37 thoughts on “E O Ensino Superior?

      1. Vamos aguardar que o Prof. Ventura apresente publicamente o plano que o CHEGA tem vindo a preparar para resolver definitivamente este problema.

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  1. Não. Tudo on-line, incluindo exames.

    Mais: vamos ter alunos, que reprovaram, a fazer exames de época especial com consulta, enquanto os que estudaram mais e passaram na época normal… é isto.

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  2. Ah pois! Com a autonomia que eles têm fazem o que lhes apetece….mais a mais o que lhes interessa, desde Bolonha, é o cacau das propinas para mestrados e afins….

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  3. O Ens. Superior irá ser obrigado e acabará por fazer exames de admissão em cada faculdade . Terá de ser cada faculdade a selecionar os seus futuros alunos.
    Não há alternativa.
    Como esta confusão instalada … Será a única possibilidade.

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    1. Portanto, o Zezinho, que quer cursar «Apertar os atacadores de forma simétrica e sem dar nós», terá de ir fazer exame de acesso a:
      – Lisboa, nos dias 4 e 5 (há duas faculdades que ministram o curso);
      – Coimbra, no dia 6;
      – Porto, no dia 7;
      – Aveiro, no dia 8;
      – Covilhã, no dia 11;
      – Évora, no dia 12;
      – Viseu, no dia 13;
      – Ponta Delgada, no dia 14;
      – Funchal, no dia 15.

      Isto, partindo do princípio que os exames serão em dias diferentes.

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      1. A lista não faria sentido, por razões que não vêm agora ao caso, por isso as provas não aconteceriam em dias seguidos. Mas em princípio é mesmo assim. Com um detalhe: falta acrescentar as universidades estrangeiras. É a vida de muita gente e não é de hoje nem de ontem. Bem vindo ao admirável mundo novo.

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      2. O confinamento à herdade anda a perturbar o processo mental do Morgado. Ou então são os efeitos nefastos de tamanha convivência com pombas, rolas e rolinhos.

        As universidades estrangeiras, às quais os alunos portugueses já se candidatam com alguma frequência, não têm o curso citado, pois este é um exclusivo lusitano, por diversas razões que, agora, não vêm ao caso.

        O Hitler também engendrou um admirável mundo novo e teve uma adesão extraordinária, incluindo entre alguns que acabaram gazeados por esse mundo, novo talvez, mas pouco maravilhoso. Cada tiro, cada rola.

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      3. Estimado Não-há-paciência

        Escolher sistematicamente as batalhas erradas é, com certeza, uma estratégia de sucesso entre as espécies conhecidas.
        Desconhecer a realidade em que se vive (por exemplo considerar que estas situações só acontecem se os alunos se quiserem candidatar a universidades estrangeiras) é outra.
        Publicitar as duas coisas costuma levar ao pódio.

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      4. Adorável caçador de perdizes e espantador de rolinhos,

        Cada um escolhe as batalhas que lhe encomendam. O resultado final é que determina o visto verde ou a cruz vermelha.

        Saber ler é uma virtude. Como dizia o outro, deixa-os poisar. Neste caso, será mais: é necessário que abra a boca, para colher a mosca.

        Um /l/ e um /e/?
        Le.
        Um /e/ e um /r/?
        Er.
        Muito bem. E agora tudo junto?
        Maria Antónia.

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    2. Caríssimo Não-há-paciência

      Ler é sempre boa ideia. Dado o interesse que demonstra pela questão, atrevo-me a sugerir-lhe a leitura da legislação mais recente sobre acesso ao ensino superior. Verá que a realidade está um passo à frente dos seus receios. Era para isso que eu estava, em vão, a tentar alertá-lo. Penso que foi esse também o problema que enfrentaram as vítimas que atrás refere. Muitos foram os que até ao último momento acreditaram ir tomar banho. Enfim, coisas que me entristecem.
      Já agora: apesar dos incómodos, os meus alunos continuam a preferir poder escolher e ir fazer as provas. Vá-se lá saber porquê mas, estas pobres alminhas, ainda acreditam que isso trará benefícios futuros.
      Perdoe se não lhe dedico mais tempo. Tenho de ir tratar de uns tubérculos que algum citadino rilhará. Isto se não ficarmos à míngua.

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  4. Se os exames deixam de contar para a conclusão do ensino secundário, com o peso que tinham de 30%, os alunos do 11º ano que precisem apenas da matemática como específica não precisarão de fazer os exames do 11º ano, será assim?
    Obrigada

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    1. Não será bem assim. Neste momento, penso que o “modelo” irá continuar, mais será empurrado para mais tarde. No 12º ano, os alunos até poderão não fazer os exames, mas então terão de os fazer todos no 12º, salvo erro.

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      1. Obrigada Paulo, mas continuo com dúvidas, pela leitura da imprensa e pela informação apresentada pelo Ministro há pouco, que afirmou que os exames apenas contariam para acesso e não para conclusão do secundário, logo, um aluno que apenas tencione candidatar-se a matemática e apenas precise dessa específica, por que razão fará os dois exames do 11º ano, que anteriormente seriam necessários para conclusão do ciclo de estudos com um peso de 30 %.

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      2. Por exemplo, um aluno do 12º ano que queira candidatar-se a engenharia fará apenas o exame de matemática este ano, dado que não precisa do português para ingresso, o mesmo acontecerá com os do 11º ano, farão apenas os exames de que venham a necessitar no próximo ano como provas específicas para os cursos que pretendem. Esta interpretação parece-me correta, mas será necessário clarificar o que foi dito.

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      3. Para terminar, o facto dos exames realizados este ano não contarem para a conclusão do ensino secundário fará com que os alunos fiquem com a média das notas internas o que beneficiará alunos de escolas que normalmente inflacionam as notas.
        Enfim, quero crer que o acesso ao ensino superior neste e no próximo ano será controverso e quiçá menos equitativo do que já era.

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    1. Permita-me colocar a questão de outra forma, um aluno que tenciona candidatar-se a um curso que apenas exija matemática como específica, prova a realizar no 12º ano, por que razão precisa de fazer, por exemplo,os dois exames de FQ ou BG, se os exames apenas contarão para o acesso e não para conclusão do 10º/11º ano?
      Esta questão é importante porque haverá, hipoteticamente, alunos que não precisarão de fazer os exames do 11º ano. Há cursos que apenas exigem uma prova específica. É importante que os alunos tenham acesso a informação clara.

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      1. Por acaso também me pareceu que o ministro disse isso na entrevista à TVI. Mas, a ter acontecido. Entra em contradição com o referido pelo primeiro-ministro aquando da conferência de imprensa. Não se mudam regras a meio do processo.

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  5. Se não forem as mesmas será injusto, veja-se por exemplo; um aluno que quer economia, fará apenas o exame de matemática, que será específica, não faz português e fica com a nota interna desta disciplina, um aluno do 11º ano que quer candidatar-se ao mesmo curso, fará este ano 2 exames, que não lhe vão contar para nada, e para o ano fará outros dois, português e matemática, sendo que só precisará da matemática, fará isto sentido?
    Será necessário assegurar a equidade aos alunos que foram apanhados, quer estejam no 11º ano quer no 12º ano. É confuso, julgo que as alterações carecem de clarificação.

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  6. Até agora os exames das disciplinas bienais eram obrigatórios, não só contavam como disciplina específica de acesso, como tinham um peso de 30% na avaliação final dessas disciplinas. Logo, era obrigatório fazer esses exames para concluir o secundário.
    O facto de deixarem de contar para conclusão do secundário muda tudo, este ano para os alunos do 12º ano e neste e no próximo para os do 11º ano. É preciso ter cuidado com isto, porque as regras anteriores, a serem mantidas no próximo ano, não poderão ser retroativas.

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  7. O Dr. Costa disse que as regras não mudariam Apenas que não seria necessário fazer os exames que não constituem prova de ingresso. Pelo menos foi o que eu entendi. E já o ouvi 3 vezes.

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      1. Muito bem,colega.
        Estava eu a tentar comentar quando a colega ia ,passo a passo, explicando e levantando questões muito pertinentes.
        Assim sendo, ficamos todos a necessitar de novos esclarecimentos por parte da tutela.
        Deixo uma questão: estarão eles a ñavegar à vista? Parece-me bem que sim,infelizmente.

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  8. Se o chefe disse que não mudava nós não podemos fazer nada que mude. Eu acho isso catita. Se os encarregados de educação não acharem, que se manifestem. Online.
    Não é da linguagem gestual que estou à espera. É da edição revista e “melhorada” da brochura do JNE.

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  9. Não é exactamente o que constatei. Há casos em que, estando os alunos sem aulas, se fala em aumentar as propinas. Faz sentido: sendo a distância a percorrer pelo ensino maior, encarece a deslocação.

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