24 thoughts on ““Quanto À Contagem (Do Tempo De Serviço Dos Professores), Pela Nossa Parte, É Assunto Encerrado”

    1. Não basta!
      Temos de fazer o nosso “trabalho”, cada um tem de desviar mais um, dois, três … votos.
      Somos mais de 100 000, multipliquemos por dois ou três, no mínimo.

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  1. A sr.ª Patranito começou a “dar aulas” aos 18 anos (reza o seu currículo, generosamente divulgado pela própria).

    Bom, com essa idade, facilmente se adivinham as estupendas “habilitações académicas ” que detinha e – consequentemente – a inultrapassável complexidade do que “ensinava” (e certamente ensina).

    Deve dar-se por feliz, senhora! Não tenha o topete de se armar em vítima! O ECD encarregou-se de a premiar – e, escandalosamente, premiar milhares de outras criaturas da sua estirpe. Em detrimento (pasme-se) de quem passou anos a fio “queimando as pestanas” na Universidade.

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    1. maria,

      Que tristeza de comentário !!!!
      Olha eu tbm. comecei como professor provisório ( mini- concurso) em Fevereiro de 1975 com 18 anos ( habilitação 1 ° ano da
      faculdade ). Necessitei de autorização do meu Pai por
      não ser ainda considerado “maior “. A sua única preocupação era eu não deixar / atrasar os meus estudos. E daí ?
      Finalizei a minha licenciatura conseguindo conciliar faculdade e exercer as funções como professor.
      Quem muito puxa pelos seus “altos estudos” são geralmente aqueles que acabam licentiaturas da treta em escolas privadas e em escolas superiores de educação tb. da treta.
      Julgo ser esse o teu caso. Aposto !
      Aliás nem te apresentas como Maria ( com maiscúla) e sim como maria.
      A dor de corno é danada.
      Deves ter queimado as pestanas e os miolos todos.

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      1. Magalhães

        Em relação à minha pessoa não “aposte”, pois perderá .Adiante.

        Ninguém me desmentirá se disser que a generalidade do “exército” que entrou no sistema aos 18 acabou por milagrosamente alcançar, sem mais – graças ao incrível ECD – um patamar que os verdadeiros licenciados jamais atingirão. Desnecessário será identificar os grupos de recrutamento a que pertencem. Vejam-nos em cada escola ou … na aposentação ( imensos aos 52 ! ). Escandaloso.

        Alguns daqueles precoces “professores” tomaram outros destinos. Outros (poucos) – mantendo a mesma função – melhoraram um bocadinho a sua formação ( não me refiro “aquelas” simulações de formação que todos conhecemos).

        Como nota final: convém aclarar o que é uma Faculdade (muitos equívocos existem a este respeito, pelo que leio. E saber distinguir entre Universidade, Politécnico ou outras instituições de antanho.

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    2. “maria”, não acha muito pobre ess forma de apresentar as coisas?
      Eu tive professores com 18 anos de CIências e Biologia, que fizeram o Propedêutico e depois um curso superior e foram professores tão qualificados ou mais do que qualquer outros.
      O mesmo se passou com Geografia e Matemática no 7º ano e Inglês no 8º (a professora teria uns 20 anos) e no 9º ano o professor de Contabilidade adormecia nas aulas porque estava a tirar o curso á noite, se bem percebemos,
      Eu comecei a leccionar aos 21 anos, ainda com o curso por acabar.
      E depois?
      O que tem isso a ver seja com o que for?

      Ahhhh…. já sei… os professores que votam PS começaram todos a dar aulas já com doutoramento, tipo albino porfírio.

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      1. Caro Paulo Guinote:

        Evidentemente (evidentemente!) que não me referi a esse naipe de precoces “professores” que, paralelamente à “precária” actividade docente , obtiveram uma formação superior.

        Refiro-me, sim, aos “outros” . Àqueles que – sem mexerem uma palha – estão numa posição que o caro Paulo porventura não alcançará, pese embora a sua notável qualificação académica .

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      2. maria,
        Percebi agora que o seu maior problema estará relacionado com os “antigos denominados Professores primários ” , Professores do 1º ciclo.
        Olhe anteriormente qualquer funcionário público tinha direito a aposentar-se com 36 anos de serviço.
        Por esse motivo muitos aproveitaram as regras em vigor.
        Acha que deverão ser criticados agora ?
        Grave é o que se passa agora…mudam as regras e as penalizações a meio do jogo ,roubam tempo de serviço,criam todo o tipo de barreiras para ninguém conseguir progredir.
        O pior são as comparações … anos diferentes , situações e regras diferentes.
        Para ter uma ideia – sabe qual era a maior preocupação de todos os Pais quando eu era estudante liceal ?
        Enorme preocupação com a possibilidade de os filhos serem obrigados a cumprir o serviço militar nas ditas guerras coloniais. Por isso lhe digo… tempos diferentes.
        Eu próprio mal acabei o meu curso ( já tinha acabado o problema do ultramar ) ,fui imediatamente convocado ( mês seguinte ) e obrigado a cumprir essa obrigação na Ota/ BA2 onde permaneci ( funções de Professor ) durante 18 meses mas a ganhar metade do meu ordenado civil .
        Quantos desses aposentados aos 52 anos ,andaram aos tirinhos na Guiné ?
        E esse tempo na guerra colonial até contava a dobrar para efeitos de aposentação !
        Não se devem comparar estas coisas assim . Só com todos os dados . E por isso critico comentários como critiquei o seu.

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  2. Se te roubam as galinhas ou a bicicleta, vais à polícia para descobrirem o ladrão…
    Se te roubam quase um terço da carreira (o teu tempo de serviço…), conheces o rosto e os nomes dos ladrões…

    Não lhes dês emprego e poleiro. Está nas tuas mãos!

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  3. Este Costa sabe-a toda.
    Simula rematar com o pé esquerdo e remata sempre com o direito .
    Vergonha , todo este simulacro de pseudo negociações.
    Trata – se de um roubo. Roubam mas simulam ir devolver. Tomem lá uma migalha para começar , mas… mais estudos e comissões para ver e estudar a forma de repor o restante.
    Desonestidade e que irá igualmente penalizar as aposentações … o que não é menos importante. Um nojo !

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  4. Repito o comentário que fiz no “face”:
    Se acham que o vosso tempo de serviço é de facto assunto um encerrado – no vídeo é clarinho! – continuem a votar nos que já encerraram o tempo de serviço e se preparam para ” encerrar” muito mais na carreira e dignidade dos professores.

    Se continuam a achar que o assunto não pode estar encerrado POR DIREITO LEGÍTIMO AO TEMPO TRABALHADO e que a forma como o encerraram trouxe ainda MAIS INJUSTIÇAS ENTRE OS PROFESSORES, faça alguma coisa e não é preciso muito: colabore no fundo judiciário para levar o estado a tribunal (já muito publicitado, a que o STOP está associado, com o apoio do escritório do Dr Garcia Pereira).

    Pode levar tempo mas é a única hipótese de podermos ver devolvido aquilo que é NOSSO e que nos foi saqueado!
    DESISTIR…NUNCA!!

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    1. Esse fundo que falas não tem a divulgação nem a credibilidade que necessita.

      Deveriam repensar nas estratégias de organização e demonstração de idoneidade do mesmo.

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      1. Pois… o problema é que, tendo eu criado e gerido um fundo de um tipo parecido, acho que existe alguma ingenuidade nos promotores quanto ao custo que as coisas acarretam, ao esforço e a todas as suas ramificações.

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  5. Este país está cheio de gente que gosta de ser roubada, enganada e achincalhada… (“Quanto mais me bates mais gosto de ti” não surge do nada…)
    Há gente que, se necessário, baixam-se até se ver o rabo, à espera de “novas oportunidades”

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  6. Paulo tal como contribui para esse, contribuo igualmente para este, desde logo por, após a ILC percebemos a subversão das regras e não ver (após aquela) nenhuma iniciativa minimamenta válida à recuperação do que nos foi roubado.

    Pretor: a divulgação foi feita, se o Paulo o permitir, poderei divulgá-la. Quanto à credibilidade e idoneidade…foi a confiança no Paulo bem como a que tenho no STOP e ainda o facto dos escritórios do Garcia Pereira terem aceite a nossa defesa.
    O ComRegras também dá o seu “contributo”, em colaboração com o STOP na divulgação desta acção e do apuramento de contributos e valores…
    Só eu divulguei por muitos colegas..
    Agora não me apetece falar no PROFUNDO desencanto com a nossa “classe”!

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    1. J.F.
      Eu tbm contribuí para o conduzido pelo Paulo e outros colegas.
      Recordo que depois houve necessidade de reforçar ( o processo tornou-se mais longo / recursos o que originou maiores custos a liquidar ao Garcia Pereira e tribunal ). Eu tbm reforcei , após apelo do Paulo ( que ia ficando com o menino nos braços) e com muito gosto. Mas ser responsável por esta iniciativa deve ser muito difícil. Mas posso , devo e quero colaborar . Precisamos é de ter informação de como e qual a estratégia. Reconheço estar ainda pouco informado.

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