6ª Feira

Há cada vez mais estatísticas vazias de conteúdo em Educação, desde as que registam menos ocorrências de indisciplina e violência nas escolas à da implementação dos planos de Educação para a Saúde/Educação Sexual. Neste caso, as que admitem nada ter feito são as mais sinceras, porque entre as que dizem ter feito muito, boa parte (não vou palpitar percentagens, claro) apenas produziu uma representação documental do que seria suposto terem feito ou fica bem nos “documentos orientadores” ou “relatórios de monitorização/avaliação” dos “projecto”. Já quanto à indisciplina, fica mesmo muito mal no plano de melhoria ou no balanço das estratégias apresentar dados que revelem o insucesso das medidas preclaramente definidas pelas equipas e órgãos competentes.

Por isso, digam-me que estou a exagerar que eu não me aborreço, mas a utilidade de muita estatística produzida actualmente destina-se apenas a comprovar a bondade de certas teses, não a representar a realidade se ela não se encaixa no que fica bem.

somatorio

11 thoughts on “6ª Feira

  1. Os nossos talibãs da enducação assentaram como luva branca em “(indi)gestões” de agrupações alinhadas com o (F)pder lucali alicerçado na vidinha partidaria sem limitações apresentando estatisticas com total despudor e impunidade

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  2. Prioridades dos partidos nesta abertura da temporada:

    PS: tornar o ministro Centeno ainda mais cativante;
    PSD: convencer os portugueses que o seu líder não se chama Tó Costa.
    Bloco: promover a eutanásia;
    PCP: escapar ao Bloco;
    Verdes: mudar de cor, já que todos os outros são agora verdes;
    Chega: tornar a obtenção de visto gold obrigatória para os ciganos que quiserem residir em Portugal;
    CDS: Táxis mais espaçosos em Lisboa;
    Iniciativa: implementar o cheque-saúde, o cheque-educação e o cheque-pensão; reduzir os impostos e converter os anteriores num cheque-careca;
    PAN: obrigatoriedade do melhor amigo de cada português ser um cão e de o seu mais fiel amigo ser um bacalhau; restringir a tourada ao recinto da AR;
    Livre: Conseguir terminar um discurso antes do fim do mandato (se nos ficarmos pelos 2 anos não conta).

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  3. Quando se destaca pela negativa quem marca mais faltas disciplinares e participações.
    Quando se exige uma “tonelada” de papelada para colocar um aluno fora da sala de aula.
    Quando não se faz nada após dezenas de faltas disciplinares.
    Quando assumimos que usar o telemóvel e perturbar a sala de aula é normal.
    Até quando?

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