5 thoughts on “2ª Feira

  1. É seguir o conselho dos nossos chefes: se for preciso tomar uma medida. Se a febre for muito alta, pode tomar uma atitude. Casos mais graves é rumar à RPC, que eles lá têm as terapêuticas adequadas. Na certeza de que a morte tudo sara. Rezar ajuda, mesmo que não seja de rabo para o ar. Manter a videovigilância e o tele trabalho e evitar traumatizar as crianças porque pode isso deprimir o sistema imunológico. Vitamina C só em caso de extrema unção. Aguardente à descrição. Alho para afugentar os espirros e os fiscais do IRS. Evitar as estradas, os elevadores e as florestas em caso de incêndio. Confiar nas autoridades porque nunca falham em errar. Cumprimentos à japonesa e despedidas à tailandesa. Evitar as pandemias, as alergias, o trabalho rotineiro e o consumo de produtos fora de prazo. Evitar ambientes pouco arejados e frequentados por personalidades de carácter duvidoso, mesmo que não estejam ainda sobre investigação judicial. Aguardar com serenidade os resultados da jornada da Liga.

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  2. Uma escola em Vieira do Minho mandou dois alunos, irmãos, para casa durante uma semana, depois de um deles ter estado em Milão, mas os pais dos outros alunos queixam-se de não terem sido informados da situação.

    Contactado pela Lusa, o presidente da Câmara, António Cardoso, disse que a escola “fez o que tinha a fazer” e elogiou o facto de não ter sido criado “um alarmismo desnecessário” junto de todos os pais.

    “Não há qualquer sintoma [do novo coronavírus] nem há nada. As crianças foram aconselhadas a irem para casa uma semana, os pais aceitaram e, felizmente, tudo está a correr normalmente”, acrescentou o autarca.

    Em causa está a Escola Básica Domingos de Abreu, que conta com mais de 300 crianças, entre pré-primária e 1.º ciclo.

    A representante dos pais, Clara Malainho Carneiro, disse à Lusa que um aluno esteve em Milão com a mãe no fim de semana de Carnaval, tendo regressado à escola na quinta-feira, conjuntamente com o irmão.

    “Passaram todo o dia na escola e só na sexta-feira é que um deles contou à professora que tinha estado em Milão. Os dois irmãos foram mandados para casa, a coordenadora da escola comunicou ao agrupamento mas o agrupamento achou por bem não informar os pais das restantes crianças, alegadamente para não criar alarme”, contou.

    Disse ainda que não foi feita a “devida limpeza preventiva” na escola durante o fim de semana.

    “Só hoje é que apareceram com umas caixinhas com álcool para cada uma das turmas”, criticou.

    Segundo Clara Malainho, só no sábado é que os pais “começaram a ouvir falar” sobre a situação da escola.

    “Os alarmes soaram, naturalmente. Somos pais e ficamos preocupados. Consideramos que tínhamos o direito de ser informados e que o agrupamento tinha o dever de o fazer”, acrescentou

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