Não Sei Se Este Será Um Dia Para Me Orgulhar…

… mas tive de me converter a algum pragmatismo e à evidência de que se não pedir o faseamento também não poderei, mais tarde, estar em condições de me queixar de forma fundamentada pelas ultrapassagens que mesmo assim continuarão a acontecer ou, no mínimo, ao tratamento discriminatório, com perdas salariais em termos comparativos, dado a quem progrediu em 2018.

Entreguei o requerimento, portanto. O dos 11 meses em vez dos 9 anos. Porque estou cansado de colocar a cabeça no cepo, enquanto os cabecilhas da revolta a encolhem toda. Nem sei bem se me desiludi, se qualquer outra coisa. Mas algo se perdeu, talvez definitivamente. E não foi a confiança, que essa já foi há muito pela janela fora. Talvez a esperança.SadUsa

41 opiniões sobre “Não Sei Se Este Será Um Dia Para Me Orgulhar…

  1. Há uns anos, no tempo de MLR, tomei uma decisão. Aquilo que recusei, por não ser sério nas condições em que aconteceu, passou a ser uma prática instalada no quotidiano da escola. E fiquei para trás.
    Hoje, à distância, ainda não consegui decidir se fiz bem. Quer dizer, eu fiz bem, mas talvez não devesse ter feito.
    A partir daí, passei olhar de outra forma para tanta gente sonora, de t-shirt gira e pregão em riste. Greve para aqui e para acolá. Lutar ou morrer.
    É um bocado como os alunos nas lutas ambientais e os intervalos de big-macs com materiais descartáveis.
    A verdade é que olho para tudo sem grande respeito por nós.
    Mas lutar sempre foi muito difícil e mesmo quando se ganha fica-se sempre com um sabor amargo. Não era bem assim, pensamos. Não era isto.
    Dizem que há muito, um homem morreu para nos salvar. Muitos outros foram presos e torturados para conseguirem um mundo mais justo.
    Há luzes, assim, que nos inspiram.
    Um outro dizia que tudo valia a pena para a alma não ser pequena. Mas bebia muito para escrever assim.
    Perder também dói muito.
    Um abraço amigo, Paulo.
    Que seria de nós sem a grandeza e o acolhimento deste seu Quintal?

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      1. Exatamente.
        Não julgo que seja fraqueza. O Paulo é humano. Para mim, continua a ser a mesma pessoa e a ter o mesmo valor!!
        Isto de morrer de pé pode ser heróico mas não livra ninguém da morte, nem sequer da dor ou até da humilhação e do desprezo dos outros.

        Entendo-o perfeitamente, porque ainda estou no dilema do que fazer com a treta envenenada que ‘se conseguiu’…
        Apetece-me mandar tudo àquele sítio, mas a racionalidade às vezes impõe-se… ou não.
        Em todo o caso, na minha escola sinto-me só nesta posição. “Heroína” ou otária? Otária, com certeza e como em tantas outras situações.
        Enfim, a alma vale o que vale e a pena é o que é.

        Permita-me enviar-lhe um abraço. 🤗

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  2. Há anos, tal como a Maria, também perdi uma série de coisas (inclusive amigos) por não ter feito uma série de coisas. Nunca me arrependi mas hoje, se não fosse uma eterna afunilada à espera de uma vaga com quota (que nunca haverá ou não haverá em tempo útil…), também teria entregue o faseamentosinho. Ao invés entreguei uma reclamação a dizer que não prescindo do resto do bolo…há- de rir-se o Tiago&comp. mas estou-me nas tintas. Não saio é do quintal e deixo-te um abraço porque este é um espaço onde ainda me revejo e cujo dono admiro imenso!

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    1. Atenção SC!

      Informe-se bem da sua situação e verifique se não será duplamente prejudicada ao não entregar o requerimento de faseamento.

      Não entregando pode ainda ser ultrapassada por muitos que estão atrás de si no mesmo funil e retardar ainda mais a sua progressão.

      Leia isto (no Arlindo) e decida prelo melhor…

      “Respostas da DGAE à ANDAEP sobre FAQs, aditamento e Nota Informativa
      (…)

      3.a Pergunta: Os docentes que integram as listas de acesso aos 5.o e 7.o escalões podem
      recuperar tempo (total ou faseado)?

      RESPOSTA: Os docentes que integraram as listas de 2019 para acesso aos 5.o/7.o escalões e
      que não obtiveram vaga se optarem pelo faseamento nos termos do n.o 5 do Decreto-Lei n.o
      65/2019, de 20 de maio, irão graduar na lista de 2020 com os 340 dias correspondentes à
      recuperação devida em 01.06.2019. Assim, ao tempo de serviço com que graduaram na lista
      de 2019, são acrescentados 365 dias do ano de 2019, 365 dias correspondentes ao fator de
      compensação nos termos dos n.os 4 e 5 do artigo 4.o da Portaria n.o 29/2018, de 23 de janeiro,
      e 340 dias correspondentes à primeira tranche do faseamento. Se estes docentes obtiveram
      vaga nas listas de 2020, irão recuperar o restante tempo (339 dias em 01.06.2020 e 339 dias
      em 01.06.2021) nos escalões onde estiverem posicionados àquelas datas.”

      “http://www.arlindovsky.net/wp-content/uploads/2019/06/DGAE-ANDAEP.pdf

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    2. Boa tarde colega, estou exatamente na sua situação. Decidi não pedir faseamento, tenho plena consciência de que serei ultrapassado. Mas decidi assim. É talvez a minha solitária luta, quiçá sem sentido, contra os moinhos quixotescos.
      Desejo tudo de bom para todos .

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      1. Com todo o respeito pela tua decisão, acho que isso não é uma forma de luta.

        Ninguém te está a dar nada, apenas te devolvem uma parte do que é teu. Não “aceitando” apenas estás a dar força a quem te pretende subtraí-los.

        E no teu caso, se estás num escalão funil, serás durante três anos consecutivos ultrapassado por muitos outros que mobilizam 340+339+339 dias.

        Está na hora de afastar sentimentos de culpa ou orgulhos feridos. Cada um deve tomar a decisão que mais reduza o prejuízo que já acumulou.

        Dentro de dois meses começa novo ano letivo e seremos obrigados a continuar vivos.
        Há outras formas de luta sem qualquer custo material que, sendo mobilizadas, poderão ser amplamente eficazes se houver alguma organização e um pouco de coragem… por exemplo, Lições de Cidadania de cinco minutos diários em cada turma, no início da primeira (ou outra) aula sobre as contradições da sociedade que estamos a criar.
        Só é necessário pensar numa boa escolha e divulgação dos temas, sem cartilhas ou interesses “diversos”.

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  3. Numa ventania a árvore quebra o tronco (o que é irreversível) e a herbácea verga (para logo voltar à posição inicial) Qual delas é a resiliente? Qual dela sobrevive e vence em termos relativos?
    Há que ser resiliente nestes tempos (quantos anos já…? ) para que algo nos sobreviva : uma educação digna para a crianças que nos são confiadas. O que querem os poderosos do mundo? Quebrar-nos para emburrecer o povo. Não tenho dúvidas sobre as minhas prioridades.
    Mas podemos sempre pensar que isto é apenas uma tranche dos que nos devem. A Memória é tramada e também nós ficaremos na História da Educação. Eu anónimo, o Paulo como escriba.

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  4. Força, Paulo. Fizeste bem, acho eu. E também eu vou pedir o faseamento, ainda não entreguei o requerimento.
    Vou misturar assuntos, afinal, os créditos antigos, não me servem de nada pois mesmo com faseamento, não mudarei antes de 31 de julho de 2020 logo, de repente, tenho de fazer 50 horas.
    Bj, Meu Amigo e … olha que antes este tempo do que nenhum …. este governo é bem melhor do que o PS do maldito Sócrates e MLR e PSDs que já vimos, não me parece que tenhas dúvidas …. Não apreciamos tudo? Claro que não. Mas especialmente, as coisas típicas dos humanos pequeninos. é que pelo menos estes não congelam, não retiram e até repõem alguma coisa. Fazem mais do que os sindicatos do tipo Nogueira. Enfim, amigo, fizeste bem, a clausula final, salvaguarda não estares esquecido do restante tempo e de resto, muito a fazer, não baixar os braços, como sempre, no teu especial caso.

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    1. “olha que antes este tempo do que nenhum …. este governo é bem melhor do que o PS do maldito Sócrates e MLR e PSDs que já vimos, não me parece que tenhas dúvidas …. Não apreciamos tudo? Claro que não. Mas especialmente, as coisas típicas dos humanos pequeninos. é que pelo menos estes não congelam, não retiram e até repõem alguma coisa. ”

      Antes ter uma perna do que nenhuma. Com certeza. Mas se o natural e legítimo, digamos assim, é ter duas pernas, ter só uma não há de constituir grande motivação. Isto penso eu que tenho duas…

      Este governo é melhor do que os outros que refere? Talvez sim, talvez não… E lá poderia eu voltar à história das pernas, ou talvez fosse mais indicada a “analogia” dos dois olhos… E daí chegavamos rapidamente ao dito popular: “Em terra de cegos quem tem olho é rei” (olho, não olhos, não é?). E o ditado não é sinónimo de grande coisa, pois não?

      Desculpe, Margarida. Embora respeite a opinião alheia, há questões que me dão uma espécie de urticária emocional e/ou racional.
      (A madre Teresa hoje não passou cá por casa…).

      Boa noite! 🌼

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  5. Paulo, temos que fazer como Álvaro Cunhal sugeriu em tempos idos: entregar na secretaria alguns papéis mas sem olhar para eles. Sobretudo para não recordar muito esse momento…
    Um abraço.

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  6. Todos no mesmo barco, a ver se não afundamos na merda!
    Abraço de quem também entregou o papelinho com mesmo sentimento de desilusão na alma!

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  7. Força Paulo !
    Fizeste muito bem.
    É inacreditável que no final do ano os Professores sejam tratados desta forma. É muito o desgaste que estas decisões provocam. Eu faria o mesmo. Engolia em seco. Mas que é triste e revoltante , é !!

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  8. Também entreguei, Paulo, pois, temos de ser pragmáticos.
    Já perdi tanto por ser honesta, numa profissão onde nem tudo o que parece é.
    São tempos de grande desilusão e o início do próximo ano letivo promete muitos dissabores.
    Obrigada pelo apoio e pela seriedade.

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  9. Não costumo procurar justificação para alguns actos que pratico com plena consciência do que estou a fazer. E é raro arrepender-me, mesmo quando acho que asneirei, porque fiz o que fiz com convicção.

    É diferente quando se faz sem convicção. Hã um travo amargo que fica.

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      1. “Gosta de bater com um enorme sorriso na cara. Detesto gente assim. Ainda bem que não a conheço, que não a aturo. Deixe lá os mortos e as flores em paz …”

        Margarida, é “curiosa” a sua capacidade de/para detestar alguém que não conhece e de julgar os outros. Com certeza já várias pessoas por aqui o perceberam…
        Cada um interpreta as coisas e as pessoas de acordo com as capacidades que tem e há quem o faça a partir da pessoa que é. Para além disso, cada um faz o que quer com a sua consciência e com os seus valores. São questões universais…

        Não me recordo de ter ofendido ninguém. Nem tão pouco a Margarida, apesar de já me ter dirigido mais do que uma vez comentários que qualquer pessoa de bem perceberia/interpretaria como, no mínimo, desajustados, despropositados, deselegantes e até ofensivos. O mesmo não se poderá aplicar à sua pessoa, pois, da sua parte, meia volta os exemplos disto surgem. Sem precisar de fazer grande esforço (por acaso, e por isso mesmo, não a sigo há muito com particular atenção, mas peço desculpas por ter um cérebro funcional), lembro-me de que há algum tempo fez algo semelhante com o colega Raposo, há um ou dois dias foi com o Magalhães, agora resolveu mudar de alvo?
        Já parou para pensar porque é que o faz? O que é que a incomoda tanto? Incomoda-a o facto de eu vir aqui? Porquê?
        Incomoda-a o facto de eu ser educada? Incomoda-a o facto de eu ser pacífica e bem disposta?

        Olhe, Margarida, com tanto ódio e desprezo que sente por mim, sugiro que passe à frente os meus comentários e que não desperdice o seu precioso tempo e energia comigo, pois, a avaliar pelo que diz sentir por mim, não lhe fará nada bem à saúde “conhecer” e aturar uma pessoa como eu. Com certeza, deve estar rodeada de pessoas que muito a estimam e que muito apreciam a sua presença. Vá, dedique-lhes o seu tempo e esqueça que eu existo.

        De qualquer modo, se ofender-me lhe dá prazer e lhe traz felicidade, continue. O mais importante é que esteja e seja feliz.

        Quanto a si, se tinha algumas dúvidas, elas ficam definitivamente desfeitas com o seu comentário. Não tenciono perder mais tempo consigo do que aquele que estou a perder ao responder-lhe. Aliás, só o faço porque considero demasiado grave o que, sem me conhecer de lado nenhum, disse a meu respeito. Não lhe admito que me julgue a partir do nada. Quem é que a Margarida julga que é?

        Ah, invejo o tempo e a energia que tem e perde a detestar e a desprezar pessoas que não conhece e que não lhe fizeram mal algum. A minha vida não mo permite. Azar o meu, não?

        Sugiro que experimente algo que é grátis e que é razoavelmente eficaz: doses diárias generosas de bom senso, de paz/tranquilidade, de boa disposição e de doçura no coração. Não custa nada experimentar. Pode ser que resulte.
        Já agora: julgo que não lhe faz bem andar a remoer simples comentários dias e dias a fio. Ocupe o seu tempo com outras coisas e deixe as pessoas em paz.

        Contrariamente ao que diz/julga, como qualquer pessoa normal e de bem facilmente percebe, sou bastante sincera, pelo que não posso terminar sem lhe dizer com clareza o seguinte: julgo que eu é que tenho mesmo de me sentir feliz e aliviada por não ter de a aturar e de privar consigo.
        Em todo o caso, vou dar-lhe um pequeno desconto, porque pode não andar bem, pode estar a passar uma fase difícil, etc.

        (Como é amiga do Paulo, pode pedir-lhe para ele me bloquear. Aproveite e peça-lhe também para ele bloquear todas as pessoas que a incomodam, que lhe desagradam, que não sentem e pensam como a Margarida, etc. Pode ser que o Quintal fique só para si.)

        Enfim, há coisas na vida e na “realidade virtual” que não têm explicação.

        Peço desculpas ao Paulo e aos colegas que acidentalmente acabem por ler este comentário.

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        1. Não andei a remoer nada, apenas tenho boa memória. E resolvi colocar os pontos nos i. Não fale pelos outros, eles falam por si. Estou farta de si. Se achou que poderia andar a picar-me eternamente, a comentar tudo o que digo e que não teria resposta, percebeu agora que lá chegaria o dia em que a coisa teria uma resolução. E foi hoje. Bom verão!!!! Seja feliz e largue-me de vista, por favorzinho!!!!

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  10. E desta forma se instalou insidiosamente a figura do titular (os que estão do 7° para cima) que podia chegar ao topo…
    Uma geração de gente com a vida destruída agora e na velhice…
    A revolta é tanta que facilmente se aderia a um golpe de estado militar…
    Não sei como se motivarao alunos com tanto prof desmotivado…

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    1. Prof de 60 anos no 10 escalão ou de 55 anos no 8 escalão e profs de 50 anos no 3 ou 4 escalao…
      A cagada de legislação publicada deu azo a desigualdades e injustiças que fariam Buda aderir ao daesh…
      Com governantes sociopatas não existe restea de esperança…
      E parece que a cagada ainda não terminou, com a cloaca da próxima governação colocada em posição de defecacao a cair em cima dos comatosos…

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      1. E colegas de 55 no 4° a serem ultrapassados… e colegas vinculados no 1° a serem ultrapassados por outros que já vincularam depois… é para todos os gostos… em cada Agrupamento sua lei… É o caos…
        Quem quer ser professor?…
        É uma grande indignação!

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  11. Paulo, compreendo o que estás a sentir. Mas devemos é focar-nos no que podemos fazer daqui para a frente. Eu com dois filhos e o meu marido colocado a quase 300 kms de casa, não tive alternativa. Abraço e grata pela tua partilha e honestidade.

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  12. PG, compreende-se perfeitamente a sua “inquietação” e o “conflito” gerado pela sua tomada de decisão…

    Mas que outra opção teria? A de ser prejudicado em termos pessoais e com isso também não resolver o problema existente em termos de classe?

    D.Quixote a lutar contra os moinhos de vento pode ser uma imagem muito “romântica”, mas muito pouco realista e objectiva no caso em apreço. Portanto, não se arrependa que ninguém lhe agradecerá por isso…

    O seu contributo para ajudar a classe docente e o Povo em geral 🙂 é dado aqui neste seu espaço, diariamente, de forma muito válida e estóica. Poderão outros “gabar-se” disso?

    E, já agora, o Povo agradece 🙂 !

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  13. Aqui ainda se encontram pessoas que falam de valores e de consciência. Na maior parte dos ambientes sociais, tudo o que foi dito não passam de tretas.
    Obrigada pelo blog.

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  14. No fundo, no fundo, a´maior parte de nós anda ao mesmo… quem pode desenrascar o seu… quase nunca olha para o lado nem para trás. Infelizmente a maior parte da classe docente transformou-se nisto. Somos a consequência macabra de todas as paixões pela educação dos diversos governos. No entanto, alguns ainda têm a decência de mostrar ao que andam e remar um pouco contra a maré… o caso do Paulo Guinote. Infelizmente, quase todos os outros, grupo de que faço parte, ou não os têm no sítio para o dizerem publicamente ou já estão fartos disto tudo e…é deixar andar…de preferência sem grandes perdas. Resumindo, sempre que quero recordar-me de como é ser DECENTE…espreito por este BLOG.

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    1. Sim, concordo. Por um lado, é um voto em branco, por outro, é um voto – direto ou indireto – no PS.
      Aguardemos, não muito, penso eu, para vermos o aproveitamento político que o PS vai fazer desta treta desta recuperação.
      Consigo (e com certeza vocês também) imaginar alguns discursos pré-eleitorais e várias “manchetes” nos jornais sobre este assunto. Os números, curiosamente ou não, abonarão a favor deles e nós, junto da OP, não passaremos de uns vendidos ou tolinhos ou sei lá o quê.

      Grande Costa!!!

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      1. Talvez seja essa a compensação pela decisão que tomei… poderei dizer sempre que não aceitei a esmola e dormirei um pouco mais tranquilo. Só é muito triste que nesta altura da minha vida seja obrigado a tomar estas decisões. Bem-jajam

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      2. Talvez seja por isso que tomei a decisão de não aceitar a esmola. Pelo menos terei a sensação de estar a cair de pé. Mas também já caí há muito tempo. Bem-hajam, todos os que andam por aqui

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