Opiniões – João Marques Silva

Da produção escolar de tarefeiros ou da preparação para as ubers e outras que tais.

Enquanto na nossa escola a formação dos jovens ignorar a realização de atividades (Luria) e a resolução de problemas ou a participação em projetos (Dewey, Kilpatrick) e se centrar no cumprimento de tarefas e tarefinhas, apesar de ocupados, pouco acrescentará ao potencial criativo de cada um.

Os atuais tempos, se alguma coisa poderão ajudar a ver, é que, ou se encontram desafios significativos e contextualizados para cada jovem ou, a acrescentar ao isolamento físico (porque longe dos colegas e dos professores) se acrescentará o efetivo isolamento social com o futuro como horizonte. Mesmo para aqueles que têm PC pessoal e net de banda larga suficiente, e por isso estão minimamente ligados, o cumprimento disciplinado das tarefas enviadas como tpc’s, cumprindo programas do século XX, pouco lhes acrescentará para aprender a lidar com a Incerteza, com o Emergente e o Disruptivo.

Temo que a escola não consiga, não queira ou não saiba como fazer para que cada pessoa ainda jovem se torne um cidadão adulto comprometido e entusiasmado (apesar das nuvens pesadas que o comprimem) com a vida na grande cidade.

Finger

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