43 thoughts on “Feriado? Que Feriado?

  1. Um pouco à margem do post.

    Verifico – com um misto de espanto e satisfação – que, nas listas RR desta semana, o número de baixas – médicas está reduzido, praticamente , a zero.
    Diz-se que imediatamente a seguir à suspensão das actividades lectivas, milhares de professores – que estavam “oficialmente” doentes – experimentaram súbitas melhorias e apresentaram-se nas suas escolas. Não sei se a DGS tem alguma explicação para o fenómeno..

    Espera-se que, quando o maldito vírus nos deixar em paz e as aulas recomeçarem, as maleitas que atormentam os professores não regressem.

    Gostar

    1. Maria, quatro reparos:

      1) Conheço directamente quem não tenha voltado e poucos casos de regressos. Mas só posso falar pela observação em primeira mão.
      2) Há “maleitas” que se manifestam efectivamente mais no espaço físico escolar, desde a deslocação à permanência e contacto directo com 100 a 200 alunos por dia.
      2) Se isto recomeçar assim em Setembro as “maleitas” baterão em maior quantidade.

      4) O cidadão contribuinte (que também sou) deveria preocupar-se com coisas bem mais onerosas em vez de chatear os professores com essas observações algo mesquinhas.

      Liked by 1 person

      1. Separei o último reparo por se referir a outro comentário.
        Apetecia-me ser mesmo mais rude, mas em nome do 1º de Maio (dia dos trabalhadores contribuintes que, mesmo de baixa, continuam a descontar) contive-me. Até porque não tenho nenhuma baixa neste milénio e chateia-me profundamente essa conversa enviesada de racionalidade económico-financeira.

        Liked by 1 person

      2. O que escrevi não passa de uma mera constatação, a-pe-nas :

        1)- no “pós – virus” (sem aulas presenciais, portanto) , o número de baixas – médicas é quase residual – veja p.f. a RR desta semana e da anterior.

        2- no “pré – virus ” (com aulas ), o número de baixas semanais eram às centenas . Todas as semanas – veja p.f. as listas RR desde Setembro último.

        Por fim , limitei-me a desejar que o cenário descrito em 2) no futuro , ou seja, quando atingirmos a “normalidade”, não se repita.

        Vê algum mal no que escrevi?

        Gostar

      1. maria,
        Acho muito triste / feia essa preocupação com as faltas dos colegas.
        Falando bem e depressa : é assunto privado com o qual nada temos a ver …nem a argumentar. Nem que comparar .
        Não nos diz respeito .

        Gostar

  2. Um pouco à margem do post.
    Ao contrário de alguns colegas que continuam a tentar responder (educadamente) a todo o tipo de burrices e provocações, eu – não sei se por ter atingido o “nirvana” ou o “burnout ou lá o que for – há muito que passei a defecar-me para as “marias” desta vida.
    Também sei perfeitamente o que faria às tais “marias” (se tivesse “poderes”): “deportava-as”, em regime de perpetuidade, para uma dessas escolas em que os professores são insultados, espancados e humilhados regularmente.
    Tenho a certeza absoluta que, em consequência, nunca mais verificariam – com um misto de espanto e satisfação – o que quer que fosse.
    Que tristeza…

    Liked by 1 person

  3. A Maria pode ser mesquinha e tal, mas também tem razão. À semelhança do que acontece com a mobilidade, onde a fraude existe, também muitas baixas são falsas. Assumir isto não deve ser motivo de censura ou de «perseguição», porque é a verdade. Tal como o Paulo referiu, qualquer um de nós tem a sua experiência e fala a partir do que conhece.

    De igual modo, seria extremamente importante não esquecer que, ao lado dos nosso colegas que cometem fraude (onde não estão sozinhos, pois alguém tem de passar as declarações e os atestados), existem aqueles que são obrigados a arrastar-se pelas escolas até às últimas semanas ou dias de vida.

    Para ser honesto, fico puto da vida quando vejo um@ colega, que presta unicamente apoios há décadas, mal lhe dizem que tem de ir substituir um colega durante uma semana ou duas, mete atestado médico, passe a expressão, por um mês, e logo o levanta assim que o Costa decide fechar as escolas, mas não encontro adjetivo que possa traduzir a indignação quando vejo uma colega com cancro ir a uma junta médica e esta lhe recusa a continuação da baixa, obrigando-a a regressar à escola e ela morrer pouco mais de uma semana depois.

    Gostar

      1. Obrigado, Magalhães, por me fazeres entender que não poderei tirar conclusões sobre o meu escrito.

        Nem o Bulhão Pato e o Fialho de Almeida, em conjunto, atingiram tal desiderato com o Eça. A minha vénia a ti!

        Gostar

  4. Maria,

    Vejo mal no que não teve coragem de assumir.

    Porque se uma pessoa mete baixa porque não consegue deslocar-se até à escola (sabe o que é conduzir em estado de ansiedade? eu sei, embora não para a escola, felizmente), o problema já não se coloca em casa. Se uma pessoa não consegue aguentar o ritmo de interacções sociais diárias, por razões físicas e psicológicas, isso não se coloca quando está em casa.
    Poderia continuar por aqui e ver o lado humano e não estatístico do “problema”.

    Vejo mal na alegação do “cidadão contribuinte”. Aliás, estou fartinho dessa treta de argumento. Todos somos cidadãos contribuintes, mesmo os que nos aldrabaram décadas a fio em milhares de milhões.

    Gostar

  5. Relembro- lhe : Não fiz o mais pequeno comentário ou juízo de valor acerca da “evolução” das RR semanais (antes e depois do covid ) . Limitei-me a constatar. Só ! FACTOS que poderá confirmar, facilmente. O que penso, ou o que deixo de pensar, fica comigo .
    Outra coisa que referi – demasiado óbvia , lapalisseana: as baixas-médicas têm um impacto no OE , este alimentado pelos … cidadãos contribuintes . Grande novidade, não?
    Ontem deu-me p`ra isto. As leituras que – subjectivamente – o caro Paulo fizer, são da sua conta.

    Um dia destes, embora com pouca graça, mas para desanuviar, vou escrever sobre o Coxa e o seu assombroso # EstudoNaVenda.

    Gostar

  6. Caro Paulo : relembro-lhe que me limitei – apenas – a enunciar factos. Só! Deu-me para não comentar ou fazer qual juízo de valor acerca do candente tema, prontoss! O que penso, ou deixo de pensar, é da minha conta.

    Um dia destes, para desanuviar, vou escrever sobre o Coxa e sobre o seu assombroso # EstudoNaVenda. Mesmo com pouca graça.

    Gostar

  7. Já deu para perceber que estamos numa de atirar a pedra e esconder a mão, de dar uma no cravo e outra na ferradura, de atirar pedradas com telhados de vidro, etc. e tal.
    Por isso, também vou confessar que, sem fazer juízos de valor, gosto muito de verificar – num misto de espanto e satisfação – a imensa cara de pau daquel@s colegas que arranjam sempre maneira de obter os horários que querem, as turmas que querem (as que dão menos chatices), os “cargos” que querem (ou seja, aqueles em que não se faz nada) e que depois ainda se dão ao luxo de criticar os desgraçados que metem baixa médica por estarem fartos de aguentar com os piores horários, as piores turmas e os piores “cargos” (aqueles em que se faz coisas que até Deus duvida). E que só criticam porque – sempre tão bonzinhos, tão santos – estão muito preocupados com o OE, os contribuintes, o aquecimento global,a Amazónia, @s malandr@s que preferem um bitoque ao veganismo e mais não sei quê.
    Ah! E poupem-me à conversa da treta de que conseguem os horários que querem, as turmas que querem, os “cargos” que querem (ou seja, aqueles em que não se faz nada) devido à vossa excelsa competência e ao milagre do vosso génio e da vossa inteligência sempre alerta, porque já todos sabemos como as coisas funcionam.
    Ridículo se não fosse triste.

    Liked by 1 person

  8. “Verifico – com um misto de espanto e satisfação – que, nas listas RR desta semana, o número de baixas – médicas está reduzido, praticamente , a zero.
    Diz-se que imediatamente a seguir à suspensão das actividades lectivas, milhares de professores – que estavam “oficialmente” doentes – experimentaram súbitas melhorias e apresentaram-se nas suas escolas. Não sei se a DGS tem alguma explicação para o fenómeno..

    Espera-se que, quando o maldito vírus nos deixar em paz e as aulas recomeçarem, as maleitas que atormentam os professores não regressem.”

    Isto foi o que @ ressabiad@/cínic@ “mari@ cox@” escreveu.

    Eu cá nunca apreciei os seus escritos!

    Prefiro o Cabaré da Coxa que, apesar de tudo, é mais saudável e honesto!

    Gostar

  9. Maria,
    Não me parece que seja um “facto”, aquilo que apresenta como sendo uma “esperança”.
    Essa “esperança” traz em si uma evidente “sugestão”.

    Claro… depois podemos refugiar-nos em “factos” e dizer que são os outros que têm “maus pensamentos”.

    Eu também poderia apresentar como “factos” o que afirmou num comentário e depois deixou de afirmar exactamente assim em outros, seguintes. Ou a ausência” de certos “factos”, na contextualização dos que apresentou.
    Por exemplo… a evolução das RR deste ano, nos meses em apreço, comparada com a de outros anos.
    Será que é muito divergente?
    Será que os professores rejuvenesceram?
    (eu não e a minha nova seguradora apresentou-me em Fevereiro uma projecção de encargos e em Abril outra, porque entretanto fiz mais um ano, embora só tenham passado dois meses… tudo “factos”)
    Não sei, não me interessam muito.os números das RR de há uns anos para cá.
    Não por serem pouco relevantes.
    Mas apenas por serem tão relevantes quanto outras variáveis em potencial apreço.

    Gostar

    1. Outra vez? Já lhe disse que não opinei, nem me apetece opinar , acerca da variação do número de baixas médicas (RR) , caramba! Por isso, os seus responsos são totalmente despropositados. Entendeu (como diz o brasileiro) ?

      Gostar

    2. Paulo, se me permites, a personagem em causa não merece que percas nem mais uma linha com ela.
      A leitura do que citei acima demonstra claramente que se trata de alguém que, claramente, está de má-fé, é cínic@ e ressabiad@ e é mentalmente cox@!

      Gostar

  10. Ocorre-me solicitar a um tal Pardal que saia do seu esconderijo para, do alto conhecimento que possui acerca destas matérias, diga de sua justiça. Dê uma mãozinha a isto, Pardal!

    Gostar

  11. Maria, percebi muito bem a sua insinuação ou “desejo”, ou “esperança”.
    Pode fazer outros passar por parvos, mas vai-me desculpar, eu não sou o Pardal, sou mais o Lampadinha.

    Os “factos” fazem-me lembrar aquelas bocas troikistas sobre o absentismo docente.
    Tal como pude dizer na cara de vários deles (e publicamente) o que pensava dessa “lógica”, não vou aqui disfarçar e fazer-lhe a vontade.

    Acrescentaria um par de adjectivos para a sua atitude, mas agora não me apetece dar milho a melros.

    Gostar

    1. Vamos a “factos”.

      RR27 de 2018-19, grupo 200 (o meu): 0 colocações.
      https://www.dgae.mec.pt/?wpfb_dl=36175
      RR27 de 2019-20, grupo 200 (o meu): 1 colocação.
      https://www.dgae.mec.pt/?wpfb_dl=44325

      RR28de 2018-19, grupo 200: 1 colocação.
      https://www.dgae.mec.pt/?wpfb_dl=36363
      RR28 de 2019-20, grupo 200): 0 colocações.
      https://www.dgae.mec.pt/?wpfb_dl=44474

      Quer-me parecer que (0+1)=(1+0)

      Mas podemos tentar outros grupos.

      Gostar

  12. RR27 de 2018-19, grupo 110 (1º ciclo): 1 colocação.
    https://www.dgae.mec.pt/?wpfb_dl=36372
    RR27 de 2019-20, grupo 110 (1º ciclo): 0 colocações.
    https://www.dgae.mec.pt/?wpfb_dl=44334

    RR28 de 2018-19, grupo 110 (1º ciclo): 1 colocação.
    https://www.dgae.mec.pt/?wpfb_dl=36372
    RR28 de 2019-20, grupo 110 (1º ciclo): 0 colocações.
    https://www.dgae.mec.pt/?wpfb_dl=44483

    Tem razão, Maria… a diminuição de colocações foi mais do que exponencial.

    Gostar

    1. Caro Paulo: lamento dizer-lhe mas, na contagem das colocações RR temporárias , erradamente considerou a lista dos Docentes de CARREIRA ( esgotada) quando TERIA de consultar a lista CANDIDATOS À CONTRATAÇÂO pois é nesta que figuram os colocados semanalmente . Ora, confirme e veja a “diferença” . Compreendo o lapso.

      Gostar

  13. Para quem não tem um interesse especial pelos números das RR de há uns anos para cá dado o facto de serem tão relevantes esses números quanto outros relativos a outras variáveis igualmente relevantes, o recurso a esses números funciona como desmentido.
    Deixe(m) a colega em paz. Ela não quer ter razão. Também não o deixa de querer, mas isso não é, de facto, relevante.

    Gostar

    1. Jorge Mendes, penso ser básico explicar-lhe que mesmo quando não temos interesse numa matéria, se somos inquiridos com base nela e basta uns minutos para nos informarmos, esse recurso funciona como contra-argumento.

      Porque, contrariamente a quem fica colado aos mesmos argumentos, varáveis e recursos, eu não me furto ao confronto de ideias e factos.

      Tenho é pena de quem não compreende isso e gosta de ser pica-miolos.

      A mim não interessavam coisas como as “doenças tropicais negligenciadas”, mas como me apeteceu fazer um curso online sobre a prevenção global de doenças (assunto que também não me interessava sobremaneira até há dois meses) lá tive de ler coisas sobre doenças absolutamente desconhecidas que, afinal, afectam cerca de 15% da população mundial.

      Outro exemplo… tenho um interesse brutalmente reduzido por certas áreas da História mas, ao longo dos anos, como tive de as leccionar, fui-me informar melhor sobre elas.

      Se este comentário é “desmentido” sobre seja o que for, é o que menos me preocupa. Até me preocupar. Porque para candidato a pica-miolos, pica-miolos a sério.

      Estamos entendidos?

      Gostar

      1. Dois ou três reparos.
        A Maria não o inquiriu. Limitou-se a referir que não havia no que tinha dito qualquer intenção subliminar.
        Você, inicialmente, usou uma argumentação que assentava na ideia de que os factos referidos eram meramente o sintoma, a insinuação, de uma maleita mais profunda que, pelo que me pareceu, se manifestou noutras ocasiões que não esta. É essa estratégia argumentativa que o levou numa primeira fase a desvalorizar os factos.Depois voltou a eles, mas com o intuito de mostrar que apenas corroboravam a tese inicial.
        Não fiz qualquer fact checking imparcial dos números. Confesso que a variável interesse não chega aqui para me mobilizar. Contudo achei que já chegava de uma argumentação que, si mesma, era pouco mais do que o repisar de mesma afirmação de base.
        No fundo acho que um comentário anterior do Sísifo sintetiza a minha posição sobre o assunto. Faz-me confusão tanta “sanha” argumentativa.

        Gostar

      2. Jorge Mendes,

        …” Deixe(m) a colega em paz .” …

        Deixem a colega em paz ???
        Esta agora.
        Aparece agora um Mendes, Jorge muito contemporizador …que se limita a “atirar achas para a fogueira “… francamente. 😃😃😃

        Gostar

  14. A triste verdade que verifico – sem espanto e sem satisfação – é que as campanhas de difamação e enxovalho de professores não terminam nem por nada. E o mais triste é verificar que são outr@s colegas (serão mesmo colegas?) quem, muitas vezes, mais dá para esse peditório.
    Se aparecesse aqui alguém muito revoltad@ a lamentar-se que tinha sido contratad@ para substituir Fulan@, que até estava a contar com o ordenado (e o subsídio de férias…) até 31 de agosto e que agora – graças à possibilidade de E&D – ficou a ver navios e está desesperad@ porque voltou à situação de precariedade, teria toda a minha simpatia. Não que eu tenha pretensões a madreteresa do ensino, mas é difícil não deixar deixar de sentir alguma empatia perante uma tal situação.
    Mas depois de vir armar ao pingarelho – convencid@ que possui uma “fina ironia” – acrescentar (como quem não quer a coisa…) a fama de vigaristas à fama – que os professores já têm – de inúteis e de incompetentes que estão sempre em férias e ganham rios de dinheiro e mais não sei quê, é que não me parece a melhor forma. de fazer valer as suas razões.
    Depois admire-se de semear ventos e colher tempestades.
    Azar mesmo teve aquele professor da Escola de Fitares que, há alguns anos atrás, se suicidou farto de aturar coisas de que até Deus duvida. Tivesse ele metido uma “baixa fraudulenta” e, a estas horas, ainda estava vivo e feliz a dar aulas noutra escola…

    Gostar

  15. Maria…

    A sério, pode esticar o argumento dos “factos” até onde bem entenda.
    Já se percebeu o objectivo.
    Não acrescento mais ligações, porque depois o nosso amigo Jorge Mendes acusa-me de só pensar em RR’s.

    Gostar

    1. Paulo Guinote:
      SOU O KT! NÃO SOU @ MARIA!
      Até dou de barato que não simpatize com os meus comentários e opiniões, mas escusa de partir para a ignorância e insultar-me barbaramente, respondendo-me como se eu fosse @ maria (ou um alter ego d@ dit@)!
      Já me basta a fama de inútil e de incompetente que está sempre em férias, ganha rios de dinheiro (só se for depois de convertido em rupias…) e que agora, também, mete baixas fraudulentas e mais não sei quê!

      Gostar

  16. Agora um exemplo chato… para algumas pessoas e a sua “lógica”.
    Conheço lugares vagos de docentes de Setembro a Março, que em Abril (sem regresso da docente) tiveram “subitamente” candidatos à contratação.
    Ou seja… há quem também não seja contratado porque não gosta de certas “localizações”. Se for à distância já aceitam.
    É um “facto”. Posso sempre acrescentar que não “espero” nada de igual para o ano.

    Gostar

  17. Jorge Mendes… eu poderia descompreender tanta “sanha” anti-argumentativa.
    Mas não.
    Quanto a “inquirir”, sim, acho que os comentários da Maria foram inquiridores. É a minha opinião.
    Se os “factos” comprovavam a tese de partida? Às vezes, acontece e até é bom. Se repetem o argumento? Não, demonstram o argumento. Se esse meio de demonstração não é muito relevante? Não, mas visa contrariar o que me é apresentado. Se me fossem apresentadas as causas das baixas ou a demonstração das fraudes alegadas, eu iria em busca desses elementos de “prova”. Porque é assim que gosto de “argumentar” não ficando numa trincheira estática. Se isso agrada a todos os comentadores? Não é coisa que me interesse muito.
    Porquê?
    Porque volta aqui quem bem entende e eu não vivo disto, nem ganho com as reentradas ou a atracção de visitas. Não tenho rendimentos baseados na visita de quem aqui vem.
    Portanto… escrevo (quase) o que entendo quando o entendo.
    Se não gostam, podem gostar de outra vez.
    Se nunca gostam, temos a possibilidade de “debater” se assim o entenderem.
    Se gostam, tanto melhor.

    Perceba sempre isso… não ando aqui para “agradar” e muito menos para conseguir aquelas coisas que de vez em quando gostam de me acusar (“protagonismo”, uma variedade de caudilhismo docente, “corporativismo”).
    Escrevo o que acho ser justo, do meu ponto de vista.
    Se essa é uma perspectiva em que todos se revêem?
    Ainda bem que não, porque há muita gente que me faria sentir mal se concordasse comigo.

    Já quanto a “fraudes”… podemos conversar em moldes mais específicos.
    Tenho um bom lote de situações que poderia voltar a expor.
    Mas já escrevi sobre isso demasiadas vezes e chateia repetir-me.
    Eu nem gosto de dar mais de 3 aulas sobre o mesmo assunto.

    Gostar

  18. Para “demonstrarem o argumento” terão que comprovar a tese de partida. Mas chega de argumentos. A sua posição é clara, o quintal é seu e eu passo por vezes por lá/cá e umas vezes concordo e outras não. Achei-o “excessivo”. É tudo. Se tem razão ou não, sobre a substância, e para ser excessivo é uma questão sua.
    Um bom domingo antes de grelhas.

    Gostar

  19. Antes do over and out.
    Eu não “argumentei” nada. Apresentei “factos” que contrariam outros “factos”. Quem “argumentou” não fui eu. Apenas não gostei da insinuação implícita.
    Desconheço a existência de “fraudes”?
    Não.
    Mas gosto mais de atirar as “bocas” na cara das pessoas que aparecem com ar de quem lhes dói o osso do fígado.
    Mas há a quem doa mesmo.
    E a quem cada vez doa mais, pelo que – nem seja a pensar em mim e ao meu crescente enfartamento com a hipocrisia que vai crescendo em torno da tele-coisa – talvez esteja já a prevenir alguma dor d’alma minha.

    Over and out.

    Gostar

Deixe uma Resposta

Preencha os seus detalhes abaixo ou clique num ícone para iniciar sessão:

Logótipo da WordPress.com

Está a comentar usando a sua conta WordPress.com Terminar Sessão /  Alterar )

Google photo

Está a comentar usando a sua conta Google Terminar Sessão /  Alterar )

Imagem do Twitter

Está a comentar usando a sua conta Twitter Terminar Sessão /  Alterar )

Facebook photo

Está a comentar usando a sua conta Facebook Terminar Sessão /  Alterar )

Connecting to %s

This site uses Akismet to reduce spam. Learn how your comment data is processed.