19 thoughts on “Quando Ouço Ou Leio Alguém Elogiar Muito O “Trabalho Colaborativo”…

  1. Paulo, para fazer uma reclamação/ queixa relativa ao pedido “obrigatório” de faseamento ( 4º e 6º escalões) , de um professor que garantidamente mudaria em 2020, e que vê essa mudança posta em causa devido aos eventuais pedidos de faseamento de colegas pior colocados na lista, com a consequente perda dos 340 dias, quem é /são os interlocutores mais adequados? Se me puder dar essa informação/opinião, eu agradeço. Note-se que são os únicos escalões em que os professores , completamente às cegas, perdem 1/3 do tempo. Só porque sim.
    Obrigada.

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    1. reitero o que já escrevi: os que estão entre o 4º-6º escalões (que é a maioria) não terão beneficio ou será residual, porque o tempo de recuperação não será usado para progredir mas para subir na lista de vagas para acesso a 5º e 7º escalões; mas como todos da lista recuperam o mesmo tempo, as posições graduadas mantêm-se inalteradas. Deste modo, vai acontecer que serão colocadas pessoas no 4º escalão vindas dos 1º a 3º escalões, ficando em paridade com outras com mais idade e tempo de serviço (acontecendo o mesmo no 6º escalão para quem consegue sair do 4º escalão e vir do 5º escalão). Os que terão algum beneficio são os que estão nos 1º a 3º escalões e 7º a 9º escalões.
      A reclamação teria de ser ao gabinete ministerial e não tendo provimento, processo em tribunal.

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  2. “O Provedor de Justiça é um órgão ao qual os cidadãos que se considerem agravados por ações ou
    omissões dos poderes públicos se podem dirigir, tendo em vista a reparação das injustiças (artigo 23.º
    da Constituição e artigo 1.º da Lei n.º 9/91, de 9 de abril). Sem poder decisório, o Provedor de Justiça
    pode, além do mais, dirigir recomendações à Administração e tem legitimidade para requerer a
    declaração de inconstitucionalidade, com força obrigatória geral.”

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  3. Maria,
    O Provedor de Justiça pode dirigir recomendações com vista reparar injustiças. Já vivi essa experiência,no famigerado concurso para professores titulares a que fomos obrigados a ” concorrer “. Ninguém ligou nada às suas recomendações e acabou por ficar tudo em “águas de bacalhau”. Triste mas… infelizmente foi e continua a ser assim.

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    1. E que se faz, Magalhães?
      Desiste-se?
      Já sabemos que estamos sozinhos. Eu estou sozinha nisto. Quero lá saber! Não é isso que me vai impedir de avançar.

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      1. Maria,
        embora eu não esteja nessa situação, acredite que entendo o que sente. O sistema tem gerado injustiças atrás de injustiças, atropelos atrás de atropelos.
        Se só fizermos coisas se tivermos garantias de conseguirmos o que pretendemos, talvez não façamos quase nada.
        Para além disso, há questões que ultrapassam esse patamar, por exemplo, consciência, coerência, não resignação, etc.

        Já agora… Se o Provedor não serve para nada, então porque é que não lhe escrevem a exigir que o seu cargo seja extinto?

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  4. trabalho colaborativo torna-se um paradoxo insanável num sistema que estimula o individualismo (que é glorificado com os prémios do ‘melhor’ nacional e mundial…)…

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