Eu Gostava Mesmo Muito Que Tod@s @s Professor@s (E Pessoas, Já Agora) Tivessem Famílias Do Mais Amorável Que Imaginar Se Possa…

… para que, quando fizessem reuniões assim fora de horas, sentissem um apelo mais forte por voltar para casa do que perderem-se em espirais de m€rdinh@s e elucubrações esotéricas pseudo-eruditas em peganhice pseudo-pedagógica, como se fosse mesmo importante o que não passam de subprodutos imbecis de normativos idiotas, feitos por gente com alguma dose de desvinculação socio-cognitiva (seja o que for que queira dizer isto que inventei agora). Há quem devia (des)falecer sob uma pilha de grelhas, mas daquelas dos churrascos em brasa, if you pardon my sincerity.

Happy

(porque eu entendo que possa haver quem tenha um imenso vazio, mas então passeiem e vejam lojas, arranjem um pet e votem no pan, não chateiem os outros sem necessidade… há quem ainda tenha vida… e até bichos e tudo)

21 thoughts on “Eu Gostava Mesmo Muito Que Tod@s @s Professor@s (E Pessoas, Já Agora) Tivessem Famílias Do Mais Amorável Que Imaginar Se Possa…

  1. Essa doença existe por todo o país. O facto de as famílias andarem todas lixadas – mesmo as d@s professor@s – não ajuda nada. Tenho coleg@s que inventam de tudo para irem o mais tarde possível para casa e, pelo meio, tentam arrastar os outros também, ficando escandalizad@s com aqueles que dizem que também têm uma casa para tratar.

  2. Desculpem lá ser chatinho, mas nesta altura do campeonato já só está em reuniões fora de horas quem quer.

    São trabalho extraordinário não pago, logo não tem que se cumprir. E pelo mesmo motivo a ausência não dá lugar a marcação de falta.

    Se são chatas, inúteis e um abuso, está nas nossas mãos acabar com elas.

    1. Com quantas reuniões intercalares (ou de grupo/departamento) acabaste, António?
      Eu já o fiz, antes mesmo de existirem pseudo-greves que nem os sindicalistas cumprem e, em casos bem concretos e identificáveis, são mesmo promotores activos de reuniões desse tipo?

      1. Houve pouco empenho dos sindicatos na mobilização dos professores para esta greve? Concordo, e escrevi-o várias vezes durante a greve do ano passado.

        Mas não uso as falhas de terceiros para justificar a inacção própria.
        Claro que as lutas de proximidade às vezes fazem dói-dói, como aquele teu comentador ali mais abaixo se queixa. Mais fácil obedecer, gemer e dizer mal do sindicato.

        No meu agrupamento, para acabar com reuniões e burocracia, só não faço mais porque não me deixam. Quanto a intercalares, só tenciono estar presente nas que calharem no tempo do horário que tenho destinado para o efeito…

  3. Sr Antonio Duarte na minha escola á faltas e pesa de €€€.
    Os sindicatos só engonharam e nAo defenderam ninguem, nem socios. O dep. Jurídico só encheu chouriços.

    A vida real é lixada…

    1. Não é verdade…o ano passado as escolas devolveram (ou deviam tê-lo feito) por ordens superiores. Tarde mas devolveram. Sei pôr que fui uma das que fui reembolsada.

  4. António Duarte…

    Importas-te de ex+plicar o que significa isto:

    “No meu agrupamento, para acabar com reuniões e burocracia, só não faço mais porque não me deixam. Quanto a intercalares, só tenciono estar presente nas que calharem no tempo do horário que tenho destinado para o efeito…”

    Pontos a esclarecer:

    “… porque não me deixam…”.
    Quem não te deixa faqzer mais e o que é esse “mais”?

    “…só tenciono estar presente nas que calharem no tempo do horário que tenho destinado para o efeito…”.
    Certo, certo… e sairás dessas reuniões ao fim de quanto tempo?

    Texto de apoio:
    https://www.fenprof.pt/?aba=27&mid=115&cat=95&doc=12296 (a parte do “fundado entendimento” da Fenprof deixa-me sempre muito duvidoso do resultado final…)

    Claro que as lutas de proximidade fazem dói-dói… por isso é que há quem diga que não faz mais porque não lhe deixam, certo?
    Ou estou errado, como se calhar é natural?

    (o post não é feito a pensar na primeira pessoa, pois faltei a todas as reuniões marcadas – não tenho intercalares – , à excepção das de departamento e grupos – pois tenho vários – que aconteceram no mesmo dia)

    1. O que é que há a explicar?
      Meu caro, eu não mando na minha escola.

      No que cabe no âmbito das minhas funções, simplifico o que posso e não complico a vida a ninguém.
      Pelo que reajo, às vezes menos diplomaticamente, quando desnecessariamente mo querem fazer a mim.

      Tirando isso, a luta, seja a de proximidade, seja a mais global, tem de ser colectiva. Faço a minha parte e não me coíbo de dar o exemplo, embora não queira ser dono da luta. Cedo de boa vontade o palco a quem se ache talhado para certos protagonismos.

      1. Há muito para explicar, depois do teu primeiro comentário “ao ataque”…
        “… eu não mando na minha escola…”
        Correcto e afirmativo.
        Então quer dizer que quando mandam, fazes tudo?

        O que significa “âmbito das minhas funções”?
        Quer dizer que se és convocado para um CTurma, acabas por ir e o mesmo para reuniões de departamento e grupo.

        Não me venhas com a treta do “colectivo” para disfarçar o que é, essencialmente, uma atitude ética individual. Assim como as conversas do “dono da luta” são desnecessárias (sabemos que é o Mário Nogueira), bem como a treta do “protagonismo”. Se não te coíbes de “dar o exemplo” estás a “protagonizar”.

        Penso que há anos que sabes que eu sou pouco contemplativo com “puxões de orelhas” de quem, depois, acaba por demonstrar que, no fundo, faz o mesmo que os outros e até critica quem fizer diferente.

        E tu apareceste de dedo em riste a acusar colegas de não “lutarem” devidamente… ora, de acordo com o teu testemunho, todos poderão dizer que só fazem o que lhes deixam e que, sendo a luta essencialmente “colectiva”, os indivíduos poderão não querer destacar-se pelo “protagonismo”.

        Sim… a escola dos sofistas continua a marcar pontos.
        🙂

      2. Deduz o que entenderes a meu respeito, Paulo, se preferes ir por esse caminho não te vou contrariar.

        Pessoalmente, estou a faltar a todos os conselhos de turma que se façam fora da hora destinada a reuniões que tenho no meu horário. E aconselho, a bem da classe docente e da luta contra os abusos e o excesso de trabalho, que todos façam o mesmo. Sendo esta uma decisão individual que compete a cada um, obviamente.

        Quanto a reuniões de departamento e grupo, não terei necessidade de faltar, pois lá para os meus lados houve o bom senso que pelos vistos faltou em outras partes, de não sobrecarregar ainda mais os professores. Pelo que se suspenderam reuniões de outro âmbito e mesmo o chamado trabalho colaborativo enquanto durassem as intercalares.

        Apenas isto… sem os sofismas de que me acusas e em que acabas por te enredar desnecessariamente.

  5. Nunca deixarei de ser um tipo chato… pelo que tenho muitas reservas em seguir indicações acerca de “sobre-trabalho” que parte de quem acho que padece há muito tempo de sub-trabalho.

    Mas eu sou não sindicalizado e o que faço, escrevo ou etc é sempre sem rede e com meios próprios. E ainda há dias questionei publicamente que existam acções de formação promovidas por sindicatos que até aos associados pedem 5-10 euros para “despesas”. Ainda se fosse a não sindicalizados! Mas aos que pagam quotas todos os meses? E querem que acreditemos nas lutas por fazer cumprir o ECD?

  6. Andei anos a queixar-me do mesmo. Cheguei a abandonar pedagógicos às 21.30h, depois de ter iniciado esse dia às 8.30h e de ter passado o dia inteiro na escola. No dia seguinte voltava a entrar às 8.30h. Por trás todos se queixavam muito, mas nunca ninguém me seguiu. Só me arrependo de não ter cumprido escrupulosamente as 2 horas.

  7. António,

    Eu não “entendo” nada a teu respeito… não te conheço pessoalmente, só da escrita e das críticas que ao longo dos anos me fizeste e que, mesmo quando de forma não perfeitamente assumida, retomas em alguns termos.

    A diferença é que eu te confronto com o que escreves ao criticar outros.
    Retirei passagens do que escreveste e questionei o que queria isso dizer.
    Na maior parte dos casos não respondeste (é o teu direito) ou respondeste como que arrancado a ferros.

    Em matéria de bom senso, acredita que não escrevi em causa própria, mas em relação ao que me chega de muitas escolas. Vivo muito bem com a minha consciência individual, nunca me esconderei em colectivos.
    😉

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