26 thoughts on “1X2

  1. :-))
    Ter vontade, sempre teve. Basta essa razão para continuar.
    E se for para (continuar) a reunir com a A. Leitão e/ou o J. Costa, ainda melhor…

  2. E se eventualmente – vamos imaginar esta remota hipótese – forem os próprios sócios e dirigentes a querer que o MN continue como líder da Fenprof?

    Não haver outros candidatos contra um candidato que é militante assumido do PCP, quando os dois maiores sindicatos da Fenprof são insuspeitos de ligações a este partido, quer dizer exactamente o quê?

    Reconheço que a figura e o estilo do MN não agradam a um grande número de professores. Mas então porque não vejo afirmarem-se, de entre os outros sindicatos, outros líderes com que os professores se identifiquem?

    Estarão à espera de um Bastonário que meta todos na Ordem, a eles e ao governo?…

    Quer-me parecer que o pessoal até nem desgosta do Mário; só não lhe perdoa a falta de super-poderes…

    1. Caro António Duarte, fica registada em acta a sua presença neste blogue – entre tantas matérias menores em termos de Educação que por aqui se tratam – para defender o líder que admira, o homem que – obviamente – não tem vontade própria, apenas obedecendo à das massas.

      António, pá. não faças estas figuras. Não precisas. Acho eu.

    2. António, a figura e o estilo de MN não agradam “apenas” a um grande número de professores (eu diria antes a maioria, pela análise de amostras). Não entender que a imagem de MN está completa e irremediavelmente gasta perante a opinião pública é não entender nada do que se anda a passar há vários anos.

      Quanto à inexistência de outros candidatos e à insuspeição de ligações ao PCP, se eu tivesse a autorização de ex-membros desses Sindicatos (que eu conheço) para falar, ficaria aqui a noite toda, António. E se eu te disser que existem provas de que a ordem para acabar com a greve do verão do ano passado veio da “cúpula”, ficarias assim tão surpreendido?

      Sabes, António, admirado fico eu ao ver que passados mais de 10 anos continuas a dizer que não sabes ou viste nada.

    3. Como sempre disse e reafirmo, não venho aqui, nem a lugar algum, defender o MN – que é crescido e sabe defender-se sozinho, se assim o entender. Mas percebo que seja mais cómodo reagir assim, pelo que nem vou contrariar quem insista em o fazer.

      Na verdade, mais do que esboçar defesas ou defender pontos de vista, limitei-me a fazer algumas perguntas, até agora sem resposta – que, admito, possam ser incómodas.

      Mas eu insisto no meu ponto: houve uma derrota objectiva da luta recente dos professores e das suas reivindicações centrais. Vamos reflectir a sério sobre o que se passou e as perspectivas para o futuro, ou reduzimos tudo à inépcia dos sindicatos e ao desgaste do principal líder?

      Quanto à greve do Verão passado: discordo completamente da tese dominante de que a luta fracassou porque os principais sindicatos não a quiseram prolongar por Agosto adiante. Acho que a luta se perdeu muito antes, quando quase todos os professores, incluindo os mais radicais, cederam à pressão e aceitaram fazer as reuniões dos anos com exames. Já o escrevi várias vezes e estou à vontade para o afirmar: aderi à greve na fase inicial, à revelia do meu sindicato que dizia que ainda era cedo e prolonguei-a enquanto houve resistentes na minha escola a querer continuar.

      Há um sentimento profundamente contraditório que por aqui se continua a alimentar e que a meu ver distorce a compreensão de algumas realidades. Desprezam-se os sindicatos e tudo o que representam, reduz-se o sindicalismo a uma irrelevância. Mas depois todos os revezes que os professores sofrem é por culpa dos sindicatos e dos partidos que os comandam. A verdade é que os sindicatos têm mais influência do que se julga, mas menos poder do que se pensa.

      Continuo a pensar, e sei que isto também não agrada, que os sindicatos – e os sindicalistas – são um espelho da classe que representam. Ora todos nós já todos tivemos ocasiões em que olhámos para o espelho e não gostámos da imagem que vimos reflectida.

      1. António,

        Já são muitos anos a chover no molhado.
        As tuas questões são incómodas para quem?
        Por certo não serão para alguém que, reconhecendo a importância do sindicalismo, nunca foi ou é sindicalizado. Em velhos ou novos sindicatos.

        As tuas questões – e registe-se em acta que voltaste para apenas discutir este assunto que te parece mobilizar bastante – poderão ser incómodas para quem queira ascender na estrutura organizacional sindical que tem formas curiosas de funcionar, tal qual os partidos, como os mesmo defeitos e algumas qualidades.

        Quanto ao sindicalismo ser o espelho da classe docente, discordo.
        E discordo porque vejo a classe docente cansada, desgastada, desanimada, sentindo-se desvalorizada e enganada sistematicamente, como quando dizem que a vão consultar e depois tomam decisões antes de tais consultas.
        Em contrapartida, a malta com 50-80-100% de redução da componente lectiva para exercer o sindicalismo militante parece-me sempre com uma frescura assinalável, só ultrapassada por uma evidente intolerância à crítica quando se descobre por onde andaram em verões recentes.
        E discordo porque não me consigo rever em quem não é, na prática, meu colega, mas um político profissional, que ganha o seu salário a fazer outra coisa.

        Se és ingénuo o suficiente – não o és, até porque se nota que já percebes alguns aromas e experimentas sabores que antes criticavas a outros – para acreditar nessas conversas de cartilha, é contigo.

        Quanto a uma Ordem, que ironizas com a marca clara das críticas do sindicalismo ortodoxo, que existe em profissões com um maior prestígio social do que a nossa nos dias que correm, é possível que julgues que essa referência me “incomoda”.

        Ora… tenho a certeza que foste a mais reuniões seja do que for do que eu à de qualquer organização ou proto-organização ligada a uma qualquer Ordem.

        Aliás, quase aposto que um destes dias serás tu a acabar em qualquer tipo de lugarzinho de natureza organizacional do que eu.

        Se acho que deveria existir uma Ordem?
        Sim, porque acho que a docência deveria ter um Código Deontológico criado a partir de dentro, algo que os sindicatos nunca promoveram ou sequer têm vocação ou massa crítica suficiente para tal. Só se o encomendassem a alguém amigo.

        Por fim, António, se o que aqui te interessa é apenas o facto de eu lamentar que o Mário Nogueira seja um incumpridor relapso (e há dias em que apenas falseia a verdade) das suas promessas, provavelmente é porque temos prioridades diferentes em matéria de Educação ou mesmo dos interesses da classe docente.

        Mas, como eu disse, já notei que andas sensível a “aromas” sedutores.
        Até já escreves em espaços de opinião de Direita assumida, quando tanto criticaste no passado quem achava que se deveria defender toda a causa justa onde quer que fosse possível.
        Afinal quem mudou de atitude?
        Quem é que, havendo oportunidade, cede à tentação que anatemizava a outros?
        Gostas também deste tipo de ironia, a roçar o sarcasmo?

      2. Paulo,

        Sobre as considerações e insinuações pessoais não me vou pronunciar, pensa o que entenderes. Só dizer-te que, ao fim destes anos todos, continuas a atirar ao lado.

        Quanto à substância desta discussão, e se bem percebi, o sindicalismo é importante, mas os professores sindicalizarem-se, não. Discordo, e quando digo que os sindicatos que temos espelham a classe que somos também passa por aí: temos o que temos porque abdicamos de participar, de escolher, de criar alternativas.

        Falas da boa vida dos sindicalistas. Por mim, conhecendo um pouco do que é a vida de alguns deles, digo claramente: não a queria para mim. A verdade é que tens nos sindicatos que efectivamente representam a classe muita gente boa, inteligente, combativa, abnegada – e com uma paciência de santo para aguentar a incompreensão e a crítica de tantos colegas. E, sobretudo nalguns sindicatos-fantoche, também encontras facilmente quem está por ali à pala – como há nas escolas, por exemplo, pessoal destacado por doença que não tem doença nenhuma.

        Sobre a Ordem muito haveria a dizer, mas fico por aqui: no dia em que vir a classe docente a exigir um “código deontológico” com a mesma veemência com que exige a recuperação integral do tempo ou a aposentação antecipada, nesse dia estarei disposto a concordar que o nosso grande problema é a deontologia profissional…

      3. Resumindo: orgulhas-te dos 97% que reelegeu MN mas não te importas que a esmagadora maioria da população não suporte MN.

        Ou seja, interessa-te mais que MN continue a ser “o rosto” da nossa classe do que assumir a sua péssima imagem perante a opinião pública e os efeitos que isso provoca nas nossas pretensões, pouco te importando o saldo mais do que negativo de MN nestes últimos 12 anos, composto de pequenas vitórias e estrondosas derrotas.

        Definitivamente, não vale a pena perder tempo a discutir este assunto contigo.

      4. Maurício, vamos lá a ver uma coisa: eu não me “orgulho” de nada, nem deixo de orgulhar. Aliás, se me interessasse participar na entronização do MN trataria de me fazer eleger congressista, coisa que nem me passou sequer pela cabeça.

        Se releres o meu comentário inicial, verás que gira em torno de uma ideia muito simples: independentemente da vontade manifestada, será que o MN seria reeleito se não fosse essa a vontade do congresso da Fenprof?

        Não sei o que pensa a “esmagadora maioria da população” sobre MN e sinceramente não perco tempo a preocupar-me com isso. Acaso os portistas quando reelegem o seu eterno líder se incomodam que os benfiquistas o detestem? Ou vice-versa?

        Entre os professores, que é o que importa, sei que está muito longe de recolher a unanimidade, mas curiosamente não vejo outros líderes afirmarem-se. Seria natural, perante o desgaste que dizes existir, que figuras como o Dias da Silva, a Júlia Azevedo ou o André Pestana, por exemplo, conquistassem o espaço mediático da representatividade docente. Porque é que não o fazem?

        Repara que eu não venho aqui impor verdades nem afirmar certezas que não tenho. Faço perguntas. Acho que a discussão e o confronto de ideias é importante e ainda mais em tempos de impasse e desânimo como aquele que estamos a viver. Mas percebo que as minhas perguntas são entendidas como provocações e aí sou eu que digo, também, que não adianta insistir nesse caminho.

        Mesmo não os conhecendo pessoalmente, tenho estima e consideração pessoal pelo Paulo, o Maurício e tantos outros comentadores e bloggers com quem durante anos troquei argumentos no velho Umbigo. Não quero alimentar animosidades nem ressentimentos pessoais que, da minha parte, são inexistentes.

        Até porque continuo a pensar que é muito mais o que nos une do que aquilo que nos possa separar. E espero que, cada um à sua maneira, continuemos todos a escrever, a comentar e a tomar posições em prol da educação e da classe docente a que pertencemos.

  3. António Duarte… tu levaste uma década a atirar-me ao lado.
    O curioso é fazeres quase tudo o que me criticavas.
    Era mau comigo, mas virtuoso contigo?

    Depois, colocas-me na escrita o que não escrevi, mas isso é habitual, já nem vale a pena desmentir o que é claro que não escrevi.

    Singularizo apenas uma situação, porque é uma mentira em que alinhaste desde cedo e não desististe. Em nenhum momento me viste ou leste apelar à não sindicalização ou à saída dos sindicatos. Podes acusar-me de muita coisa, mas em nenhum momento leste mais do que minha opção pessoal por não me sindicalizar. Assim como defendo o direito à abstenção. Porque defendo a liberdade de ser ou não ser. Por exemplo, há quem critique sindicatos novos ou outros que não alinhem com a cartilha, mas isso já não é ser anti-sindical. Há “sindicatos-fantoche”? Sim, claro que há e vão na Plataforma quase todos. E há outros que nem são fantoches de partidos, como se viu recentemente ao líder do teu, porque só servem para falar em nome de e depois quando aperta são largados… ou melhor… são largados os professores, porque eles ficam sempre no poleiro, apesar de adorarem voltar a dar aulas

    Os sindicatos têm muita gente boa? Sim, têm e por isso mesmo tenho muitos amig@s entre quem por lá anda e sei, por isso mesmo, como as coisas são feitas para darem sempre o resultado desejado.

    Repito… mentes quando insinuas que pretendo que os professores não se sindicalizem.
    Ao contrário de sindicalistas que boicotam activamente sindicatos em vários sectores como aconteceu com o S.TO.P entre os docentes ou com os enfermeiros e camionistas.

    É uma opção minha não me sindicalizar ou procurar fazer vida sindical, mas há quem adore. Ninguém obriga @s colegas a ter 80-100% de redução da componente lectiva para aparecerem nas escolas 2-3 vezes ao ano, como – e nem sequer é da linha nogueirista – o actual líder do SPGL, o meu famoso “zé”.

    Já sei a tua zona é a do SPRC, a dos “puros”, incluindo o controleiro que há uns anos fichava todos os textos dos blogues para depois aparecer em debates públicos com ameaças veladas. Quem não quer ser lobo, não lhe adopta as práticas.

    A vida de sindicalista é dura? Sim… os deputados dizem o mesmo. E tantos outros “incompreendidos”. E a “incompreensão” é sempre culpa dos “representados”. O que inverte um bocado todo o princípio da coisa e o argumento de estarem lá aqueles que os “colegas” querem que esteja, Se assim é, de onde vem a incompreensão?

    A minha não sindicalização significa não intervenção?
    😉
    Sim, claro… é uma intervenção sem rede, sem cartão, sem muralhas d’aço.
    É uma intervenção que, como no caso da ILC, é torpedeada pelos sindicatos, fantoches ou sérios.
    É uma intervenção em que se faz escalas de greve, se recolhe e distribui fundos de greve que os líderes sindicais consideram ilegais.

    Alternativa?
    O primeiro acto de lucidez é alguém perceber que deve sair da frente porque se tornou parte do problema e não da solução.

    Ou ter a lucidez de perceber que não se tem perfil para carreiras paralelas. Como eu, que gosto de escrever, mas não de andar às cavalitas dos outros, mantendo-me sempre onde digo e não em gabinetes (sim, os da fenprof também são gabinetes).

    Quanto à Ordem… cada um tem os seus espantalhos… Tu tens esse… que é uma espécie de quimera que alguns querem esmagar antes que apareça.
    Só isso, faz com que me dê vontade que apareça.

    Porque querem “alternativas”, mas apenas se forem as “certas”.
    Certo?

    (anote-se em acta a terceira intervenção do comentador António Duarte neste espaço em defesa do sindicalismo docente bom, não fantoche e não alternativo)

    1. Quarta e última, sobre o espantalho da Ordem:

      Apenas reivindico a mesma liberdade que têm os não sindicalizados – a de não ser obrigado, para poder exercer a minha profissão de sempre, a pertencer a uma organização contra a minha vontade.

      Podem fazer as ordens que quiserem desde que não me obriguem a pagá-las.

      1. Os advogados, médicos, enfermeiros, arquitectos, engenheiros, psicólogos, etc, etc, devem ser mesmo muito burros.

        Bom, mesmo é um Mário Nogueira vitalício a acumular uma década de derrotas que lhe dão mais e mais força.
        Ahhh… a culpa é da classe docente que desconvoca as greves por causa das férias… 2013… 2018…

        Parafraseando-te… ficaram muitas questões “incómodas” ali em cima por responder.

        E claro que não negas as mentiras que ajudaste a alimentar todos estes anos sobre a minha relação com os sindicatos.

      2. Ok, vamos então à quinta…

        Os advogados e médicos e etc. que façam o que acham melhor para os seus interesses. O que reivindico é apenas o direito à minha opção pessoal de não querer ser posto na ordem – exactamente o mesmo que tu invocas a em relação à sindicalização e que eu respeito inteiramente.

        Sobre as duas greves às avaliações, e já que trazes o tema à baila, relembro o seguinte: em 2013, defendeste a continuação da greve que foi suspensa pelos sindicatos a troco de escassas cedências do ministro Nuno Crato. Curiosamente, em 2018, quando havia, devido à convocatória do STOP, a possibilidade real de prosseguir a greve até final de Julho e mesmo por Agosto dentro, demarcaste-te dessa posição “radical” e reconheceste que não se iria conseguir mais, a 31 de Julho do que a mão cheia de nada que se tinha alcançado em meados do mês. Não critico a tua posição, pensei exactamente o mesmo, que se veio a confirmar.

        Na minha maneira de ver, tudo ficou decidido muito antes, na realização dos CT dos anos de exame, como já expliquei acima. Em todo esse processo não me inibi de criticar a estratégia sindical e isso está escrito em vários posts do meu blogue. Não sou um seguidista do sindicalismo “ortodoxo”, embora pareça agradar a alguns, vá-se lá saber porquê, retratar-me dessa forma

  4. Sem pretender intrometer-me, até parece um daqueles meninos sempre caladitos,sem sorrir ,sem reagir a nada e que por magias externas ? … de um momento para outro , saem dum casulo começam a botar discurso ,botam mais discurso e nunca mais largam o osso ?

    1. Caro Magalhães, não tenho estado calado. Desde há quatro anos a esta parte que, no meu blogue Escola Portuguesa, vou diariamente comentando os temas educativos.

      Continuo a passar por aqui com regularidade e a ler com interesse o que por cá se escreve, mas a disponibilidade para comentar é, por razões que julgo compreensíveis, muito menor.

    1. O AD só reage quando está em causa a continuidade na liderança do Grande Mário que qual Kim Il Qualquer Coisa nos tem guiado em imensas vitórias desde que lá está.
      Sem ele seria pior, há quem diga.
      Não vejo como, mas eu sou reconhecidamente míope.
      E gordo, como gostava de destacar, com aquele nível habitual de elevação dialética, um antigo nogueirista candidato ao SPGL mesmo antes de se reformar.

      Outros tempos.

      Parece não ter a ver com o AD?

      Até tem, porque para ele, há os ataques evidentes (porque são assumidos, como os meus) e os que eram alegados porque os vargas não assinavam os deles e os chicos da remax nem é bom falar.

  5. Meus caros,
    nesta altura do “campeonato” e com bom tempo lá fora, será que vale a pena “trocar letra” sobre assuntos e/ou pessoas ‘hibernadas’?

    Vocês é que sabem, claro.
    Olhem, invejo-vos, no bom sentido, a energia e a paciência.

    Bom fim de semana!

      1. 😊

        Ar em movimento por ar em movimento, mais vale o vento. Numa das suas outras possibilidades/formas, incomoda-me mais. Só tentei “tirar” o aroma de algumas ideias daqui.
        Fez bem em optar por se resguardar, embora os chocos não possam dizer o mesmo. 😉

        Quanto “ao resto”, se “linhas” houver, o nobel (conhecido) promete durar, durar… e nós já o conhecemos.

        Em todo o caso, ficou a saber-se o previsível vencedor da esgrima. 😉

        (Fiquei com dúvidas do #: ironia da boa ou algo mais durito?)

  6. Boa noite, quem eram os adversários ao Mário Nogueira? Há uns anos, arrependo-me profundamente de ter apoiado o Super Mário. Cheguei a ir a um congresso e vi mais ou menos como se fazia aquilo, de braço no ar. Não era?

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