Claro Que Concordamos…

… o estranho é andarem a inventar alternativas… como se fossem “melhores” com argumentos para lá de manhosos. A sondagem está no Arlindo e até agora os resultados são esmagadores. Partindo do princípio que por “lista única” nos estamos a referir ao concurso interno, por um lado, e ao concurso externo, por outro.

Concurso

10 thoughts on “Claro Que Concordamos…

  1. Partindo do princípio que a lista única é para concurso interno + externo + todos os professores dos quadros de agrupamento que não estão interessados em concorrer porque já estão onde querem há décadas… ora bolas!
    A sacanice começa sempre às apalpadelas, para ver quantos tossem e quantos mugem.

    1. A pergunta não está muito bem feita… mas por “lista única” eu entendo o contrário de fragmentar localmente o concurso. Acho que é isso que está em causa… e que é defendido por muitos directores, autarcas e regionalistas.

  2. Só não concorda quem pretende dar golpadas.
    E que inventam … inventam concursos nebulosos , onde se tentam safar.
    Safar ultrapassando colegas que normalmente ficam à sua frente.
    Que nojo !

  3. Como os próprios mentores dos alternativos e hipotéticos modelos de recrutamento reconhecem, os concursos locais (escola, autarquia ) prestam-se aos maiores dislates – amiguismos etc.

    Porém, a lista única, tal como está instituída , também é fonte de enormíssimas injustiças visto nela preponderar a classificação académica e a seriação ser feita independentemente da qualidade da licenciatura ou sua origem – “vocês sabem do que estou a falar” , mas, mesmo assim, esclareço:

    Um candidato que fez a sua formação numa Universidade exigente e séria ficará, perversamente, em desvantagem face a outro opositor que – alegremente – obteve (comprou? ) o seu formidável diploma numa daquelas “tascas” (principalmente privadas) .Neste último caso, e em regra, as classificações variam entre o 16 e o 20 ; os outros, ainda que possuidores de uma sólida formação , contentam-se com classificações bem mais modestas.

    A lista é “cega” e, na prática, os melhores ficam a ver navios. “Não estudasses pá” !

    1. maria,
      Concordo … mas esse trabalho ( qualidade da formação obtida nas diferentes instituições de ens. superior ) deveria ser efetuado pela comissão de avaliação das instituições de ensino superior.
      Infelizmente não é !
      E assim … é difícil , impossível que a seriação e lista de graduação reflita a verdade. Muitas “tascas ” , onde se vendem licenciaturas ,etc deveriam ser imediatamente encerradas … mas isso iria mexer com tantos,tantos interesses .

    2. maria,
      Estamos a dizer o mesmo.
      Concordo e subscrevo.
      E levanto outra questão. Quantos Professores das ditas ” tascas ” nem lá põem o pé ? Nem uma aula irão dar ?
      Limitam-se a ” dar o nome ” para a obtenção desses mínimos exigidos ( de Professores doutorados ,etc)
      Isto que afirmo é infelizmente verdade. E isso é que deveria ser superiormente acompanhado.
      O ser humano é assim.
      Mas como eu disse anteriormente , isso iria mexer com muitos interesses.

  4. A objecção que a Maria levanta é preocupante. Claro que nas empresas privadas esse problema não se põe (graus académicos com notas finais e graus de exigência muito diferentes) porque nessas o curriculum de alguns candidatos vai logo para o lixo.

    1. Don`t forget

      Pois. Mas no contexto que descrevo a “coisa” é diferente:
      A “lista única” é igualzinha à execrável “carreira única” prevista no ECD – ou seja, tudo é tratado por igual.
      Esta detestável “unicidade” nada distingue : seja bom ou seja mau, seja letrado ou iletrado, seja mediocre ou excelente, seja universitário ou básico. É “único”, de facto…

  5. Magalhães

    A “comissão de avaliação e certificação” a que alude, composta – diga-se – por individualidades de grande mérito e idoneidade (onde se inclui o Professor Alberto Amaral), limita-e a avalizar os requisitos funcionais necessários para instalar um curso ( instalações, equipamento, composição e qualificação do corpo docente ( rácio de doutores e mestres) , etc.

    A partir daí – e como as instituições do ensino superior gozam de total autonomia científica e pedagógica – aquela comissão pouco poderá fazer relativamente à qualidade do ensino. A menos que aconteçam casos muito “estranhos” como aconteceu com aquelas defuntas “universidades”, que bem sabemos .

    Como contornar isto ? Permita-me , caro Magalhães , que lhe “marque” um TPC : indague como é feito, em Espanha, o recrutamento de professores e outros profissionais com formação superior. Dou-lhe a palavra- chave : “promociones” . Este procedimento ocorre ali por Junho/julho, com um figurino comum em todas as províncias ou regiões autónomas.

Deixe uma Resposta

Preencha os seus detalhes abaixo ou clique num ícone para iniciar sessão:

Logótipo da WordPress.com

Está a comentar usando a sua conta WordPress.com Terminar Sessão /  Alterar )

Google photo

Está a comentar usando a sua conta Google Terminar Sessão /  Alterar )

Imagem do Twitter

Está a comentar usando a sua conta Twitter Terminar Sessão /  Alterar )

Facebook photo

Está a comentar usando a sua conta Facebook Terminar Sessão /  Alterar )

Connecting to %s

This site uses Akismet to reduce spam. Learn how your comment data is processed.