovalho diário e contínuo… Depois deste episódio as coisas só se poderão agravar.
    Volto a dizer : se puder saio já para o ano!

  16. Começa a ser perigoso este ataque dos que estão nos escalões do meio da tabela contra aqueles que estão no topo! Não vão por aí, caros colegas!

    1. Além disso, não é verdade que quem está no 10 escalão receba líquido menos que quem está no 9….Continuo a dizer que este ataque aos colegas que estão no topo da carreira não é justo! A maior parte deles tem mais de 40 anos de descontos…..daqui a pouco, estamos contra aqueles que dantes se reformavam com 36 anos de serviço. Não é justo isto!

  17. É mesmo como descreve caro colega! É esse o nosso problema porque mesmo espezinhados, achincalhdos e outras coisas que tais, quando se trata os alunos parece que tudo o resto se desvanesse e lá estamos nós…

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