E Já Agora Peçam Para Nas Próximas Palavras Cruzadas A Shodôna Mercedes…

… ou quem a substitua, caso ande cansada, mandar rever definições. Porque, afinal, há aqueles que “ensinam quando não estão em greve ou morreram”, Porque há gentinha mesmo sem ética nenhuma… então faz algum sentido morrer em plena aula e deixar os alunos traumatizados. Seria caso para processo disciplinar post-mortem.

Scream

13 thoughts on “E Já Agora Peçam Para Nas Próximas Palavras Cruzadas A Shodôna Mercedes…

  1. Gostaria que a Fenprof levasse este assunto até ao fim. Acho que é tão sério quanto parece. De há muito que tenho a sensação que algo de mais grave vai acontecer. O estado de exaustão de muitos de nós, o sofrimento calado, a pressão vinda de todo o lado, a falta de consideração e respeito das direções, do colega do lado (da tutela, nem se fala) a falta de perspetiva de carreira e de futuro, deve ter algum efeito. Pelos vistos, para alguns, já teve. De resto, ardemos em lume brando.

      1. Activo, com um programa de gestão de recursos internos mais ou menos blindado contra cavalos de Tróia, vermes e outra bicharada… antes que o processador queime. O disco rígido está cheio e o externo está guardado para coisas bem mais interessantes. Estou farto de ver colegas sem vida própria. Nãããã!
        Um grande abraço.

  2. O ambiente das escolas está contaminado, irrespirável.
    O governo é culpado direta e indiretamente, via comissários políticos (vulgo diretores).
    Vai agravar-se, até porque têm proteção superior para todas as perseguições.

  3. E cruzar estes dados com a taxa de suicídio entre os docentes. No ano 2018, aqui em Amarante, perdemos dois professores por esta via. 😦

  4. O que temos vivido afeta-nos a saúde é um dado adquirido😵por mais resilientes que sejamos…
    Muita saúde para todos. Por mais que nos digam que não nos podemos deixar afetar todos aqui sabemos que isso é impossível…

  5. O maior problema é que muitos, provavelmente a maioria, ainda nem acordou. Os que acordaram perceberam, infelizmente só agora, que o fizeram num gueto salazarento.

  6. Seria importante recolher esses dados. Trabalho para o sindicato? Há poucos anos, quando a nossa profissão se começou a desmoronar e passámos a ser alvo de todos os ataques, uma colega suicidou-se, quem pôde reformou-se, e houve ainda quem tivesse aceitado uma rescisão de contrato com baixo valor só para fugir do inferno e preservar a sanidade mental. Já este ano, uma colega desmaiou em sala de aula e foi levada para o hospital em ambulância. Não era “nada”. Falei com ela. Exaustão. 7 turmas. 200 alunos. Outra colega está de baixa psiquiátrica. E não consegue pensar em voltar à escola. Cursos profissionais: um professor adoece. O seu horário é distribuído pelos colegas do grupo. Sem recusa possível. No final do ano, colegas com mais de 60 anos viram o seu horário alterado e acrescentado. Os seus rostos diziam tudo. Na última semana de aulas aconteceu de tudo: mais aulas para os anos de exame, aulas normais para outros, reuniões de avaliação… Houve quem fizesse o pleno. E não conseguimos parar isto?

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