6ª Feira

Continua a soltar-se do centro político-económico do país um fedor insuportável. O berardo é apenas mais um, porque comendados houve tantos, tantos, do valentim, ao vara, do zeinal ao macário correia, do sócrates ao carlos cruz. A fina flor do entulho e olhem que grande parte deles agraciados por gente que se acredita séria. Mas havia favores a pagar por “serviços” prestados. A quem? À Nação?

Lama

14 thoughts on “6ª Feira

  1. Fazer uma reconversão profissional. 1400 de salário base para transportar materiais perigosos ao ar livre é muito melhor do que ganha um prof para ficar fechado com eles numa sala.

    Não se arranja um camionista para dirigir a FENPROF?

  2. Claramente, depois da tranche para o Novo Banco e do anúncio de uma próxima, aquilo que deve preocupar os senhores do FMI são mesmo as progressões que… não são. Uma vergonha! … Qual a diferença entre fake news ou fazer propaganda na CS sobre uma parte da verdade?

  3. Em nome de todos aqueles que quiseram continuar os seus estudos e não conseguiram, nomeadamente por questões económicas, é bom descobrir que alguém que almeja aos dois lugares mais altos de Portugal, presidência da Assembleia e presidência da República, andou a passear os seus livros na Faculdade de Direito. Então não lhe foi aplicada qualquer medida universal ou do género para o homem não ficar para trás? Ah, espera lá, com ele ficar para trás significa ir para cima! Consultada a página da AR, em termos de habilitações, consta a frequência da dita licenciatura e como profissão… aposentado! Vergonha alheia.

  4. Haveria muitos mais a acrescentar ao rol! O que impressiona é que os nomes já são tantos que o cidadão comum já desligou. À medida que a lista de biltres aumenta, o cidadão já não liga – entra num estado de negação de tudo, está inundado de um sentimento niilista. Não liga como já não vota – e deixa tudo aos devoradores da vontade e do trabalho do cidadão. Por muito niilismo que lhe vá na vontade, perante uma justiça inoperante – que se cinge à leitura de milhares de páginas de argumentações de batalhões de advogados (bem pagos pelos dinheiros que extraíram ao cidadão) – a justiça não decide – adia: é uma justiça que não se agarra às evidências, mas aos enleios de algumas leis “encomendadas” e aos argumentos de biltres… e mais de uma década depois, posto todo o saque a salvo, a montanha nem um pelo do rato deixa escapar.

    Lamento, mas já não acredito nesta democracia. Tenho apenas repulsa por tudo isto.

    (P.S.: gostaria de usar vernáculos, mas seria descer ao nível “Joker”).

      1. Só me ocorre ouvir bem alto “Vernáculo” dos UHF e gritar com eles, ao mesmo tempo, fdp! Desculpem, não sou dada a palavrões, mas ando farta desta corja despudorada de mentirosos!

  5. J, Maria e Jesus (isto quase parece uma oração 😉),

    compreendo a vontade de usarem vernáculo e seria merecido e justo, mas julgo que estas figuras não merecem que se desça ao seu nível.

    Com um pouco de imaginação e uns eufemismos aliviamos a tensão, limpamos um pouco a alma e podemos dizer ‘coisas’ bem mais inteligentes e por consequência mais certeiras, certo? 😉

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