18 thoughts on “O Plano

  1. Também me parece que não é um governo para continuar, mas sim um governo com elementos leais ao chefe prontos a criarem uma crise à mais pequena contrariedade no parlamento. Resta saber que grupo ou classe Costa vai usar desta vez para isso…

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    1. Os que estão, estiverão e estarão, sempre, à mão de semear… verdade seja dita que muitos se prestram a tal … a história ainda está longe de terminar…

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  2. Mas entretanto o nosso Tiago passa a prestar vassalagem ao Centeno (continuação) e também À Alexandra Leitão… temos ministro, um duplo servidor!

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  3. Renato

    Não terá outro remédio o nosso inefável ministro Tiago.

    Ao menos que se rodeie de colaboradores competentes ( SE e quejandos) e liberte os professores da asfixiante carga “burrocrática”. Coisas que não custam dinheiro… bem pelo contrário .

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  4. Com SE cósmicos ou nesse nível estratosférico ficaremos cada vez mais burrocratizados… claro que sempre ao abrigo de uma pretensa flexibilidade holística…

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  5. Oiço a cada instante os mais diversos comentários sobre o novo governo, geralmente de cariz negativo. E que tal pensarmos que este foi o partido e o primeiro ministro que a “miserável” percentagem de votantes escolheu? Se o povo quisesse, teria outros resultados, mas não quis, por isso devemos esperar para ver. Não é levantando tantas suspeitas e verbalizando tantos cenários sinistros que se ajuda a resolver o que quer que seja. Quanto a ter o governo muitos elementos do P. S., é preciso admitir que pode acontecer que os capazes não filiados não queiram sujeitar-se àquilo que ser governo, hoje em dia, fatalmente acarreta.

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      1. Como me interpela diretamente, não quero deixar de responder. Achei graça ao jogo dos números, que, aliás, tem geralmente o poder de impressionar, mas a verdade é que o apuramento do vencedor não passa por essa contabilidade. De todos os partidos concorrentes, o P. S foi o mais votado, e isso foi o que contou. Na verdade, nem mais à esquerda, nem à direita havia como formar governo. Esta é a realidade! Não, não sou do P. S, nem de outro partido qualquer, voto de acordo o que me parece melhor em cada ocasião. Parabéns pela sua intervenção pública, que eu acompanho com interesse. Também fui professora e estou com a vossa luta de alma e coração.

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  6. Não fiz qualquer jogo com números… apenas li que alguém teria falado/escrito em “miserável” percentagem de votos.
    Ora… aqui ninguém escreveu isso.
    Em seguida, no seu comentário, passou para “cenários sinistros”, numa hipérbole que acho deslocada em termos adjectivais.

    Perante isso… apenas lhe chamei a atenção para o facto de a maioria absoluta dos votos expressos não ter sido atribuída ao PS, o que me parece um facto indesmentível. Quanto ao ser assim ou não que se dá o “apuramento do vencedor” eu remeteria para 2015, quando o “vencedor” não foi o PS.

    E, então, eu defendi a solução da geringonça, mesmo não sendo notoriamente do PS.
    Se ao fim de pouco tempo já tinha percebido que a solução só servia para amansar os “radicais”… também é verdade.

    Portanto, os “vencedores” são apurados de formas diferentes, conforme as circunstâncias.

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