9 thoughts on “Mas A Greve “Estéril” Do Sindicato “Isolado” Não Está Controlada?

  1. Interessante constatar que na primeira parte da entevista hoje publicada não consta a afirmação atribuída ao Costa e a que é dado destaque na primeira página. Se calhar vamos ter que esperar pela publicação na próxima semana do resto da entrevista.

  2. O silêncio do PSD
    “Luís Todo-Bom é o responsável, no PSD, pela área “Trabalho”. Acompanha pois a greve dos motoristas de Matérias Perigosas com atenção. Mas como o maior prejudicado com a greve é a GALP, com a redução da venda de combustíveis e o Administrador da GALP é Luís Todo-Bom (esse, ele próprio!) – o PSD prefere esquecer os trabalhadores e pactuar, pelo silêncio com as atitudes do Governo. Luís é um Todo (não se divide) e só é Bom para a GALP.” Paulo Morais

  3. Já que não consegue governar sem prejuízo para o erário público (nem daria jeito…e como não chega já clamam pela regionalização), usa o público para evitar os prejuízos privados.
    Aberta a porta, só falta escancará-la!

  4. Adolfo Mesquita Nunes é o coordenador do Programa Eleitoral do CDS e é, ao mesmo tempo, Administrador da GALP. A GALP acumula lucros milionários (também) porque o transporte de combustíveis em território nacional é barato, graças às condições miseráveis de trabalho dos motoristas de matérias perigosas. Não será certamente o Mesquita Nunes do CDS a incomodar o Mesquita Nunes (o mesmo!) da GALP. Com o apoio do CDS os motoristas não podem certamente contar! (nem com o do PSD, nem do PS, nem do Bloco nem do PCP). P.Morais

  5. Como se chegou a esta situação? O resumo é simples: privatizou-se uma empresa estratégica para o país, dando a uns poucos os lucros que deveriam ser de todos; externalizou-se parte da operação recorrendo-se ao outsourcing para as atividades que anteriormente eram desempenhadas pelos trabalhadores do quadro de pessoal, esperando que a selva do mercado trouxesse a desregulação laboral que ansiavam — o que aconteceu com os motoristas de matérias perigosas; os motoristas passaram de trabalhadores a empreendedores, incentivados a criarem a sua própria empresa — ou contratados por outros nessa situação — perdendo direitos pelo caminho. Ao longo deste processo os lucros aumentaram, a riqueza ficou ainda mais concentrada nos acionistas, e os salários caíram. É motivo para indignação? Claro que é.
    Pedro Soares no Público

Deixe uma Resposta

Preencha os seus detalhes abaixo ou clique num ícone para iniciar sessão:

Logótipo da WordPress.com

Está a comentar usando a sua conta WordPress.com Terminar Sessão /  Alterar )

Google photo

Está a comentar usando a sua conta Google Terminar Sessão /  Alterar )

Imagem do Twitter

Está a comentar usando a sua conta Twitter Terminar Sessão /  Alterar )

Facebook photo

Está a comentar usando a sua conta Facebook Terminar Sessão /  Alterar )

Connecting to %s

This site uses Akismet to reduce spam. Learn how your comment data is processed.