É Nestas Alturas Que Apetece Dizer… “Façam Como Eu Digo, Não Façam Como Eu Faço…”

E talvez seja melhor não desenvolver o tema pois “pimenta nos olhos dos outros é colírio nos meus”. Porque a hipocrisia atinge os píncaros quando se aconselha o que não se quis enquanto “utente” do sistema. É como a outra que meteu os seus no privado, porque “dá mais oportunidades”. Uma outra alternativa é, agora que me safei, os outros que se lixem.

E quanto “aos bons olhos até ao 9º ano” muito haveria a dizer sobre o processo de mistificação em curso, mas depois aparecem aqui os controleiros oficiais e dizem que eu sou má língua e mau carácter apenas porque aponto factos concretos, nada alternativos e muito menos com relativismos pós-modernos e truques de linguagem.

“As escolas devem olhar para o que se aprende e não para a avaliação”, defendeu hoje João Costa, lamentando que o programa de autonomia e flexibilidade curricular continue a ser visto com bons olhos apenas até ao 9.º ano.

João Costa tentou hoje desmistificar os receios de insucesso académico dos alunos nos exames nacionais por frequentarem escolas com flexibilidade curricular.

Frade

(depois das “semanas de chumbo”, voltou à superfície… mas não é por não ter andado por aí a espalhar o Verbo não praticado… só que tem tanto medo de dar a cara em tempos agrestes quanto de perder o ar de grande amigo dos professores)

 

 

 

6 thoughts on “É Nestas Alturas Que Apetece Dizer… “Façam Como Eu Digo, Não Façam Como Eu Faço…”

  1. Só tenho uma pergunta para o sr Costa Arrivista: Se a avaliação é tão má, por que não acaba já com ela. A mim fazia cá um favor!
    Já que não faço outra coisa senão entreter criancinhas (ensinar era antigamente), pelo menos tirava o proveito e escusava de ter tanta chatice e tantos grelhados…

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  2. e eu que tenho andado a avaliar para saber “o que se aprendeu” e “como se aprendeu”…
    Afinal, tenho andado a fazer tudo mal!!!
    Por isso é que tem dado tanto trabalho

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  3. No final da PRÓXIMA legislatura, o governo do braço direito de Sócrates congratular-se-á pelo facto de as retenções terem sido extintas em Portugal.

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  4. eliminar a avaliação sumativa podia ser ‘tramar’ a vida futura de muitos alunos mas aliviava enormemente o trabalho individual dos profs, algo que não seria desagradável no contexto da proletarização salarial em curso…

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