Raro Interlúdio Futebolístico

Porque mais do que Fátima ou qualquer outra coisa, o futebol desperta paixões tóxicas que não adianta muito prolongar.

Mas é assim: como sportinguista não pagante e muito tolerante, estava cansado de ver o Bruno Fernandes a penar no meio de uma equipa entre o mediano e o medíocre; mesmo que vá jogar para uma qualquer equipa inglesa (como actual Manchester) que até poderá ficar por lá num lugar abaixo do Sporting por cá, será sempre melhor. Basta ver a tribo portuguesa do Wolverhampton.

Porque assim ele não terá de carregar uma equipa às costas e escusará de perder jogos com equipas tão medianas ou medíocres como o actual Sporting e mais valia ter saído antes de sucessivas derrotas com o Benfica, Porto e Braga ou de vitórias arrancadas a todos os ferros com os constipados de Setúbal ou o Marítimo. Parece que ele tem auto-estima suficiente para aguentar isso mas, caramba, foi um dó vê-lo a passar por aquilo.

Agora, por Alvalade, com um treinador mediano (mesmo à nossa escala) e uma equipa a lembrar outros anos de desgraça, ao menos haverá sempre mais uma desculpa para uns empates e umas derrotas. E ele sempre jogará no mais interessante campeonato do mundo.

Até que enfim.

brunoFern

(c) Carlos Laranjeira

 

2 thoughts on “Raro Interlúdio Futebolístico

  1. Felicidades para o grande capitão Bruno Fernandes.
    Os verdadeiros sportinguistas não o vão esquecer!!
    Quanto ao mais, o futebol português é uma fraude, com a conivência do governo e estado.
    Aguardam.se “grandes feitos clubísticas na Europa”, as dificuldades começam depois de passar a fronteira, onde acaba o “colinho”…..

  2. Falta só arranjar colocação para os pouco mais de 0,2% da população que, pelos padrões internacionais, sabem fazer alguma coisa. Os outros ficarão à mercê do S.N.S. e do Chega e o último que feche a porta.
    O essencial é que as novas A.E.C.’s comecem desde já a ministrar as bases do Inglês, Alemão e Mandarim Técnico.
    Quando acabarmos de libertar o edificado de Lisboa e Porto dos inúteis que o habitam, poderemos fazer dos nossos callcenters empresas lideres mundiais. Se o Ventura conseguir repatriar os habitantes dos arredores, tornar-se-á possível alojar os jovens estrangeiros que os callcenters recrutarão.
    Daqui por 50 anos, os chineses que sobreviverem ao vírus visitarão os Jerónimos como quem visita as pirâmides.
    Porém, o sucesso do plano estará comprometido se a Joacine conseguir chegar ao fim de uma frase antagónica antes de o Trump emitir um tweet anunciando que o plano de paz entre os virús e os chineses será o negócio do século para as farmacêuticas.
    Tudo isto, é claro, requer visto prévio do Tribunal de Contas, do Centenas, da DECO e da Associação para o Desenvolvimento do Parapente e da Apanha de Berbigão em Alcochete. Aguardamos a publicação em D.R. do parecer do Polígrafo sobre esta notícia.

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