Quando É Que Uma Falsidade Deixa De Ser Uma Mentira?

A propósito de haver quem acha que eu sou do contra porque sim e sem mais nada como substância a fundamentar o meu “contraditório”.

A ver um par (ou mais) de coisas:

Se cancelam as provas de aferição e provas finais (como escrevo há semanas, já agora…) e dispensam os alunos do Básico de aulas presenciais, eu concordo.

Se dizem que o 3º período vai decorrer na “integra” e que vai com “avaliação” acabar, eu até posso aceitar que tecnicamente é verdade.

Agora quererem dar a entender que é possível que essa avaliação seja justa… e tenha em conta os critérios das “atitudes e comportamentos” ou que a realização das tarefas sujeitas a avaliação é um processo fiável, é impossível eu concordar e dizer que sim, que vai ser mesmo assim… porque não é-

Há quem confunda “estar contra” com “discordar”, mas quanto a isso não posso fazer nada. Posso discordar, apenas.

Assim como posso apenas discordar quanto ao que se deve fazer quando algo que é não é verdadeiro é tratado como não sendo falso.

Confusa

 

3 thoughts on “Quando É Que Uma Falsidade Deixa De Ser Uma Mentira?

  1. É a chamada lógica trivalente. O velho Aristóteles falava de dois valores de verdade: verdadeiro ou falso. Agora, além destes, há o valor indeterminado. É a consequência do indeterminismo.

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