Como Avaliar Alunos No Município Da Maia?

Domingos Fernandes, a eminência parda disto tudo, e Eusébio André Machado explicam tudo sobre avaliação formativa, sumativa e feedback tal e qual como se aprendia nas profissionalizações dos anos 90 do século XX.

Fica o material de trabalho do “Projeto” Maia e do seu “Projeto de Monitorização, Acompanhamento e Investigação em Avaliação Pedagógica: Projecto Maia Avaliação. É material de velhas sebentas para gente que esteja esquecida e sempre “recicla” materiais de arquivo dos autores.

Maia

(ainda não consegui descobrir no base.gov quanto é que custou o que se encontra em dezenas de publicações de há 25 anos…)

8 thoughts on “Como Avaliar Alunos No Município Da Maia?

  1. Também recebi isso no mail. Tem bonecada a mais, algo que me distrai.

    Creio que vão debater isso no Conselho Pedagógico.

    E eu pensava que o problema estava em os alunos – alguns pelo menos – se estarem a borrifar para a escola e não estudarem.

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  2. Outra eminência parda: Ariana Cosme…
    isto torna-se esquizofrénico porque mantém-se um modelo de avaliação sumativa obrigatório ANTAGÓNICO ao modelo que estas eminências propõem; mas nem elas conseguem convencer o poder decisório a extinguir a avaliação sumativa externa e interna…
    a malta sai dessas formações completamente baralhada porque doutrina-se para a hegemonia da avaliação formativa mas depois no quotidiano da escola são pedidos os ‘grelhados’ de avaliação sumativa para classificar no final de cada período letivo…
    Nem Kafka conseguia fazer um enredo tão ‘kafkiano’…

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  3. A revisitar o meu ano de estágio, ano de “lançamento” das pérolas avaliativas. Andava a malta, qual bando de patinhos, atrás da pata-mãe a frequentar formação sobre “isto”, com grelhados para tudo e mais alguma coisa, com ênfase na frase que mais me marcou na pata-mãe “Bem, nas minhas aulas não é bem assim…mas vocês, como estão em estágio, terão de o fazer.”
    Regresso ao século XX, cujas grelhas, após o Grito do Ipiranga, ficaram amareladas, porque o que (ainda) me move são os garotos.
    ..e não é que, em concordância com o Paulo, me vejo perante este dejà vu?!
    Sem pachorra!…mas com aulas assistidas para poder (eventualmente) progredir para um escalão, no qual, pelo contrato que assinei com o ME, já deveria estar.

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