A Ler…

… em especial pelos pseudo-novos. Calma, não estão sós na vossa luta contra os velhos que ganham imenso.

Exclusive: ‘Older teachers bullied to breaking point’

Union says bullying is ‘rife’ in order to drive out expensive older teachers, while psychotherapist reports ‘massive increase’ in teachers seeking counselling.

heinz ketchup

13 thoughts on “A Ler…

  1. Pois. “Só são muintabons ou mesmo xalentes aqueles que se voluntariam para avaliar se os outros são ou não. E se merecem ganhar o que ganham, ou não”.
    Parece-me ser o seu caso, pois não faz outra coisa aqui no seu quintal.
    “Pena” ser de modo informal!

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    1. Caro Patolas Hipersensível…
      Uma coisa é a opinião que expresso e à qual tenho direito.
      Outra coisa é a tentativa de tomar o poder nas escolas para decidir quem merece ou não progredir ou que avaliação ter.
      Aqui no Quintal, como no Umbigo, sempre dei a minha opinião, informalmente, sem que isso acarretasse efeitos para a vida profissional seja de quem for. E sempre recusei funções em que o fizesse formalmente.
      Mas há em salive por isso, caro “patolas” (sabe bem que, para além do nick protector, também usou um mail falso para disfarçar a identidade).
      Mas… cuidado com o estilo e a forma de conjugar os verbos na 3ª pessoa quase respeitosa, mas que equivale ao “você” coloquial.

      Dá para entender como se acha um gato só pela ponta dos bigodes (metafóricos) que até é escanhoado?
      É que eu já ando nisto há muito tempo e tenho detector de estilos e humores. (wink, wink) 🙂

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      1. E os tetos para a avaliação? Só há xalentes para malta da direção ou cargos muito bons parecidos e relacionados. E depois, quem escolhe alunos e turmas e horário em conjunto com amigos avaliadores dos avaliadores e/ou chefes e fica tudo diferente da realidade. Sem passar o limite … que chegar lá acima, só para alguns. E depois, a coisa variar de grupos para grupos e depois malta que … anda eternamente a ser avaliado … anos seguidos e não por opção própria …. e malta que …. será preciso dizer mais? Até é pouco isto …. Até fui soft. Quem sabe um dia não vem tudo cá para fora, para os netos saberem que é a sua gente. Nem se importarão, ou coitados …. enfim …. mais vale é rir e viver cada dia como se fosse mesmo aquilo que é: excelente possibilidade de se ser um pouco mais luz, algo assim. Porque somos todos falíveis e dados a erros ….
        Força aí, Capitão Pato! Não desanime com a malta. Gostamos de o ler e até de algum convívio improvável. Bjs Paulo

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  2. Na minha modesta opinião, se calhar convinha fazer aqui uma pequena correção: SOME Older teachers bullied to breaking point”.
    Não sei qual a vossa experiência, mas, pelo que tenho visto por aí, ninguém se mete com os “older teachers” que já estão no topo da carreira. Pelo contrário o que eu vejo é muitas vezes os tais “older” no topo de carreira a tentarem lixar o mais que podem os também “older” que ainda estão nos escalões mais baixos ou os “younger” mais “mansinhos”, digamos assim.
    É apenas uma opinião e o meu saber de experiência (bem ou mal) feito. Espero que ninguém venha pedir a minha cabeça numa bandeja…

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    1. Há de tudo. Nos older e nos younger. Arrogância e pesporrência. Em doses bem distribuídas pela minha observação. E ainda há os que, estando a meio, acham-se novos para umas coisas, mas com pergaminhos para outras.
      E há uma espécie gira que é a que critica quem tem cargos, mas vai a correr logo que os pode ter.

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  3. E não podemos esquecer aquela espécie que é constituída pelos que criticam os que criticam os que têm e não têm cargos (porque estes críticos, dos que têm e não têm cargos, não têm filtros e dizem o que pensam, por muito arrogante e pesporrente que isso possa parecer).
    E qual a vantagem em ter cargos? Falando por mim, direções de turma já lhes perdi a conta. Ganhei alguma coisa com isso? Pois…
    E também, já estive numa escola – em que nunca percebi muito bem porque carga de água – durante dois anos seguidos, resolveram pôr-me como “coordenadeiro” de Departamento. Ainda hoje estou desconfiado que fizeram de propósito para me obrigarem a concorrer para outra escola.
    Ganhei alguma coisa com isso? Por acaso até ganhei: aprendi a preencher e redigir um monte de documentos e burocracias que não interessam nem ao Menino Jesus, mas que ficam muito bem na fotografia.

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