Ainda Se Lembram Dos Nomes Que Me Chamaram Quando Há Coisa De Um Mês Comecei A Falar Nisto?

Não aqui no blogue, mas em comentários e conversas de fbook de “grupos de apoio”, com gente a questionar as minhas intenções ou motivações (ocultas, claro) para colocar “problemas” e “dúvidas paralíticas” (não esqueço aquela senhora muito católica e cheia de si que nem achou que valia a pena discutir o assunto) acerca das questões da privacidade.

(e nem falo daquela argumentação da treta acerca do uso das redes sociais por gente parva)

Agora já quase toda a gente concorda em que devem ser tidos cuidados, em especial quando estão em causa crianças e jovens. E já aparecem recomendações e tudo, de gente com responsabilidades. E muita gente a virar o bico ao prego, porque não há nada como cataventos. Incluindo quem ainda há uns anos aparecia a divulgar campanhas acerca do uso seguro da net, mas que agora só queria era zoomar a toda a velocidade com a petizada, Mais complicado é pensar nas coisas e questionar as práticas quando isso não é muito popular. E não ficar numa enorme excitação, porque alguém cantou os parabéns frente a uma webcam. Haja pachorra.

Teletrabalho. Mostramos as casas e os filhos e isso é um perigo, alertam os especialistas

“Evitar filmar demasiado a casa” e não mostrar “janelas para uma rua identificável” que permita “divulgar o local onde se mora” são algumas das recomendações do Centro Nacional de Cibersegurança.

Privacidade

6 thoughts on “Ainda Se Lembram Dos Nomes Que Me Chamaram Quando Há Coisa De Um Mês Comecei A Falar Nisto?

  1. Só gostava de saber onde param umas senhoras que iam à televisão, com um ar muito exaltado, com um poder de tal ordem que até deitaram abaixo um programa que mostrava o ambiente familiar de crianças. Então agora mostram-se em todos os canais várias crianças em ambiente familiar, identificadas, com imagens do interior das suas casas e já não há qualquer problema? Estranho … ou talvez não!

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  2. Espero que eu não seja a “senhora muito católica” … é que eu comentei e pensei que me não tinha respondido , por isso não respondi nada. Acho que o assunto deve ser mencionado, mas achei que o importante era aconselhar as plataformas seguras, para que se visse que os professores querem continuar o trabalho (que , aliás, desenvolveram em tempo record no período antes das férias da páscoa e que continuaram durante essa “interrupção”) . O que me preocupa é mesmo que os professores se defendam de futuros ataques. Era a minha preocupação fundamental. Mas li tudinho, um artigo enorme sobre as cláusulas leoninas e as inseguranças. Acho que é bom conhecer as fragilidades , mas encontrar as plataformas seguras é também muito importante. Acho que as haverá. Ou não?
    Já agora, ainda tenho esperança de que não seja a visada, mas, caso seja, informo que estou cada vez menos católica, não aderi a nenhuma outra seita e ouço as missas na tv, para lamentar sempre o imobilismo da Igreja Católica, as fracas homilias e isto faço há muito tempo (desde que fui excomungada por não ser casada com a pessoa com quem vivo 🙂 ), não suporto as missas presenciais :-).

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    1. A “senhora muito católica” foi uma senhora doutora de um “grupo de apoio” no Facebook que pertence a uma certa e determinada Universidade.

      Aqui no blogue, que me lembre, não há registo obrigatório (ou sequer facultativo) de credo (raça, género, etc, etc…).

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