E Há A Hipótese TDT (Que Sempre É Melhor Que DDT)

Não me apetece muito discutir os (de)méritos da ideia, se é que se pode responsabilizar o ME por ter tal coisa.

Apenas umas propostas de canais a considerar em canal aberto com real valor educativo, para além dos vídeos da Khan Academy, Knowledgia, Numberphile, Rua Sésamo, Syntagma, Simple History e Ted-Ed e tantos outros equivalentes, alguns traduzidos.

  • arte (Cultura Geral, História, Filosofia Educação Visual, Cidadania e Desenvolvimento)
  • BBC (Inglês)
  • Discovery (Ciências, Físico-Química)
  • História (auto-explicativo)
  • Mezzo (Educação Musical)
  • Museum (História, Educação Visual)
  • NatGeo (Estudo do Meio, Geografia)
  • NatGeo Wild (Estudo do Meio, Ciências, Cidadania e Desenvolvimento)
  • Odisseia (Educação Tecnológica)
  • … (em desenvolvimento)

Para os intervalos (tempo de descontração):

  • MTV Live
  • Panda Biggs
  • Trace

A pensar em mim:

  • 24Kitchen

Para o final do dia:

  • Canal DGE/ERTE com as doutoras Ariana e Cohen, mais aquel@s director@s-piloto muito inovadores mas que não dão aulas, a explicar é que se faz.

Fecho de emissão: comunicação diária do SE Costa, hino dos escuteiros e hino nacional.

TV

 

9 thoughts on “E Há A Hipótese TDT (Que Sempre É Melhor Que DDT)

  1. Os gaiatos nunca viram brinquedo da loja do chinês. O único que entrou na herdade foi amostra oferecida, para aguçar o apetite ao cliente, pelo comerciante Fu. Está hoje empalado na seara para espantar rapinantes alados e ninguém lhe encontra semelhança com o dracocoiso original.

    Um brinquedo — tal como um conhecimento —, para ter valor e utilidade, há-de ser inventado e reinventado pela criança. Começa-se por umas cabacinhas aos dois anos de idade. Aos cinco anos já se pode brincar com as molas da roupa e aos nove anos poderão usar madeira e pregos. Aos treze vão brincar com as gaiatas do rendeiro, na Quinta do Correjedor. Nas grandes cidades, havendo maior variedade de materiais disponíveis, os infantes podem enveredar por uma carreira precoce na reengenharia mecânica, desmontando as trotinetes partilhadas para obter as componentes de carrinhos de rolamentos com tracção às quatro rodas.

    Esta moda do digital tem para mim um problema: a felicidade em encontrar coisa catalogada. É um supermercado de refeições prontas, passeado por multidão que não sabe descascar uma batata. Ora, por este carreiro, em breve todos comerão do mesmo, sem nunca se inventar maneira de variar a ementa.

    Fu deu sem olhar às consequências. Não fora eu estar atento para ensinar que a dragão dado se olha o dente e poderia hoje estar confrontado com a realidade de ter engordado dois inúteis. Ainda não sei bem que utilidade encontrarei para este tablet educativo que o Coxa sacou às embaixadas dos Estados Unidos do Google e da República Popular do Alibaba e espalhou na freguesia, mas desconfio que os catraios já têm autonomia para encontrar maneira de o reciclar.

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