Phosga-se! – Série “CGA”

Ao que parece as aposentações demoram e demoram, porque as secretarias dos agrupamentos são inundadas com pedidos de informação que, em termos teóricos, seriam consultáveis nas bases detalhadas que o ME já tem sobre os docentes, mas parece que não dá. E, com os agrupamentos, a “fusão” de arquivos nem sempre é a que permite ter toda a informação detalhadas sobre os idos de 80 ou 70.

Enquanto espero por um mail mais explícito, atente-se no seguinte:

Aposentação e Reforma <cga.instrucaodeprocessos@cgd.pt>

Exmos Senhores

Para instrução do processo de MARIA XXXXXXXX XXXXXXXX XXXXXXXX, solicita-se declaração de efetividade, onde constem:

 – Datas de início e fim de todos os períodos de serviço prestado, em cada ano;

 – Se no(s) período(s) indicado tinha horário completo e, em caso negativo, qual o número de horas de serviço semanal que lhe estava distribuído;

– Se prestou serviço ininterruptamente e, em caso negativo, qual o nú­mero de fal­tas dadas, com perda total da respetiva remuneração;

– Vencimento ou salário ilíquido no fim de funções, com indicação do escalão, índice e respetivo regi­me;

– Cópia do boletim de inscrição;

– Cópia do registo biográfico.

Solicitamos urgência na resposta.

Com os melhores cumprimentos,

A parte que destaquei a vermelho tem um “ligeiro” problema… as faltas com perda total da remuneração podem corresponder, por exemplo, a dias de greve. Ora… parece que essa inquirição, pelo que me foi dito, surge de forma explícita em outras solicitações.

Scream

 

5 thoughts on “Phosga-se! – Série “CGA”

  1. Só existe uma forma de não deixar que esta trapalhada possa ocorrer.
    É verificar no final de cada ano lectivo , se está tudo bem . Nunca deixar para mais tarde … se a funcionária responsável (secretaria) ainda não fez , devemos combinar data próxima. Muito próxima.

    Gostar

  2. parece que a imensa massa popular está imersa nas minudências e banalidades das reuniões burocráticas e do quotidiano ‘teledigital’ , talvez como forma de alienação da realidade bruta que se avizinha: não existindo um projeto financeiro da UE para apoiar a economia, vêm aí outra vez tempos de austeridade, em que, comparativamente, a de 2008-2018 será considerada um passeio no parque…
    e na que vem aí, pensões de reforma e salários da função pública, serão cortados numa extensão que até vai parecer que os cortes de 2008-2018 não foram nada de especial, pelo que o tempo que demora a atribuir a pensão já não parece ser um problema grande…
    (progressão na carreira ficará suspensa ad eternum a partir de 2021, ou quiçá já este ano, e ficará a pertencer aos anais da arqueologia, algo que acontecia nos tempos idos da normalidade…
    acendo uma velinha para que esteja tremendamente errado, e caso se concretize, ficarei imensamente feliz de ser chamado de idiota…)

    [mas continuemos a desenhar arco-iris gritando “vai ficar tudo bem”, ficando a cogitar o que significará “bem” para quem morreu, para quem perdeu familiares/amigos, para quem perdeu emprego/empresa, para quem perdeu rendimento financeiro e não consegue pagar as contas, para quem ficou sem rendimento mensal, etc….]

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