30 respostas para ‘Ir Dividindo Para Reinar…

  1. Toda esta encenação terceiro mundista, em que as bestas passam a bestiais , com direito a “dia histórico”. Omnipresente no Twitter o Sr. presidente do conselho de ministros. Aguarda.se com ansiedade uma comunicação do venerando chefe de estado.
    O IN está cercado e preste a render.se, o povo prepara uma manifestação de apoio ao regime!!!

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  2. “…como se colocou ao serviço da Antram.” – Absolutamente de acordo!
    Mas mais que isso: como colocou os recursos públicos ao serviço da Antram!
    Como colocou a posição pública que ocupa ao serviço da Antram!

    Quanto às estratégias são velhinhas e os prof conhecem-nas bem: sempre presente a vangloriar-se pelo “bem” que fez aos portugueses, aparições permanente e curtas (em clara sintonia com a Antram), arranjar bodes expiatórios, denegrir a classe e dividir para reinar!

    Todos deveríamos sentir a traição, a luta desigual, o isolamento e os ABUSOS -TODOS (gerações de hoje e sobretudo as novas gerações de filhos e netos).
    Estou com os motoristas!!!

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  3. E a clarividência dos jornalistas entrevistadores em relação às greves tem sido magnífica. Tão novos e tão fofos, acreditam na bondade de uns contra a maldade dos outros. É pobre! Tirem os penteadinhos e coloquem gente adulta a fazer o trabalho noticioso sério. Os mais novos devem estudar mais política, história e filosofia até estarem prontos para funcionarem com sentido de responsabilidade e dominarem os relativismos.

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  4. Miséria, já estão a abastecer na marina! Acabou-se o sossego. Estes gajos que andam a chatear os banhistas serão empresários de transporte de combustíveis?

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  5. Então não querem lá ver que temos um ministro da transição energética! E para que serve tal modernice? Para gerir a logística do transporte de hidrocarbonetos.

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  6. Tendo lido por aqui que o sr advogado Pardal Henriques seria um bom líder para a luta dos professores (ao que consta, cerca de 15 sindicatos de diferentes áreas profissionais já teriam pedido o mesmo), fica-se abalado com o seu desempenho. Ainda não é desta. Ainda não é esta a táctica e a estratégia. Às 10h era pátria ou muerte; às 14h suspendem a greve.

    Venham então mais líderes…..que este já fez o que tinha a fazer. Ou não?

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  7. Parece que o SIMM deixou de se colocar ao serviço do Sindicato mais forte na greve, o SNMMP. Pelo menos é isto que se depreende das declarações do líder do SIMM.
    Aliás a postura deste sindicato sempre foi mais “humilde” e “recatada” desde o reconhecimento público durante a greve de que representavam apenas 3 por cento dos motoristas até ao reconhecimento, também público, aquando do fim da greve de que uma parte das suas reivindicações já se encontrava satisfeita no acordo com a FECTRANS e que outras poderiam vir a ser negociadas ( por exemplo a questão das cargas e descargas cuja regulamentação futura já se encontrava prevista nesse acordo).
    Dividir para reinar foi também a estratégia dos motoristas das matérias perigosas. A sua especificidade a vários níveis possibilitava-o. Não conseguiram, contudo, ir muito além de uma aparência de unidade ( que se calhar aqui teria sido razoável manter) e, por isso, cansaram-se de lhes fazer o frete.
    Quanto ao governo fez uso dos instrumentos e institutos do estado de direito que, por mais que custe a quem por vezesm usa em vão a expressão, também servem para isto. Não me parece que tenha feito um frete à ANTRAM mesmo disponibilizando 182 transportes de combustíveis desde o início da greve por recurso às forças de segurança. Foi manifestamente pouco. Por outro lado resistiu a todos os apelos a alargar a nível nacional a requisição civil.

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    1. “Quanto ao governo fez uso dos instrumentos e institutos do estado de direito que, por mais que custe a quem por vezesm usa em vão a expressão, também servem para isto.”
      – os “instrumentos e institutos” a que se refere exigem um conjunto de situações que carecem de fundamentação” – conhece-la? Ou acha que não é suposto os cidadãos conhecerem-na? – quais foram os critérios e os riscos avaliados? Qual era o risco para a salvaguarda da segurança dos cidadãos e para o funcionamento da sociedade e das instituições e quais relatórios que consubstanciaram a decisão??? – pois eu quero conhecê-los e, não estando em causa a segurança do estado (ou seria decretado estado de emergência ou de sítio) um governo de boa fé e de transparência deveria dá-los a conhecer aos cidadãos!!! Ao invés disso alimentou, a par da Antram ( deve ser coincidência, não?), a opinião pública contra os motorista ( quais os inquéritos, entrevistas, várias formas possíveis de ouvir os cidadãos? – gente com tanta influência nas empresas de sondagens e nem ” umazinha” ???
      – ter- lhes- á bastado ouvir quem??? – já sei: o patronato, as clientelas e as Maçonarias…a seu favor jogaram a grande capacidade de influência, manipulação da informação, objectivos eleitorais, percepção de liderança,..,

      Não, não confio minimamente nesta gente – tenho e vivi a experiência!

      Não estando ao serviço da Antram – como acredita – seria difícil tanto sincronismo e similitude de discurso. Mais: pelo menos, desde a última greve, que o governo sabia da situação dos camionistas… – acabou greve e esteve-se a BORRIFAR para as condições de trabalho e remuneração dos trabalhadores e AINDA QUE ISSO SIGNIFICASSE FUGA AOS IMPOSTOS E PREJUÍZOS PARA TODOS OS PORTUGUESES… quantas inspecções enviou às empresas??? Quantas ordens deu à alta autoridade das condições do trabalho para fiscalização???

      É muito mais fácil ser desonesto do que honesto… ao que parece dá créditos e votos! E, dá muito jeito, um país de crentes!

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      1. J.F.
        O governo não declarou, não o poderia ter feito aliás, o estado de emergência. Apesar de essa expressão ter sido muitas vezes usada o que o governo se limitou a fazer foi declarar a situação de crise energética e a agir em conformidade e no quadro da lei. A decisão foi fundamentada e os fundamentos são públicos. Acarretou a limitação dos direitos de muitas pessoas, os dos motoristas desde logo mas também os dos donos das gasolineiras que integram os postos REPA, por exemplo.
        Não me parece que tenha havido tanto sincronismo e similitude como pretende e penso que não acreditará, como alguns comentários por aqui deixam transparecer, que o sincronismo tenha alastrado aos malandros e vendidos do poder judicial.
        Resta-me apenas referir que não me considero um crente mas que isso não me leva a olhar com um certo ar de desdém para este país de crentes.

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  8. Subscrevo o comentário do Jorge Mendes.

    No entanto, não usaria os termos “humilde e recatada” para caracterizar o SIMM, talvez mais inteligente e séria.

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  9. Jorge Mendes,
    Passou a colocar-se apenas ao serviço “do mais forte”. Parágrafo.

    Miguel,
    Então tente melhorar a heteronímia gráfica. Há por aí uma certa desabilideza e alguma falta de transparência digital. Mas eu já me habituei aos operacionais no terreno.

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  10. J.F.
    Muito bem!
    Subscrevo na íntegra.
    Tantas verdades…relato fiel de como tudo começou e do seu desenvolvimento.
    Estão – se mesmo a borrifar para as condições de trabalho e remuneração dos trabalhadores. Inspeções ? … dão trabalho e não lhes interessa . Precisamente o oposto.

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  11. Plenamente de acordo com J.F.

    Estamos perante o mais descarado ataque à lei da greve por mais voltas e voltinhas que dêem para tentar justificar o injustificável.
    Sabotaram literalmente a luta de um grupo profissional escudados na defesa de um pretenso interesse nacional esvaziando a sua acção reivindicativa logo com a declaração de serviços que nada têm de mínimos.
    Muito antes começaram a usar o poder da comunicação social para criar distância e antipatia pela causa dos grevistas, explorando mais uma vez a imagem de um governo “responsável” (o que parece dar votos), escondendo as miseráveis condições de trabalho destes trabalhadores e as patifarias que o patronato há anos vem praticando em matéria remuneratória onde predominam baixos salários, a fuga aos impostos e ao sistema contributivo.
    Não satisfeitos com isso apadrinharam um entendimento (ainda inconclusivo) com um sindicato manso que fez o frete de “negociar” para, qual corporação de bombeiros, apagar o fogo dos insubmissos.
    Depois foi ver militares e gnr a substituir os grevistas e a ameaçar com polícia e tribunal aqueles que foram alvo de requisição civil.
    Uma barbaridade perfeitamente legal e dentro da legitimidade democrática, ou não tivesse o circo profissionais de carreira.

    E sobre esta greve e serviços mínimos também Raquel Varela merece a nossa atenção:

    “Os motoristas são escoltados pelo Exército para cumprir uma inconstitucionalidade flagrante que os impede de exercer a greve. Que fique claro, jamais apoiaria um sindicato que deixasse uma ambulância sem gasolina, tudo o resto porém é inaceitável. Os serviços mínimos nos voos da TAP são para aviões médicos, e para ilhas sem alternativa; nos portos para animais vivos, por exemplo. Na CP, ou nas escolas, ou no Metro, não deve haver lugar algum a serviços mínimos. Não pode haver transporte de combustíveis que não seja para emergências e é vergonhoso colocarem o exército a fazer este papel de garante da ilegalidade e da inconstitucionalidade. Não pode haver lugar a serviços em greve que não sejam para assegurar a vida em risco e emergências, aliás claramente definidas por lei. Tudo o resto é boicote à greve, é ilegal. É imoral. Se este Governo fosse do Passos Coelho a CGTP já tinha chamado uma greve geral. Agora fica atónita a fazer comunicados sem reacção substantiva. Acham que é assim que vão defender os associados, o futuro da central sindical e o futuro das relações laborais dignas em Portugal?”

    https://raquelcardeiravarela.wordpress.com/

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  12. Uma verdadeira vergonha. Há pouco ouvia na TVI a entrevista do senhor do Pingo Doce. Perguntava ele se algum corrupto político estava preso. Falou no Vara, único atrás das grades, perguntou por Sócrates, pela Caixa Geral de Depósitos. Referiu ainda o estado miserável da justiça em Portugal, comprada, agora com aumentos chorudos. Estas palavras que é possível ver hoje na TVI 24, revelam que era um homem sem grandes receios dos diferentes governos.
    Cambada de incompetentes e corruptos!!

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