A Ler, Em Especial Os Cenários

Regime de Seleção e Recrutamento do Pessoal Docente da Educação Pré-Escolar e Ensinos Básico e Secundário

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Se lerem com atenção, a análise tenta dar uma aparência de objectividade, até inclinar tudo para um lado perto do final, bastando ver como se analisam e caracterizam as vantagens e riscos de cada opção. E como o sistema nacional é apresentado como uma espécie de caso único.

8 thoughts on “A Ler, Em Especial Os Cenários

  1. Pois é… Limpinho.
    A pretensa objetividade é quase, ou melhor, absolutamente ofensiva. E toda a gente que saiba ler, e queira, o perceberá.
    O problema é que isto não é para quem quer perceber.
    Apresenta-se a coisa ao Zé como a solução para as horas sem professor de Inglês e daqui a dois anos estaremos onde os americanos estavam há vinte, com os conselhos gerais transformados finalmente naqueles “Comunity Boards” dos filmes. Depois, daqui a dez anos estaremos onde eles estão agora, depositando coroas de flores à porta do ginásio de uma qualquer escola do interior… Partido Social(isto?) no seu melhor. As massas precisam de elites fortes, formadas nos colégios GPS…

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  2. “Quando se analisa o modelo vigente verifica-se que, em certo sentido, não é a escola que
    seleciona o professor com o perfil identificado como adequado, mas são os professores que
    escolhem as escolas para onde querem ir trabalhar, em função da sua posição na lista
    graduada.”
    E estes iluminados ainda não perceberam que daqui para a frente, com a falta de professores que se avizinha e até já se verifica, será este o verdadeiro cenário, independentemente do que escolherem ou das “cambiantes” com que pintarem os concursos. Amiguinhos, quando havia mão-de-obra de sobra diziam que o desemprego era a lei do mercado a funcionar: agora continuamos abrangidos pela mesma legislação, por muito que vos doa.

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  3. O CNE é o braço armado do ME. O programa de aniquilamento moral e intelectual da classe docente está em marcha. Estes “estudos” servem para determinar os termos do debate público sobre os temas, sempre à margem dos professores. No caso concreto, o que se pretende é domesticar o corpo docente (de início, os contratados), transformando cada um em “Professor do Anus”. Os que desalinham, só têm uma alternativa: o desemprego. E mesmo os que alinham, seja por necessidade ou convicção, correm o risco de ficar de fora também, porque o que se prepara é um regresso dos critério manhosos da BCE. Precisávamos de uma greve (vitoriosa) como a que se travou em Chicago, mas a FENPROF, que gosta muito de dizer que os sindicatos têm força que os professores lhes dão, julga que os tomates só ficam bem na salada.

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